<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579</id><updated>2012-01-29T23:46:27.528-02:00</updated><title type='text'>Comunicação, Estados Mentais, Políticas Públicas e Responsabilidade Socioambiental</title><subtitle type='html'>AGORA ESTOU EM HTTP://EVOURIQUES.WORDPRESS.COM 

Face à crença que os seres humanos movem-se pelo interesse e poder desconectados da Generosidade ("Espírito Público"), precisamos de uma nova atitude produzida por estados mentais colaborativos, sustentada por Teoria Social que escape do regime de servidão à violência e que, ao fortalecer o primado da autonomia e da criatividade, atenda à demanda que a Sociedade por Políticas Públicas e Responsabilidade Socioambiental.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-2623511478901405551</id><published>2008-09-21T14:44:00.002-03:00</published><updated>2008-09-21T14:47:17.547-03:00</updated><title type='text'>Mudei para HTTP://EVOURIQUES.WORDPRESS.COM</title><content type='html'>Tendo em vista qualidades estéticas e funcionais estou agora em &lt;a href="http://evouriques.wordpress.com"&gt; HTTP://EVOURIQUES.WORDPRESS.COM&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;Agradeço sua visita lá, &lt;br /&gt;Carinhosa-mente, Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-2623511478901405551?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/2623511478901405551/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=2623511478901405551' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2623511478901405551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2623511478901405551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/09/mudei-para-httpevouriqueswordpresscom.html' title='Mudei para HTTP://EVOURIQUES.WORDPRESS.COM'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-5676791827840760301</id><published>2008-07-19T09:10:00.007-03:00</published><updated>2008-07-19T09:48:59.839-03:00</updated><title type='text'>Ministrarei no Curso de Direção Teatral da UFRJ disciplina sobre Construção de Utopias: a questão dos Estados Mentais e de Novas Práticas Teatrais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SIHhgv1QjFI/AAAAAAAAAJA/Wr25tYLd6T8/s1600-h/MPj04009470000%5B1%5D%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SIHhgv1QjFI/AAAAAAAAAJA/Wr25tYLd6T8/s400/MPj04009470000%5B1%5D%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224704995438398546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A partir de agosto voltarei a ministrar disciplina que criei em 2006 Construção de Utopias: a Questão dos Estados Mentais e de Novas Práticas Teatrais para o Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da UFRJ.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convite da Profa. Dra. Carmem Gadelha, coordenadora do Curso de DT, tratarei de como é possível construir em rede, em meio às instabilidades pós-modernas (movida muitas vezes pela violência, pela fragmentação desagregadora e pelo reiterado sentimento de desencontro e desesperança) estabelecer práticas teatrais que positivem a possibilidade do vigor de uma humanidade agregada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratarei no curso de que a construção de utopias dependem do conhecimento profundo que os atores e os diretores tenham da economia psíquica dos públicos, utilizaremos por exemplo Charles Melman, e do domínio que os atores e os diretores tenham do próprio fluxo de estados mentais como aponta, por exemplo, Mattelart para que eles falem uma voz própria, que nunca é dada, mas conquistada pelo sujeito na medida em que elimina de si, em rede, de forma coletiva, o atravessamento de um discurso de pensamentos e afetos que é o deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimentaremos de que maneira é possível teatralizar sociabilidades no qual o que esteja em cena não sejam apenas os resultados da brutalidade e da desesperança, resultantes da crença generalizada de que as práticas humanas são guiadas pelo interesse e pelo poder auto-referenciados, mas que estejam em cena tentativas utópicas (no sentido de Jurandir Freire, por exemplo) de referenciar as práticas humanas por outras dimensões humanas como a generosidade, a alegria, a delicadeza, a solidariedade, o diálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas experiências são os outros nomes da confiança nos relacionamentos, dos agregadores da redes digitais, das políticas públicas sociais, da responsabilidade socioambiental, do planejamento de vidas, carreiras e negócios sustentáveis, do desenvolvimento humano de pessoas, da inclusão, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Curso de Direção Teatral&lt;br /&gt;(trecho de matéria feita pelo Olhar Virtual, do Portal da UFRJ, com a profa. Dra. Carmem Gadelha: http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=198&amp;codigo=7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso de Direção Teatral da UFRJ foi idealizado e fundado em 1993, mas sua primeira turma só ingressou na universidade um ano mais tarde. A idéia de criar um curso de Graduação ligado ao teatro surgiu quando o então diretor da Faculdade de Letras, professor Edwaldo Cafezeiro, e o professor Lauro Góes incentivaram sua criação. Ambos não aceitaram o absurdo de uma universidade do porte da UFRJ carecer de uma atividade teatral ligada à vida acadêmica. Neste momento, a Faculdade de Letras já oferecia um curso de Pós-graduação latu sensu em teoria e prática do Teatro e, a partir desta experiência, foi implantado o curso de Direção Teatral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter sido pensado na Faculdade de Letras, o curso de Direção Teatral ficou alocado na Praia Vermelha, na Escola de Comunicação (ECO). Segundo Carmem Gadelha, coordenadora do curso, esta unidade foi escolhida levando-se em conta fatores importantes. “Apesar de caber perfeitamente na Faculdade de Letras, o curso ficou na ECO por total impossibilidade de ser executado à noite, na Ilha do Fundão. O teatro é uma atividade de profunda inserção na vida cultural da cidade, se o curso fosse realizado no campus do Fundão boa parte deste contato com a rica vida cultural do Rio de Janeiro se perderia”, opina a coordenadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da importância de uma boa localização, existe ainda um outro fato que explicita a lógica de funcionamento do curso de Direção Teatral na ECO: “Na atual configuração de arte contemporânea, a Escola de Comunicação e a Direção Teatral têm um campo de estudo e exploração muito abrangente. O teatro e a comunicação são dois grandes campos de atrito e espelhamento, o que possibilita trocas muito saudáveis da cena com o mundo das imagens”, complementa Carmem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-5676791827840760301?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/5676791827840760301/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=5676791827840760301' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/5676791827840760301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/5676791827840760301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/07/ministrarei-disciplina-construo-de.html' title='Ministrarei no Curso de Direção Teatral da UFRJ disciplina sobre Construção de Utopias: a questão dos Estados Mentais e de Novas Práticas Teatrais'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SIHhgv1QjFI/AAAAAAAAAJA/Wr25tYLd6T8/s72-c/MPj04009470000%5B1%5D%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-3619892822458458668</id><published>2008-07-12T20:38:00.001-03:00</published><updated>2008-07-15T20:43:39.193-03:00</updated><title type='text'>Maioridade do ECA é avaliada e tem exercício de  construção de futuro no encontro ECA 18 Anos, do Curso de Jornalismo de Políticas Públicas-UFRJ&amp;ANDI</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SH01uAg6RjI/AAAAAAAAAI4/zGRkSbc2nZc/s1600-h/ENCONTRO_ECA18ANOS_JPPS2008_ECONVITE.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SH01uAg6RjI/AAAAAAAAAI4/zGRkSbc2nZc/s400/ENCONTRO_ECA18ANOS_JPPS2008_ECONVITE.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223390207347934770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Celebração com avaliação crítica, exibição de  raro filme de 1989 sobre os primórdios do ECA, música e construção de cenários  onde vigorem cada vez mais os direitos da Infância e da Adolescência: este é o  evento ECA 18 ANOS que acontece segunda-feira, dia 14, no Campus UFRJ da Praia  Vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECA 18 ANOS é uma realização de um grupo de  profissionais que concluíram o Curso de Extensão e Disciplina Jornalismo de  Políticas Públicas Sociais-JPPS, criado pelo Núcleo de Estudos  Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ, sob a  coordenação do professor Evandro Vieira Ouriques, e pela Agência de   Notícias dos Direitos da Infância-ANDI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarão presentes especialistas como Deodato  Rivera, filósofo e cientista político, forte liderança da grande mobilização nacional que antecedeu a votação pelo congresso; Vânia  Farias, presidente do  Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente-CMDCA; Ana  Carolina Loureiro, Conselheira Tutelar; George Araújo, projetista nas áreas de  Educação e Cultura e produtor audiovisual; Rui Marroig, do Forum Rio-DCA;  Marisa Santana, gestora do Comitê para Democratização da Informática-CDI e   adolescentes do CRIAM Santa Cruz e do Ballet de Santa Teresa, além de  Luiz Fernando Romão, do Projeto Legal, e Luiz Fernando Dudu Azevedo, educomunicador e documentarista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na  abertura do encontro serão exibidos  trechos do histórico documentário sobre a  elaboração do ECA realizado há  19 anos. O vídeo é parte do copião feito em 1989 por Dudu Azevedo, a pedido da  Fundação Odebrecht. Nele estão, entre outros, o cientista político Deodato Rivera e o pedagogo e ganhador  do Prêmio Nacional dos Direitos Humanos (1998) Antonio Carlos Gomes da Costa,  além de depoimentos de adolescentes. Trata-se de raríssimo testemunho do  processo de elaboração do Estatuto, luta presente até os dias de  hoje.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No intervalo entre os painéis haverá a  apresentação musical dos meninos e meninas do Quinteto Villa-Lobinhos. O  encontro se encerra com a Oficina de Construção de Cenários do ECA conduzida  pelo Professor Evandro Vieira Ouriques, que é também o coordenador do curso de  Jornalismo de Políticas Públicas Sociais-JPPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9:00 - 9:10 -  Abertura: &lt;br /&gt;. Evandro Vieira Ouriques - Coordenador do Núcleo de Estudos  Transdisciplinares de Comunicação e  Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ&lt;br /&gt;.George Araújo - projetista nas áreas de  Educação e Cultura e Produtor Audiovisual &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9:10 - 9:20 - Exibição  de trechos do documentário de Dudu Azevedo e Fundação Odebrecht, feito em 1989  sobre a elaboração do ECA.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9:20 - 10:20 - PAINEL I&lt;br /&gt;.Vânia   Farias- Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do   Adolescente-CMDCA e do Ballet de  Santa Teresa &lt;br /&gt;. Deodato Rivera  - filósofo, cientista político, participou da elaboração do ECA.&lt;br /&gt;. Ana  Carolina Loureiro, Conselheira Tutelar do Município do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;.  Mediação: Rui Marroig&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10:20 - 10:40 - Apresentação do Quinteto  Villa-Lobinhos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10:40 - 11:00 - Recreio com  Merenda&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;11:00 - 12:00 - PAINEL II&lt;br /&gt;. Marisa Santana, Gestora do  Comitê para Democratização da Informática-CDI, com depoimentos de adolescentes  do Criam Santa Cruz.&lt;br /&gt;. Laís Santos de Oliveira, adolescente integrante do  Ballet de Santa Teresa.&lt;br /&gt;. Luiz Fernando Romão, representante do Projeto  Legal, e beneficiários do Projeto.&lt;br /&gt;Mediação: Luiz Fernando Dudu  Azevedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12:00 - 13:30 - OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS  ECA&lt;br /&gt;Conduzida pelo professor Evandro Vieira Ouriques e por Luiz Fernando Sarmento, do SESC-RIO, com metodologias   participativas, com o objetivo de ajudar a consolidar os temas abordados  e as  redes presentes, de maneira a contribuir para o aprofundamento do  vigor de  Cenários ECA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO&lt;br /&gt;Evento: ECA 18 ANOS&lt;br /&gt;Data:  14/07/08&lt;br /&gt;Horário: 09:00 às 13:30h&lt;br /&gt;Local: Auditório da CPM-Escola de  Comunicação.UFRJ&lt;br /&gt;UFRJ da Praia Vermelha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Av.  Pasteur,  250-Urca-Rio de Janeiro (esquina com Av. Venceslau Brás, entrada pelo portão  da UFRJ do lado esquerdo do Hospital Pinel, caminhe 50 metros é o primeiro  prédio branco de dois andares à sua direita)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato:          &lt;br /&gt;Rui Marroig - (21)  9124-9777 - marroig@attglobal.net&lt;br /&gt;Teresa Fazolo - (21) 2552.1495 - 8207.8040 - tc.fazolo@nextcon.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-3619892822458458668?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/3619892822458458668/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=3619892822458458668' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/3619892822458458668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/3619892822458458668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/07/maioridade-do-eca-avaliada-e-tem.html' title='Maioridade do ECA é avaliada e tem exercício de  construção de futuro no encontro ECA 18 Anos, do Curso de Jornalismo de Políticas Públicas-UFRJ&amp;ANDI'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SH01uAg6RjI/AAAAAAAAAI4/zGRkSbc2nZc/s72-c/ENCONTRO_ECA18ANOS_JPPS2008_ECONVITE.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-6856609358323007601</id><published>2008-07-01T22:26:00.002-03:00</published><updated>2008-07-01T22:29:30.355-03:00</updated><title type='text'>Gestão da Mente Sustentável é artigo e minicurso no Congresso de Excelência em Gestão da UFF</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7OZ3VoI/AAAAAAAAAIQ/JBwvngXpnM8/s1600-h/brasao_latec.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7OZ3VoI/AAAAAAAAAIQ/JBwvngXpnM8/s400/brasao_latec.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218222729764230786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7dqXU2I/AAAAAAAAAIY/hzThtLNXO7E/s1600-h/logo_uff_preto_150.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7dqXU2I/AAAAAAAAAIY/hzThtLNXO7E/s400/logo_uff_preto_150.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218222733859967842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7bNceCI/AAAAAAAAAIg/Jw1ChPTSjk0/s1600-h/clube_engenharia_120.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7bNceCI/AAAAAAAAAIg/Jw1ChPTSjk0/s400/clube_engenharia_120.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218222733201799202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7Z9P3zI/AAAAAAAAAIo/qaEMK8AcD1w/s1600-h/logo_petrobras.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7Z9P3zI/AAAAAAAAAIo/qaEMK8AcD1w/s400/logo_petrobras.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218222732865429298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7q-dvjI/AAAAAAAAAIw/Z2ODUN9WaKg/s1600-h/logo_gri.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7q-dvjI/AAAAAAAAAIw/Z2ODUN9WaKg/s400/logo_gri.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218222737433935410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como desdobramento para as organizações da questão que para a Mídia Livre trato no  conceito de Mente Livre, acabo de ter aprovado pelo Congresso Nacional de Excelência em Gestão, do Laboratório de Tecnologia, Gestão de Negócios e Meio Ambiente-LATEC.UFF (Qualis CAPES Nacional A), artigo a respeito de minha metodologia, que criei em 2005, de gestão de pessoas, projetos e organizações que querem fazer vigorar o “espírito público”, as políticas públicas sociais e a responsabilidade socioambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se do artigo &lt;br /&gt;A Gestão da Mente Sustentável: o Quarto Bottom Line &lt;br /&gt;–a questão da Comunicação e da Consciência na Responsabilidade Sociambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo Congresso, que será realizado de 31 de julho a 2 de agosto, realizarei minicurso sobre o tema, que avança o modelo clássico do Triple Bottom Line, internacionalmente adotado pelas organizações desde a década dos 80 e que precisava amadurecer através de um estatuto teórico e de uma prática capaz de identificar e remover os estados mentais responsáveis pela efetivação dos cenários compatíveis com as necessidades imperiosas de sustentabilidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A IV edição do Congresso Nacional de Excelência em Gestão-CNEG enfatiza o tema da Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras, através da difusão das informações geradas no âmbito dos centros de pesquisa e nas trocas de experiências entre a academia e as organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso entende que somente a absorção do conhecimento pelas organizações brasileiras poderá criar a massa crítica necessária para levar às mudanças à nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se promover a difusão e integração dos conhecimentos sobre a Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras, por meio de palestras, workshops e demais atividades que permitam a exploração das experiências e práticas em gestão. A coordenação das diversas áreas é realizada por professores – pesquisadores de Instituições de diversas Universidades brasileiras e estrangeiras, configurando assim, a abrangência nacional e internacional do Congresso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-6856609358323007601?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/6856609358323007601/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=6856609358323007601' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/6856609358323007601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/6856609358323007601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/07/gesto-da-mente-sustentvel-artigo-e.html' title='Gestão da Mente Sustentável é artigo e minicurso no Congresso de Excelência em Gestão da UFF'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SGrZ7OZ3VoI/AAAAAAAAAIQ/JBwvngXpnM8/s72-c/brasao_latec.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8970108695863361458</id><published>2008-06-22T07:21:00.010-03:00</published><updated>2008-06-22T07:34:00.795-03:00</updated><title type='text'>Artigo sobre estratégias de comunicação da ICAR é selecionado para a 6a. Conferência Internacional Mídia, Religião e Cultura, este ano na Metodista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF4p--8BTFI/AAAAAAAAAH4/9jPzw_belRU/s1600-h/logo.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF4p--8BTFI/AAAAAAAAAH4/9jPzw_belRU/s400/logo.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214651580564982866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Morra como herege, vá para o inferno ou seja feliz: Uma análise das três estratégias de comunicação psico-política da ICAR para o diálogo inter-religioso" - Área: Estudos culturais de mídia, religião e espiritualidade; Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques - Professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ), onde dirige o Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência. Doutor em Comunicação e Cultura, com a tese: “A Tradição e a Ciência na Unidade do Humano e do Ser: Os Fundamentos de um Novo Modelo de Comunicação e Cultura”. E-mail: evouriques@terra.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernardo Veiga de Oliveira Alves - Aluno do curso de Graduação em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, da ECO/UFRJ. Bolsista de iniciação científica da UFRJ. E-mail: bvoa@hotmail.com. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6ª Conferência Mídia, Religião e Cultura&lt;br /&gt;Diálogos na Diversidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Universidade Metodista de São Paulo, com o apoio da Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC)- América Latina, realizará a 6ª Conferência Mídia, Religião e Cultura, nos dias 11 a 14 de agosto de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo como objetivo a formação para a interface com os temas da religião e cultura relacionados à mídia, trazendo contribuições científicas e profissionais para o enfrentamento e superação de questões globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento contará com presença de pesquisadores, profissionais e estudantes relacionados ao tema da conferência em suas determinadas áreas da comunicação, religião e humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;A primeira conferência sobre MRC realizou-se em Upsala em 1993, seguida pelas de Boulder em 1996, de Edinburgh em 1999, de Louisville em 2004 e de Sigtuna em 2006. Além disso, a Conferência sobre Mídia Sacra reunida em Jyvaskyla, Finlândia, em 2003 representou importante papel, embora não fizesse parte formal das conferências sobre Mídia, Religião e Cultura. O propósito dessas conferências é a partilha dos mais recentes desenvolvimentos na pesquisa e no estudo do tema. Além de sessões plenárias, os participantes têm a oportunidade de apresentar por meio de palestras e de mesas redondas contribuições em todas as áreas desse tão multifacetado campo. Embora a Conferência admita debates sobre amplo espectro de questões, concentra-se em temas relacionados com a sociedade multicultural e multirreligiosa. Estes encontros têm facilitado o diálogo entre especialistas acadêmicos e pessoas envolvidas com a produção de mensagens midiáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma das conferências internacionais já realizadas gerou constantes diálogos bem como a publicação destes importantes livros especializados na área: Rethinking Media, Religion and Culture [Repensar a mídia, a religião e a cultura] (Sage, 1997), editado por Stewart Hoover e Knut Lunby, logo depois do primeiro encontro em Upsala, Suécia; Practicing Religion in the Age of Media [A prática da religião na era da mídia] (Columbia University Press, 2002), editado por Stewart Hoover e Lynn Schofield Clark, depois da segunda reunião em Boulder, Colorado; e Mediating Religion: Conversations in Media, Religion and Culture [Mediação da religião: conversas sobre mídia, religião e cultura] (T&amp;T Clark, 2003), editado por Jolyon Mitchell e Sophia Marriage.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrocínio&lt;br /&gt;Comitê Internacional da Conferência sobre Mídia, Religião e Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização&lt;br /&gt;Universidade Metodista de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local&lt;br /&gt;Universidade Metodista de São Paulo - Campus Rudge Ramos&lt;br /&gt;Rua Alfeu Tavares, 149 - Rudge Ramos&lt;br /&gt;09641-000 - São Bernardo do Campo - SP&lt;br /&gt;Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idioma oficial da Conferência&lt;br /&gt;Inglês com tradução simultânea para o português e o espanhol&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8970108695863361458?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8970108695863361458/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8970108695863361458' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8970108695863361458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8970108695863361458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/artigo-na-rea-dos-estudos-culturais-de.html' title='Artigo sobre estratégias de comunicação da ICAR é selecionado para a 6a. Conferência Internacional Mídia, Religião e Cultura, este ano na Metodista'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF4p--8BTFI/AAAAAAAAAH4/9jPzw_belRU/s72-c/logo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-474291895617518744</id><published>2008-06-20T23:15:00.005-03:00</published><updated>2008-06-20T23:19:56.590-03:00</updated><title type='text'>Tratarei da Gestão da Mente Sustentável no Congresso da Associação Brasileira de Recursos Humanos-ABRH a convite da Rebouças &amp; Associados</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxkqHLZfyI/AAAAAAAAAHg/QUulFRQ7ALA/s1600-h/Convite+Evandro+Stand+c%C3%B3pia%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxkqHLZfyI/AAAAAAAAAHg/QUulFRQ7ALA/s400/Convite+Evandro+Stand+c%C3%B3pia%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214153143232331554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxkqLE2OvI/AAAAAAAAAHY/-GSBkd-QslY/s1600-h/logo-abrh1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxkqLE2OvI/AAAAAAAAAHY/-GSBkd-QslY/s400/logo-abrh1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214153144278596338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estarei nesta segunda, a partir das 15h30m, no stand da Rebouças &amp; Associados no 34º Congresso da ABRH-Associação Brasileira de Recursos Humanos (Centro de Convenções Sul América-Cidade Nova-Rio de Janeiro, Stand 29, Rua Machado Coelho, 100, Cidade Nova-Rio) conversando a respeito da metodologia GMS-Gestão da Mente Sustentável®: o Quarto Bottom Line que criei para ajudar sujeitos de direitos, organizações e redes a fazerem vigorar de fato em suas atitudes (e não apenas nominalmente) a responsabilidade socioambiental, o outro nome do “espírito público”, do trabalho colaborativo, do vigor de agregadores de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GMS®, reconhecida nacional e internacionalmente, é o avanço transdisciplinar teórico e operacional (a partir da Teoria da Comunicação, da Teoria da Cultura, da Filosofia  Política, da Filosofia da Linguagem, da Psicanálise, da Psicologia Social e dos Sistemas de Gestão) do modelo do Triple Bottom Line-TBL (segurança ambiental, equidade econômica e justiça social), como se sabe utilizado em todo o mundo, como referência-padrão, desde a década dos 80 para gerar sustentabilidade e que não vem obtendo resultados satisfatórios por faltar justamente, sob minha avaliação, e aí nasceu o princípio que move a GMS®, o entendimento de que toda ação no mundo é fruto da ação mental (pensamentos, percepções e afetos) que a determina ou de maneira efetivamente colaborativa e inclusiva ou não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que, portanto, a ação mental nada tem de subjetivo, muito pelo contrário -é a única dimensão efetivamente objetiva e concreta que os sujeitos podem ter e têm: o domínio do processo de formação da vontade, quando cada pessoa seleciona do fluxo de seus estados mentais (estados de atenção, pensamentos, percepções e afetos) aqueles que ela autoriza a se tornarem ação no mundo. Portanto a GMS® viabiliza o empoderamento, a desvitimização e a promoção da responsabilidade cidadã, portanto humana, pelos atos que se realiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentei pela primeira vez a GMS-Gestão da Mente Sustentável®: o Quarto Bottom Line Painel da Conferência Internacional do Instituto ETHOS 2005 dedicado ao tema Comunicação Ética e Construção de Valores para uma Sociedade Sustentável, mediado por Leno Silva, então assessor de comunicação do Instituto ETHOS, e composto por Rosa Alegria, presidente da Perspektiva e hoje pesquisadora do NETCCON.ECO.UFRJ, do publicitário Ricardo Guimarães, por mim e por justamente Geoff Lye, vice-presidente da SustainAbility, cujo presidente, John Elkington, criou o modelo TBL que, como dito, muda radicalmente de patamar, por viabilizar de fato responsabilidade sociambiental, com o modelo teórico e operacional da GMS-Gestão da Mente Sustentável®. &lt;br /&gt;￼&lt;br /&gt;￼&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-474291895617518744?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/474291895617518744/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=474291895617518744' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/474291895617518744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/474291895617518744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/tratarei-da-gesto-da-mente-sustentvel.html' title='Tratarei da Gestão da Mente Sustentável no Congresso da Associação Brasileira de Recursos Humanos-ABRH a convite da Rebouças &amp; Associados'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxkqHLZfyI/AAAAAAAAAHg/QUulFRQ7ALA/s72-c/Convite+Evandro+Stand+c%C3%B3pia%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-3533728985484869656</id><published>2008-06-20T23:06:00.002-03:00</published><updated>2008-06-20T23:11:34.179-03:00</updated><title type='text'>Le Monde Diplomatique destaca importância da Mente Livre para o vigor da Mídia LIvre</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxjSc9NSOI/AAAAAAAAAHQ/S_KxAplRbwM/s1600-h/logobr.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxjSc9NSOI/AAAAAAAAAHQ/S_KxAplRbwM/s400/logobr.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214151637249902818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Le Monde Diplomatique&lt;br /&gt;Edição Brasileira — Blog da Redação&lt;br /&gt;Arquivo para Junho 18th, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois olhos, dois ouvidos e uma boca só: &lt;br /&gt;Fórum revive a função social da reportagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 18 Junho 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a teoria, a Comunicação acontece quando se consegue atingir, no Outro, aquilo que se almeja. Em meio à chuva de notícias e informação, permanece a carência de pautas realmente novas e significativas. A demanda por organização das mídias reaparece, mas desta vez, requer uma forma horizontal e democrática, capaz de ampliar horizontes aos novos espaços e atores da vida cotidiana - que surgem preenchendo necessidades, cobrindo lapsos sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(por Marília Arantes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionando a força em moldes tradicionais da imprensa brasileira, as discussões do I Fórum de Mídia Livre, realizado entre os dias 14 e 15 de junho, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), voltaram-se às idéias capazes de re-ligar a Comunicação a sua função democrática e social: a percepção da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estruturalmente, o problema volta- se à formação de educadores para a mídia livre. A educação, fonte da crítica, continua a ser uma lacuna brasileira. Mas, se liberdade e autonomia andam de mãos dadas, como fazer horizontal o acesso à informação numa sociedade de desigualdades, em que a ditadura da grande mídia caminha ao lado do conservadorismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Durante a quarta des-conferência do Fórum, acerca da ‘Formação para a Mídia Livre’, Evandro Vieira Ouriques, professor da Escola de Comunicação – ECO - da UFRJ, sentenciou: “a mídia só é livre quando a mente é livre”. Criticando o jargão “dar a voz” como resquício de paternalismo no Brasil, mostrou que a questão está em “encontrar a voz” para que indivíduos e grupos possam falar por si, da sua realidade e experiência. A vontade de se representar é o motor de criação de uma mídia contra-hegemônica. Para tanto, as relações de confiança e generosidade tornam-se necessárias. Para ele, essas são “a base da construção horizontal de agregadores de transformação”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a matéria segue, veja em http://diplo.wordpress.com/2008/06/18/)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-3533728985484869656?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/3533728985484869656/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=3533728985484869656' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/3533728985484869656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/3533728985484869656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/le-monde-diplomatique-destaca.html' title='Le Monde Diplomatique destaca importância da Mente Livre para o vigor da Mídia LIvre'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFxjSc9NSOI/AAAAAAAAAHQ/S_KxAplRbwM/s72-c/logobr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-7245971309032389259</id><published>2008-06-16T08:57:00.006-03:00</published><updated>2008-06-16T09:23:29.166-03:00</updated><title type='text'>Oficina sobre Mente Livre é a mais concorrida do I Fórum de Mídia Livre!</title><content type='html'>Soube ontem ao final da tarde que a Oficina sobre Mente Livre, Mídia Livre: a construção de agregadores de inovação, foi a mais concorrida entre todas as 20 oficinas oferecidas pelo I Fórum de Mídia Livre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou muito feliz com isto pois quando sugeri ao Fórum introduzir a questão da Mente Livre na programação como um todo, por entendê-la como decisiva para o vigor de uma Mídia Livre, jamais imaginei esta receptividade, uma vez que o Fórum estava fortemente alinhado pela luta no sentido da obtenção do que chamo "verba livre", ou seja da regulação da distribuição das verbas publicitárias públicas", e pelo fortalecimento do que também chamo de "verbo livre", ou seja, da expansão da cultura digital e das redes, que amplificam a capacidade de multiplicação de vozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão da Mente Livre é a de que apenas com um fluxo de pensamentos, percepções e afetos renovados é que os midialivristas, cidadãos, comunicadores-cidadãos e cidadãos-comunicadores poderão efetivamente criar um novo mundo. Caso contrário a "verba livre" e o "verbo livre apenas amplificariam o já conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oficina contou com a participação, na condução, da Profa. Dra. Sandra Korman Dib, da PUC-Rio, e pesquisadora do NETCCON.ECO.UFRJ, que trouxe uma contribuição muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carinhosa-Mente, Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-7245971309032389259?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/7245971309032389259/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=7245971309032389259' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/7245971309032389259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/7245971309032389259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/oficina-sobre-mente-livre-mais.html' title='Oficina sobre Mente Livre é a mais concorrida do I Fórum de Mídia Livre!'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-1980904115195869781</id><published>2008-06-10T15:24:00.008-03:00</published><updated>2008-06-12T16:14:35.432-03:00</updated><title type='text'>A Mídia só é Livre Quando a Mente é Livre. Esta é a questão que introduzi e tratarei no I Fórum de Mídia Livre</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFF1KFVG82I/AAAAAAAAAHI/TyLBiFbz9jQ/s1600-h/977177_23271250_a%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFF1KFVG82I/AAAAAAAAAHI/TyLBiFbz9jQ/s400/977177_23271250_a%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211075059934229346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7RZ0yREoI/AAAAAAAAAG4/ChkxhH90Ymw/s1600-h/Midia.Livre.Convite%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7RZ0yREoI/AAAAAAAAAG4/ChkxhH90Ymw/s400/Midia.Livre.Convite%5B2%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210332060510655106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;￼                                                                              &lt;br /&gt;http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;pid=1039&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A mídia só é livre quando a mente é livre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Evandro Ouriques introduz no I Forum de Mídia Livre a questão da Mente Livre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seiscentas pessoas já confirmaram sua participação no 1º Fórum de Mídia Livre (FML), que acontecerá no Rio de Janeiro neste fim de semana. As inscrições continuam chegando de todo o Brasil, e a expectativa da organização do evento é de que pelo menos 800 pessoas façam parte das questões que serão tratadas no Campus Praia Vermelha da UFRJ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ faz parte do Comitê Organizador do FML, através de seu coordenador, professor Dr. Evandro Vieira Ouriques, e teve a oportunidade de introduzir a questão da "Mente Livre" na programação do Fórum por entendê-la decisiva para o vigor de uma Mídia Livre, e vai tratá-la em desconferência neste sábado à tarde e em oficina no domingo à tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prof. Evandro, cientista político, jornalista, terapeura de base analítica e consultor organizacional, fala aqui deste conceito, que desdobra a linha de pesquisa do NETCCON dedicada à proposição teórica e sustentação operacional de uma economia psico-política da Comunicação e da Cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Forum de Mídia Livre é o lugar decisivo para tratarmos da questão da "Mente Livre", que proponho e sustento, pois a "Verba Livre", que o FML quer obter através de pressões legítimas na direção do Governo para que haja distribuição democrática das verbas publicitárias públicas, e o "Verbo Livre", que o FML também quer ajudar a ampliar através da cultura digital e das redes, somente alcançarão seu objetivo de transformação social se os ativistas estiverem livres das sequências mentais do regime de servidão tornando-se ele próprios exemplos vivos no mundo de comunicadores-cidadãos, de cidadãos-comunicadores. O que permite que hajam relações de confiança, sem as quais as redes e toda a esperança nelas depositada por muitos não pode se efetivar, pois a confiança é a base da construção horizontal de agregadores de transformação." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ou seja mídia livre só existe quando o midialivrista é de fato livre, fala com voz própria, conseguiu vencer em si mesmo a tendência generalizada de agir com base no interesse e no poder auto-referenciados, atitude que é naturalizada e que impede, como disse, as relações de confiança. Como criar uma rede de redes se não há confiança, se há apenas luta pelo poder? A referência para uma ação livre no mundo é outra, ela precisa ser a generosidade, este para mim o outro nome do “espírito público”, da democracia, dos direitos humanos, dos direitos ambientais, dos direitos das crianças e dos adolescentes, das políticas públicas, da responsabilidade socioambiental.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No livro História das Teorias da Comunicação, o belga Armand Mattelart, professor da Universidade de Paris e um dos mais eficientes críticos do monopólio mundial dos meios de comunicação, diz que, nos dias atuais, criados pela produção de estados mentais (e por isto criei em 2005 na Escola de Comunicação a disciplina Construção de Estados Mentais Não-violentos na Mídia) a liberdade política não pode se resumir ao direito de exercer a própria vontade. Ele insiste, e eu concordo plenamente, que a liberdade política hoje reside igualmente no direito de dominar o processo de formação dessa vontade, já que, na maior parte dos casos, ela [a vontade] é capturada por um rio de mídia que atravessa a pessoa ao longo do seu desenvolvimento emocional, educacional, social e histórico. Um fluxo que fala e sente por ela." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje, a pessoa sente e pensa por meio da mídia que, em nenhum momento, a ajuda a parar e refletir. A aceleração, por exemplo, que os apresentadores dos telejornais utilizam é incompatível com o ritmo respiratório, metabólico. A respiração fica suspensa. E suspensa, impede que as informações entrem e sejam metabolizadas. Impedem, inclusive, que a nossa mente (no sentido do conjunto de percepções, pensamentos e afetos) tenha tempo de excretar o que não serve." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há cultura digital que dê conta de gerar relações de confiança. Para construirmos confiança precisamos de algo ainda mais difícil do que a verba livre e o verbo livre. Precisamos de uma Mente Livre, livre destes tempos de amor líquido, no qual os relacionamentos pouco se sustentam ou não se sustentam pois não há conversa na maioria das vezes, mas tentativas cruzadas, e em rede, de convencimento do outro. Se Zygmunt Bauman [sociólogo polonês] mostra que estamos na época do amor líquido, é porque vivemos uma era de relações líquidas. No entanto, o que garante o vigor da relação colaborativa nas redes, conseqüentemente, o vigor da cultura digital, é exatamente a estabilidade da confiança. Mas o que assistimos é a experiência do atropelamento, das decisões democráticas apenas nominais, quando a prática é a da imposição, da traição e da desconfiança. A grande mídia está, em geral, neste estado, e os midialivristas foram formados por ela, nela. Não nos tornamos livres apenas por uma vontade de ser livre. É um longo e complexo processo, como mostram por exemplo a psicanálise e a psicologia social." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Baseados na luta política auto-referenciada, na vida como uma luta constante e implacável como única saída imaginada por oposição a um céu idealizado e inexequível, a organização social se mantém, atualmente, por uma estratégia de dessubjetivação, ou seja, de desespeciação: de perda do caráter de espécie, como provam os atos crescentes e sucessivos de horror com os quais convivemos e que estão presentes nas relações das equipes, das redes, das amizades, dos relacionamentos." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos diante, portanto, de sujeitos não-instalados. Portanto a verba livre e o verbo livre com sujeitos efetivamente não-instalados no qual o que nos fala é um vazamento do inconsciente temos é a expansão da história conhecida, seja ela pessoal e comunitária, racial, de gênero, de classe, etc., de traumas, abusos, discriminações." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É decisivo portanto investirmos na construção de uma Mente Livre, para que as redes sejam efetivamente redes e não apenas clubes, nos quais o sentido de comunidade desaparece e o de política permanece como sendo apenas a tentativa de administrar grupos de pressão orientados por princípios vagos meta-organizados pela luta pelo poder, pela idéia vertical que alguém que sabe mais do que alguém. Mesmo que esta alguém seja de esquerda..." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A História prova que os grupos que chegam ao poder tendem a repetir o mesmo padrão de comportamento dos grupos anteriores e prova também que quando as pessoas se juntam começam logo a se engalfinhar pelo poder. Ora precisamos de uma fonte de referência para a ação que não seja a própria ação e uma fonte de referência para a luta política que não seja a própria luta, porque senão colaboramos para o aprofundamento da barbárie. Como então conseguir agenciamentos possíveis de nossas singularidades em torno de objetivos/desejos comuns?" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Teoria Social, por exemplo, insiste em dizer que as práticas humanas são movidas pelo interesse e pelo poder. Ora, como é possível então explicar o desejo de democracia, de políticas públicas sociais, de responsabilidade socioambiental? O midiativista, o comunicador, o jornalista, o cidadão, o profissional precisa ser aquilo que ele gostaria de ver no mundo. Precisa dominar o processo de formação de sua vontade para não ser capturado pelos valores que mantêm a exclusão. Vida privada e vida pública são conceitos binários ultrapassados. Precisamos ser de fato o que gostaríamos de ver no mundo, como disse uma vez de maneira lúcida Mahatma Gandhi, aquele que derrubou o pai do Império que está aí, e à cuja mídia os midialivristas querem superar. É decisivo que se pense e se construa uma Mente Livre, pois só assim teremos de fato uma Mídia Livre". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Evandro Vieira Ouriques, coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ, pós-doutor em Cultura de Comunicação, Globalização de Mercados e Responsabilidade Ética, pelo Programa Avançado de Cultura Contemporânea-PACC, do Forum de Ciência e Cultura da UFRJ, tratará da questão da Mente Livre no Grupo de Trabalho Formação para uma Mídia Livre, no sábado à tarde, e na Oficina "Mente Livre, Mídia Livre", que ocorrerá no domingo à tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cinco eixos temáticos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã de sábado (14) acontecerá a cerimônia de abertura do FML e, em seguida, terão início as mesas de discussão com cinco eixos temáticos: Políticas Públicas de Fortalecimento da Mídia Livre; Democratização das Verbas Publicitárias Públicas; Fazedores de Mídia; Formação para a Mídia Livre e Mídias Colaborativas, Novas Mídias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro eixo de discussão, segundo os organizadores do FML, tratará temas como "regulamentações, Lei Geral da Comunicação, direito à comunicação, TV pública, telefonia e internet pública, convergência das mídias, pontões de cultura digital, etc". O segundo eixo pretende analisar "a questão das verbas públicas de publicidade e propaganda e a garantia pelo poder público de espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, assegurando assim maior diversidade informativa e amplo direito à comunicação". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro eixo, sobre o tema "Fazedores de Mídia", pretende fazer um "mapeamento da rede de produtores de mídia livre, coletivos, sites, jornais, canais, empresas, agências e movimentos sociais que fazem mídia e propostas que tenham o ’público’ e o ’comum’ como referência". Nesse eixo, será discutida a possibilidade de formação de um Portal de Mídia Livre, que poderá servir para potencializar o alcance e a possibilidade de sustentação da "mídia contra-hegemônica". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto eixo, serão analisadas as experiências de universidades, de educação não-formal, de escolas livres, empresas, ONGs, coletivos, etc, que "podem contribuir pela construção de uma ’mente livre’ para formar ’midiativistas’, jornalistas, radialistas, editores, publicitários, assessores, etc, que sejam criadores de atitudes agregadoras, conteúdos e pautas de fato novas, apontando e construindo assim novos e potentes cenários de expressão, trabalho e mudança". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quinto eixo fará uma discussão sobre "os movimentos, projetos, ferramentas e tecnologias de criação livre (Software Livre, Creative Commons, Wiki, P2P, sites e portais colaborativos, etc) e as políticas de acesso e capacitação para o uso dessas ferramentas nos serviços públicos e mídias livres". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo (15), acontecerá a plenária final do 1º FML, onde serão apresentados os resultados das discussões travadas nos cinco eixos temáticos. A plenária terá espaço para a intervenção de convidados, como representantes de movimentos sociais, centrais sindicais, e partidos: "A intenção é que, durante a plenária final, seja também aprovado o Manifesto da Mídia Livre, documento de princípios do movimento", afirma Gustavo Barreto. Além dos grupos de discussão, os dois dias de evento na UFRJ também abrigarão oficinas (já foram inscritas 16) sobre temas diversos ligados à comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento começou em março &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas, acadêmicos e ativistas pela democratização da comunicação divulgaram no início de abril manifesto em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manifesto, resultado de reunião promovida em São Paulo em março, lançou as bases para a organização do I Fórum de Mídia Livre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidados &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os convidados e organizadores e estão lideranças como Joaquim Palhares, Ivana Bentes, Gustato Barbosa, Antonio Biondi (Intervozes), Marcos Dantas, PUC-RJ, Jorge Bittar, Caetano Ruas, Circo Digital/Pontão de Cultura Digital, Gustavo Gindre, Intervozes/Comitê Gestor da Internet Brasil, Renato Rovai, Revista Fórum, Dario Pignotti, Jornais Página 12, Argentina, e La Jornada –México, Giuseppe Cocco, Le Monde Diplomatique/Global, Emir Sader, CLACSO e UERJ, Mário Augusto Jakobskind, Brasil de Fato, Altamiro Borges, Vermelho, Bárbara Szaniecki, Revista Global, Paulo Lima, Viração SP, Augusto Gazir, Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC) da Maré RJ, Marcus Faustini, Escola Livre de Cinema - Nova Iguaçu RJ, Rosane Svartman, Nós do Morro, Hamilton Octavio de Souza, Curso de Jornalismo da PUC-SP, Zilda Ferreira, Educom, João Pedro Dias Vieira, UERJ, Oona Castro, Overmundo-RJ, Ermanno Allegri, ADITAL – Agência de Informação Frei Tito para a América Latina-RJ, Patricia Canetti, Canal Contemporâneo e Conselho de Arte Digital no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), Cláudia de Abreu, Comunicativistas-RJ e Márcia Corrêa, Bem TV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação &amp; local do evento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O I Fórum de Mídia Livre acontecerá nos próximos dias 14 e 15 de junho de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira aqui os eixos temáticos e a programação completa do evento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições podem ser feitas em http://forumdemidialivre.blogspot.com &lt;http://forumdemidialivre.blogspot.com/&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÁBADO, 14 DE JUNHO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h às 12h - Mesa de abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABERTURA DO FÓRUM com convidados e coordenadores do Fórum de Mídia Livre, com Apresentação/Distribuição de documento com questões, propostas, provocações iniciais do Fórum da Mídia Livre em torno dos eixos temáticos. Debate geral com os participantes. Dinâmica da Desconferência: 5 ou 6 convidados preparam uma fala/pauta/provocação de 5 a 10 minutos e depois abre-se a roda para todos que quiserem se inscrever e falar, com um limite de tempo. (TRANSMISSÃO ON-LINE) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12h às 14h - Almoço &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h às 18h - Grupos de Desconferências com cinco eixos temáticos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunião em paralelo dos Grupos de Trabalho, moderados por um Coordenador e com a participação de desconferencistas com objetivo de propor um documento enxuto com considerações, encaminhamentos, propostas, em torno das questões do eixo temático do grupo. (TRANSMISSÃO ON-LINE) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Democratização da Publicidade Pública e dos Espaços na Mídia Pública &lt;br /&gt;A questão das verbas públicas de publicidade e propaganda e a garantia pelo poder público de espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, assegurando assim maior diversidade informativa e amplo direito à comunicação e outras propostas concretas e pragmáticas. Trabalhar com o conceito de verbas livres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Renato Rovai (Revista Fórum). Relator: Rodrigo Brandão (Comitê Rio do FML). Convidados: Antonio Mello (Blog do Mello); Claiton Mello (Gerência de Marketing da Fundação Banco do Brasil); Dario Pignotti (Ansa, Página 12 e Manifesto); Emir Sader (CLACSO e UERJ); Giuseppe Cocco (Le Monde Diplomatique e revista Global); Joaquim Palhares (Agência Carta Maior); Mário Augusto Jakobskind (Brasil de Fato); Robinson Almeida (secretário de Comunicação do Governo da Bahia). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Políticas Públicas de Fortalecimento da Mídia Livre &lt;br /&gt;Regulamentações, Lei Geral da Comunicação, Direito à Comunicação, TV Pública, Telefonia e Internet Pública, Convergência das Mídias, Pontões de Cultura Digital, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Antonio Biondi (Intervozes). Convidados: Caetano Ruas (Circo Digital/Pontão de Cultura Digital); Jorge Bittar (deputado federal PT-RJ); Lalo Leal (professor da USP); Marcos Dantas (professor PUC-RJ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Fazedores de Mídia &lt;br /&gt;Mapeamento/discussão da rede de produtores de mídia livre, coletivos, sites, jornais, canais, empresas, agências, movimentos sociais que fazem mídia, propostas que tenham o "público" e o "comum" como referência pensando na constituição de um Portal de Mídia Livre. A questão da mídia "contra-hegemônica" e a potencialização da difusão mundial de outras formas de sentir, pensar e agir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Altamiro Borges (Vermelho). Relator: Leandro Uchoas. Confirmados: Bárbara Szaniecki (Revista Global); Beto Almeida (Telesur); Fátima Lacerda (Agência Petroleira de Notícias); Patricia Canetti (conselheira titular de Arte Digital do CNPC - Conselho Nacional de Política Cultural); Paulo Lima (Revista Viração). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Formação para uma Mídia Livre &lt;br /&gt;Como as Universidades, experiências de educação não-formal, escolas livres, empresas, ongs, coletivos, etc., podem contribuir pela construção de uma "mente livre" para formar "midiativistas", jornalistas, radialistas, editores, publicitários, assessores, etc., que sejam criadores de atitudes agregadoras, conteúdos e pautas de fato novas, apontando e construindo assim novos e potentes cenários de expressão, trabalho e mudança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenadora: Ivana Bentes (ECO/UFRJ e Universidade Rede Nômade); Confirmados: Augusto Gazir (Escola Popular de Comunicação Crítica - ESPOCC); Evandro Vieira Ouriques (Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência - NETCCON.ECO.UFRJ); Fábio Mallini (UFES); João Pedro Dias Vieira (professor da Uerj); Luciana Bezerra (Nós do Morro); Marcus Faustini (Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu); Zilda Ferreira (Educom). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Mídias Colaborativas, Novas Mídias &lt;br /&gt;Apresentação/discussão dos movimentos, projetos, ferramentas e tecnologias de criação livre (Software Livre, Creative Commons, Wiki, P2P, sites e portais colaborativos, etc.) e políticas de acessos e capacitação para o uso dessas ferramentas, implantação de ferramentas livres/não-proprietárias nos serviços públicos e mídias livres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Gustavo Barreto (Consciência.Net) e Anselmo Massad (Revista Fórum). Confirmados: Claudia de Abreu (Comunicativistas); Ermanno Allegri (ADITAL); Oona Castro (Overmundo/Intervozes); Rita Freire (Ciranda). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOMINGO, 15 DE JUNHO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h às 12h - Plenária de leitura e aprovação dos relatórios com espaço para intervenções dos convidados, representando movimentos sociais, centrais sindicais, governos, partidos políticos etc. &lt;br /&gt;Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho. Discussão ampla e geral e Apresentação/Esboço de documento/manifesto do I Fórum da Mídia Livre, sintetizando as proposições e apontando prioridades. Debate. (TRANSMISSÃO ON-LINE) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMOÇO - 12h às 14h &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h às 18h - Feira de projetos em espaço de sinergia &lt;br /&gt;Oficinas, Encontros Regionais, iniciativas livres, encontros específicos, atividades propostas, apresentação de materiais produzidos durante o Fórum, nas Oficinas etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h - Evento de encerramento &lt;br /&gt;FESTA/Confraternização - Campus da Praia Vermelha e lugares em fase de proposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá uma Sala de Imprensa para garantir a cobertura do evento pelos veículos de mídia livre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Esta matéria incorpora trechos de matéria publicada na Carta Maior http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15047 e trechos de material de divulgação do FML, do NETCCON.ECO.UFRJ e da NovaE)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-1980904115195869781?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/1980904115195869781/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=1980904115195869781' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/1980904115195869781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/1980904115195869781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/mente-livre-o-tema-de-minha.html' title='A Mídia só é Livre Quando a Mente é Livre. Esta é a questão que introduzi e tratarei no I Fórum de Mídia Livre'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SFF1KFVG82I/AAAAAAAAAHI/TyLBiFbz9jQ/s72-c/977177_23271250_a%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-2434980915468694943</id><published>2008-06-10T14:35:00.004-03:00</published><updated>2008-06-12T16:18:26.829-03:00</updated><title type='text'>O Comunicador-Cidadão e a Possibilidade do Vigor das Políticas Públicas e da Responsabilidade Socioambiental é minha palestra para a Redação do Futura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7F2bX0rXI/AAAAAAAAAGo/2KCX_Cis9bQ/s1600-h/loog_video_futura.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7F2bX0rXI/AAAAAAAAAGo/2KCX_Cis9bQ/s400/loog_video_futura.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210319357765528946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estarei nesta sexta, 13 de junho, na Redação do Canal Futura para dar, na própria redação, a palestra Comunicador-Cidadão: a possibilidade do vigor das Políticas Públicas e da Responsabilidade Socioambiental, a convite de Jacinta Vieira Rodrigues dos Santos. Palestra-relâmpago é um projeto do Futura: são palestras ministradas diretamente no ambiente da Redação. &lt;br /&gt;Carinhosa-Mente,&lt;br /&gt;Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-2434980915468694943?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/2434980915468694943/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=2434980915468694943' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2434980915468694943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2434980915468694943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/mdia-mente-e-ao-o-tema-de-minha.html' title='O Comunicador-Cidadão e a Possibilidade do Vigor das Políticas Públicas e da Responsabilidade Socioambiental é minha palestra para a Redação do Futura'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7F2bX0rXI/AAAAAAAAAGo/2KCX_Cis9bQ/s72-c/loog_video_futura.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-2707192514986659106</id><published>2008-06-05T22:40:00.013-03:00</published><updated>2008-06-05T23:24:57.411-03:00</updated><title type='text'>Mesa do NETCCON sobre Comunicação e Imaginário do Envolvimento é aprovada pelo Congresso Internacional Imaginário do Envolvimento Desenvolvimento-UFPE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiWUvYW5oI/AAAAAAAAAFQ/n8Kpc7GQCFQ/s1600-h/logo_ufpe.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiWUvYW5oI/AAAAAAAAAFQ/n8Kpc7GQCFQ/s400/logo_ufpe.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208578252114159234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiWU3ltASI/AAAAAAAAAFY/HZUij5kDBUI/s1600-h/abertura.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiWU3ltASI/AAAAAAAAAFY/HZUij5kDBUI/s400/abertura.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208578254317617442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É com muita satisfação que comunicamos que a Mesa “Comunicação e Imaginário do Envolvimento”, proposta por parte do coletivo de pesquisa do NETCCON.ECO.UFRJ, formada pelos Profs. Drs. Evandro Vieira Ouriques, Cristina Rego Monteiro da Luz e Sandra Korman e pela Profa. Mestre Rosa Alegria foi aceita para apresentação no XV Ciclo de Estudos sobre o Imaginário – Congresso Internacional - Imaginário do Envolvimento/Desenvolvimento, a ser realizado no período de 7 a 10 de outubro de 2008, no Recife–PE/ Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras autoridades internacionais presentes a este importante Congresso estarão Gilbert Durand e Michel Maffesoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título da Mesa-Redonda&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comunicação e Imaginário do Envolvimento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O objetivo é discutir avanços transdisciplinares (Comunicação, Cultura, Jornalismo, Psicologia Social, Gestão Organizacional e Estudos do Futuro) na compreensão de como se dá em redes colaborativas, aproximando conhecimentos ancestrais e prospectivos, a construção mental (pensamentos, perceptos e afetos) e mediática do Imaginário do Envolvimento, através da construção cidadã e profissional de estados mentais, pautas, posicionamento no mercado de trabalho, sistemas organizacionais e cenários de futuro re-envolvidos político e cosmicamente com a Vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de epistemologia não-dualista dissolve-se as rupturas Natureza/Cultura e Razão/Imaginação e incorpora-se Saberes da Diáspora para responder à pergunta: como estimular no sujeito o processo de consciência de si (condição da sociabilidade do “iguais na diferença”) em meio às propostas de adição ao desenvolvimento, tornando-o capaz de escapar da caverna tecnológica pós-moderna (no qual o reconhecimento pelo capital resulta na iminência do colapso psicótico, vale dizer, do colapso socioambiental) e de comprometer-se com seu ambiente e com organizações socioeconômicas ambientais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composição da Mesa e Temas Específicos de Cada Participante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. UFRJ, UFF e PUC-SP&lt;br /&gt;Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques, coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinare s de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ.&lt;br /&gt;Tema: Comunicação e Construção do Imaginário do Envolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. UFRJ&lt;br /&gt;Profa. Dra. Cristina Rego Monteiro da Luz, professora da ECO.UF R J e pesquisadora associada do NETCCON.ECO.UFRJ.&lt;br /&gt;Tema: Pauta Jornalística: Fragmentos Externos da Percepção ou Possibilidades de Re-envolvimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. PUC-Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profa. Dra. Sandra Korman Dib, professora do Departamento de Comunicação Social da PUC.Rio de Janeiro e pesquisadora&lt;br /&gt;associada do NETCCON.ECO.UFRJ.&lt;br /&gt;Tema: Trabalho como Envolvimento Subjetivo do Jovem em Cartografias Sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. PUC-SP e UNIETHOS&lt;br /&gt;Profa. Mestre Rosa Alegria, diretora de pesquisa do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-São Paulo e pesquisadora associada&lt;br /&gt;do NETCCON.ECO.UFRJ.&lt;br /&gt;Tema: Recursos do Pensamento Prospectivo para Imaginar o Futuro e Reapropriar-se da Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador da Mesa:&lt;br /&gt;Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Congresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;XV Ciclo de Estudos sobre o Imaginário&lt;br /&gt;Congresso Internacional &lt;br /&gt;7 a 10 de Outubro 2008 &lt;br /&gt;UFPE – Recife - Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMA&lt;br /&gt;IMAGINÁRIO DO ENVOLVIMENTO / DESENVOLVIMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilbert Durand coloca, a respeito do “trajeto antropológico”, que a tensão entre dois pólos é responsável por qualquer dinâmica sociocultural. Envolvimento e desenvolvimento são aqui considerados como pólos entre os quais estão incluídas as dimensões da vivência que diz respeito a diversos campos: o político principalmente, mas também o da consciência de cada um quanto às suas responsabilidades sociais, tais como, questões éticas, morais e inclusão/exclusão social. Não se trata pois de estabelecer mais uma dicotomia, mas de perceber estas dimensões como polaridades dinâmicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema surgiu no Ciclo de Estudos anterior que tratou das dimensões imaginárias da natureza, onde se pôde observar, entre outros, o tratamento dado à natureza em função de projetos de desenvolvimento. Por outro lado, observa-se que os governos vêm propondo planos de desenvolvimento sustentável e de crescimento acelerado. O que significam estas propostas em termos de vivência e de futuro do planeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na imprensa e nas publicações científicas têm se multiplicado as críticas a esse desenvolvimento dito sustentável*. É assim que em 2003 é publicado um livro de Stéphane Bonnevault “Desenvolvimento insustentável. Por uma consciência ecológica e social”, onde ele diz “se ninguém escapa ao desenvolvimento, é que o ocidente autorizou-se a embarcar, sem aviso prévio, o resto do mundo em sua cruzada aberrante, o crescimento econômico a todo custo, sem se preocupar com os amanhãs – que estão longe de ser radiosos, senão para alguns raros privilegiados. Deveríamos nós deixar comprometer o devir do planeta para que alguns possam impunemente assegurar seu delírio de dominação da natureza e satisfazer os desejos de seu gigantesco ego econômico?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de sociedades não industrializadas, a tônica da vivencia é o envolvimento: diz Virgílio M. Viana em seu artigo “Envolvimento sustentável e conservação das florestas brasileiras”, a respeito dos caiçaras: “Des-envolver para as populações tradicionais - não apenas a caiçara - significa perder o envolvimento econômico, cultural, social e ecológico com os ecossistemas e seus recursos naturais. Junto com o envolvimento, perde-se a dignidade e a perspectiva de construção da cidadania. Perde-se ainda o saber e com ele o conhecimento dos sistemas tradicionais de manejo que, ao contrário do que normalmente se pensa, podem conservar os ecossistemas naturais de forma mais efetiva do que os sistemas técnicos convencionais. O processo de degradação ambiental se acelera com a expulsão - às vezes violenta - das populações tradicionais de suas terras. Obviamente essas conseqüências do desenvolvimento não são coerentes com a busca da sustentabilidade do nosso Planeta. Segundo o dicionário Michaelis, desenvolver significa tirar o invólucro, descobrir o que estava encoberto; envolver significa meter-se num invólucro, comprometer-se. Dessa forma, poderíamos dizer que desenvolver uma pessoa ou comunidade significa retirá-la do seu invólucro ou contexto ambiental; descomprometê-la com o seu ambiente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que os projetos de desenvolvimento dizem respeito a uma visão de mundo específica, e levando em conta as bases míticas destas visões, o objetivo geral deste Ciclo de Estudos sobre o Imaginário é discutir, a partir das dimensões simbólicas, arquetípicas e míticas, as relações entre estes dois termos relativos às diversas alternativas de organização sócio-econômicas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMISSÃO CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danielle Perin Rocha Pitta – Brasil (UFPE)&lt;br /&gt;Elda Rizzo – Brasil (UNESP)&lt;br /&gt;François Guiyoba – Camarões (Universidade de Yaoundé)&lt;br /&gt;Giampaolo Catelli – Itália (Universidade de Catania)&lt;br /&gt;Gilbert Durand - França&lt;br /&gt;Marcos Ferreira Santos – Brasil (CICE-USP)&lt;br /&gt;Maria Aparecida Lopes Nogueira – Brasi (UFPEl)&lt;br /&gt;Maria Cecília Sanchez Teixeira - Brasil (CICE-USP)&lt;br /&gt;Michel Maffesoli – França (CEAQ – Paris V) &lt;br /&gt;Mondher Kilani – Suíça (Universidade de Lausanne)&lt;br /&gt;Neide Miele – Brasil (UFPB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMISSÃO ORGANIZADORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo – Universidade do Minho – Braga (Portugal)&lt;br /&gt;Dr. Carlos André Cavalcanti – UFPB (Brasil)&lt;br /&gt;Dra. Danielle Perin Rocha Pitta – UFPE (Brasil)&lt;br /&gt;Dr. Ionel Buse – Universidade Craiova (Roumênia)&lt;br /&gt;Dra. Katiane Nóbrega – RN (Brasil)&lt;br /&gt;Dra. Maria Noël Lapoujade – UNAM (México)&lt;br /&gt;Dra. Maria das Vitórias N. do Amaral – UFRPE/UAG (Brasil)&lt;br /&gt;Dra. Tania Pitta - CEAQ – Paris V (França)&lt;br /&gt;Dra. Rosalira Oliveira – FUNDAJ (Brasil)&lt;br /&gt;Rita Garcez – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre o Imaginário (Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-2707192514986659106?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/2707192514986659106/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=2707192514986659106' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2707192514986659106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/2707192514986659106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/mesa-do-netccon-sobre-comunicao-e.html' title='Mesa do NETCCON sobre Comunicação e Imaginário do Envolvimento é aprovada pelo Congresso Internacional Imaginário do Envolvimento Desenvolvimento-UFPE'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiWUvYW5oI/AAAAAAAAAFQ/n8Kpc7GQCFQ/s72-c/logo_ufpe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-5974007835392909005</id><published>2008-06-05T21:33:00.007-03:00</published><updated>2008-06-10T16:12:16.554-03:00</updated><title type='text'>Faço parte do Grupo de Trabalho Executivo do I Fórum de Mídia Livre no qual pude introduzir, e tratarei, a questão da Mente Livre</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7R8CG2IwI/AAAAAAAAAHA/n5jT7ZBcDog/s1600-h/banner728x90.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7R8CG2IwI/AAAAAAAAAHA/n5jT7ZBcDog/s400/banner728x90.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210332648202183426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;I Fórum de Mídia Livre se aproxima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, dias 14 e 15 de junho, e reunirá participantes de todo o País. O evento é parte de uma ampla mobilização de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas e demais interessados pela democratização da comunicação, em defesa da diversidade informativa, do trabalho de colaboração nos novos meios e sua expansão, bem como da garantia de amplo direito à comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobilização começou em uma reunião em São Paulo envolvendo 42 jornalistas, estudantes, professores ou pessoas atuantes na área das comunicações, de diferentes regiões do Brasil, e teve prosseguimento em reunião em Porto Alegre, com a presença de 49 pessoas, e na ABI, no Rio de Janeiro, com 32 presentes. A partir destes encontros já foram realizadas reuniões em Belém, Fortaleza, Recife e Aracaju. Clique aqui para saber quais são os ativistas e entidades que participam desta iniciativa, conforme os relatos dos pré-encontros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais questões levantadas, os presentes discutiram o avanço do movimento de comunicação da mídia livre em todo o País, de maneira que seja obtida a garantia junto ao poder público de espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, a regulação da distribuição das verbas publicitárias públicas em nosso País e o avanço das microestruturas globais mediáticas, assimétricas, improvisadas, parcialmente caóticas e autônomas, como as redes digitais, as migrações, os coletivos e as ocupações urbanas, bem como de agregadores da diversidade da mídia e dos que a fazem. Clique aqui para conhecer os confirmados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor de comunicação, segundo o manifesto em construção disponível no site do Fórum de Mídia Livre, "não reflete os avanços que ao longo dos últimos trinta anos a sociedade brasileira garantiu em outras áreas. Isso impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente mais justo". E continua: "A democracia brasileira precisa de maior diversidade informativa e de amplo direito à comunicação. Para que isso se torne realidade, é necessário modificar a lógica que impera no setor e que privilegia os interesses dos grandes grupos econômicos (...)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia e os comunicadores em debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio de Janeiro está sendo levantada e discutida com intensidade a questão de uma economia psíquica da comunicação que dê conta dos agenciamentos internos, psíquicos (pensamentos, perceptos e afetos), dos jornalistas e dos comunicadores, de maneira a que ajam como comunicadores-cidadãos, portanto de maneira inovadora, de fato livre -sem repetir valores que contestam a nível macro-político- e assim produzam ambientes agregadores (diferentes-juntos) na diversidade da mídia tradicional, da mídia contra-hegemônica e da cultura digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão importante é a da mídia contra-hegemônica e a potencialização da difusão mundial das formas de sentir, pensar e agir dos segmentos economicamente excluídos, das comunidades culturalmente marginalizadas ou dos grupos politicamente segregados. O Fórum também se propõe a debater novas perspectivas de comunicação, mais plurais e democráticas. Assim, temas como Creative Commons, Web 2.0 e novas mídias também ganharão destaque nos debates e atividades do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o documento esboçado na reunião de São Paulo, o objetivo da democratização das verbas públicas visa que "as verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas levando em consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a diversidade de sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais amplos, públicos e justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o poder público garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, nas suas sinopses e meios semelhantes". O documento está disponível no site do evento (http://forumdemidialivre.blogspot.com/).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma sincrônica ao evento no Rio de Janeiro, o movimento social de comunicação já está se mobilizando em sete cidades: Porto Alegre, São Paulo, Belém, Fortaleza, Recife, Aracaju e no próprio Rio de Janeiro. Todos os relatos já estão disponíveis no site. O próprio evento é um importante passo na discussão e deliberação sobre os rumos do movimento social de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação - O I Fórum de Mídia Livre acontecerá dias 14 e 15 de junho de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições - A participação no I Fórum de Mídia Livre é aberta e a inscrição é obrigatória. Os participantes podem também se informar sobre os pré-encontros em suas respectivas cidades. O custo individual da inscrição é de R$15 (quinze reais) para o público em geral e R$5 (cinco reais) para estudantes, pagos no dia do evento, junto à secretaria executiva do evento. A secretaria executiva emitirá um certificado de participação para os que compareceram nos dois dias de evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inscrição no I Fórum de Mídia Livre não garante, o transporte, estadia e alimentação dos inscritos, que no entanto estão sendo negociados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficinas - O Fórum de Mídia Livre convida todos e todas, participantes, entidades e ativistas, a inscreverem suas propostas de oficinas que tenham por objetivo contribuir com o aprofundamento dos debates, exposição de novos pontos de vista e produção colaborativa. Todas serão avaliadas e terão a sua realização confirmada pela Comissão Organizadora do Fórum, que receberá propostas por email até o dia 06 de junho (sexta-feira). Clique aqui para inscrever sua oficina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscreva-se já e participe dos debates: http://forumdemidialivre.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-5974007835392909005?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/5974007835392909005/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=5974007835392909005' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/5974007835392909005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/5974007835392909005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/fao-parte-do-grupo-de-trabalho.html' title='Faço parte do Grupo de Trabalho Executivo do I Fórum de Mídia Livre no qual pude introduzir, e tratarei, a questão da Mente Livre'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE7R8CG2IwI/AAAAAAAAAHA/n5jT7ZBcDog/s72-c/banner728x90.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-4830636372915307497</id><published>2008-06-02T09:52:00.000-03:00</published><updated>2008-06-08T09:59:56.447-03:00</updated><title type='text'>Ética e Filosofia na Administração é meu tema de curso no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEvXjN4ddiI/AAAAAAAAAFk/xSosEpk1xjU/s1600-h/tjerj800.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEvXjN4ddiI/AAAAAAAAAFk/xSosEpk1xjU/s400/tjerj800.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209494394005976610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEvXjbQPF5I/AAAAAAAAAFs/A2900b9WHt8/s1600-h/esaj.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEvXjbQPF5I/AAAAAAAAAFs/A2900b9WHt8/s400/esaj.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209494397595359122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A convite do LATEC-UFF e da Escola de Administração Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro inicio nesta quarta, dia 4, no TJERJ, uma série de sete palestras interativas, com multimídia e dinâmicas), a respeito de Aspectos Éticos e Filosóficos da Administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É  segunda vez que ministro este curso no TJ, sendo que a primeira edição dele teve um resultado excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carinhosa-Mente,&lt;br /&gt;Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-4830636372915307497?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/4830636372915307497/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=4830636372915307497' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4830636372915307497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4830636372915307497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/tica-e-filosofia-na-administrao-meu.html' title='Ética e Filosofia na Administração é meu tema de curso no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEvXjN4ddiI/AAAAAAAAAFk/xSosEpk1xjU/s72-c/tjerj800.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-4911525330939506088</id><published>2008-05-24T20:21:00.006-03:00</published><updated>2008-06-21T14:56:55.025-03:00</updated><title type='text'>Neste final de semana conduzirei o curso Conversa: uma experiência de aprendizagem. Uma parceria com a Rebouças&amp;Associados, promovida pela ABERJE.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF1AzryVi1I/AAAAAAAAAHw/v2JxHNZJc5U/s1600-h/L%C3%A2mina+Conversa+TRAS.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF1AzryVi1I/AAAAAAAAAHw/v2JxHNZJc5U/s400/L%C3%A2mina+Conversa+TRAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214395200236260178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEh9mWS06mI/AAAAAAAAAEw/zRddz2CjeOM/s1600-h/Conversa-Fotos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEh9mWS06mI/AAAAAAAAAEw/zRddz2CjeOM/s400/Conversa-Fotos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208551066827024994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiEhjdHIqI/AAAAAAAAAFA/Dq_zmQNilco/s1600-h/BRA_OG.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiEhjdHIqI/AAAAAAAAAFA/Dq_zmQNilco/s200/BRA_OG.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208558681041871522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiDN70xLeI/AAAAAAAAAE4/VllXhbFtPRM/s1600-h/Nota-Jornal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEiDN70xLeI/AAAAAAAAAE4/VllXhbFtPRM/s400/Nota-Jornal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208557244474535394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos amigos e amigas, colegas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho compartilhar que nesta sexta e sábado estarei conduzindo em Itatiaia, juntamente com Nádia Rebouças e Paulo Monteiro, um curso especial que criamos e que é promovido pela ABERJE-Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, a respeito do tema Conversa: uma experiência de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima é possível ler a nota que Flávia Oliveira, que assina a coluna Negócios &amp; Cia, de O Globo, publicou esta semana sobre o curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco é que através de uma conversa bem posicionada e franca podemos construir relações verdadeiras, que nos ajudam, nos fortalecem e nos capacitam para lidar com as infindáveis transformações do mundo atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dois dias dentro do Parque Nacional de Itatiaia em palestras, imersão multimídia, vivências de sistemas ancestrais de comunicação, práticas de criatividade, construção de cenários e várias surpresas, ou seja, um conjunto de recursos desenvolvidos durante os dois anos mais recentes e já testados e aperfeiçoados em corporações como Grupo Rede-CELPA, Light e Vale e em múltiplas organizações do Terceiro Setor por todo o país.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso público alvo nesta experiência de aprendizagem são Gestores de Comunicação, Marketing e Recursos Humanos, em especial: profissionais que querem aprofundar e ampliar seus conhecimentos, trabalhar a conversa em nível consciente, para a construção de relacionamentos e decisões de maior qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito carinhosa-mente,&lt;br /&gt;Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-4911525330939506088?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/4911525330939506088/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=4911525330939506088' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4911525330939506088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4911525330939506088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/06/neste-final-de-semanaconversa-uma.html' title='Neste final de semana conduzirei o curso Conversa: uma experiência de aprendizagem. Uma parceria com a Rebouças&amp;Associados, promovida pela ABERJE.'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SF1AzryVi1I/AAAAAAAAAHw/v2JxHNZJc5U/s72-c/L%C3%A2mina+Conversa+TRAS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-9180779278283034711</id><published>2008-05-22T19:47:00.004-03:00</published><updated>2008-06-05T20:02:24.537-03:00</updated><title type='text'>Trato na Assessoria de Promoção Saúde da SMS-Rio de Janeiro do tema Comunicação-Espírito Público-Generosidade e  Saúde</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwXi7aVfI/AAAAAAAAAEY/WhsnIwnON7c/s1600-h/diversidadeSexual+menor+.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwXi7aVfI/AAAAAAAAAEY/WhsnIwnON7c/s400/diversidadeSexual+menor+.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208536518869276146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwYQ0nAZI/AAAAAAAAAEg/-ruzRchlawM/s1600-h/religiao+menor+.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwYQ0nAZI/AAAAAAAAAEg/-ruzRchlawM/s400/religiao+menor+.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208536531188777362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwaA-tO4I/AAAAAAAAAEo/JBX66LXB5IM/s1600-h/naoViolencia+menor+.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwaA-tO4I/AAAAAAAAAEo/JBX66LXB5IM/s400/naoViolencia+menor+.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208536561295899522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhuj3RymbI/AAAAAAAAAEI/KotEhb91NlE/s1600-h/saudeMental+menor+.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhuj3RymbI/AAAAAAAAAEI/KotEhb91NlE/s400/saudeMental+menor+.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208534531467024818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhukPv3AqI/AAAAAAAAAEQ/Fs1UgA7sywc/s1600-h/logo_peq.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhukPv3AqI/AAAAAAAAAEQ/Fs1UgA7sywc/s400/logo_peq.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208534538035593890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gente muito querida,  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;venho  compartilhar  que  na próxima segunda, a  convite do Centro de  Estudos de Promoção da  Saúde da   Secretaria de Saúde da  Prefeitura do Rio de Janeiro,  participarei do  painel  Comunicação, Materiais  Educativos e Promoção da  Saúde, que lançará  os   maravilhosos primeiros 17 postais da série  Colecione Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu foco no painel será a relação entre Comunicação-Espírito Público-Generosidade e  Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem abaixo as informações   detalhadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Comunicação, materiais educativos     &lt;br /&gt;e promoção da saúde &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Viviane Manso Castello Branco (Secretaria   Municipal  de  Saúde)&lt;br /&gt;Monique Miranda (Secretaria  Municipal  de Saúde)&lt;br /&gt;Prof.  Evandro  Vieira Ouriques  (Núcleo de Estudos  Transdisciplinares de  Comunicação e    Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Seguido de    Apresentação de Esquetes do  &lt;br /&gt;Adolescentro  Paulo   Freire  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento dos 17 postais da série  Colecione    Saúde  &lt;br /&gt;Textos: Equipe da Assessoria  de Promoção  da Saúde   &lt;br /&gt;Programação Visual: Renata   Ratto&lt;br /&gt;Ilustrações: Mariana    Massarani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia   26 de maio de  2008&lt;br /&gt;14:00 às   17h&lt;br /&gt;Prefeitura do Rio  de  Janeiro&lt;br /&gt;Auditório do CASS&lt;br /&gt;Rua Afonso   Cavalcanti 455,   subsolo&lt;br /&gt;Entrada franca &lt;br /&gt;Informações:      promocao@rio.rj.gov.br                                   &lt;br /&gt;2503.2270&lt;br /&gt;Sub     Secretaria de Ações e Serviços de Saúde&lt;br /&gt;Assessoria  de  Promoção da  Saúde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-9180779278283034711?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/9180779278283034711/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=9180779278283034711' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/9180779278283034711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/9180779278283034711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/05/gente-muito-querida-venho-compartilhar.html' title='Trato na Assessoria de Promoção Saúde da SMS-Rio de Janeiro do tema Comunicação-Espírito Público-Generosidade e  Saúde'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEhwXi7aVfI/AAAAAAAAAEY/WhsnIwnON7c/s72-c/diversidadeSexual+menor+.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-4866836996073398021</id><published>2008-05-20T08:32:00.005-03:00</published><updated>2008-06-05T21:02:22.412-03:00</updated><title type='text'>Trato da força política da não-violência e a responsabilidade dos atores sociais  (na ECO) e da Solidariedade (Rio:a Cidade, na Multirio/Bandeirantes)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDK4dq3TDwI/AAAAAAAAADQ/zr5zW_ShSbQ/s1600-h/topbar_anyrio2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDK4dq3TDwI/AAAAAAAAADQ/zr5zW_ShSbQ/s400/topbar_anyrio2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202423339428286210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDK4d63TDxI/AAAAAAAAADY/-cTm3Q1KGNE/s1600-h/logo_3d.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDK4d63TDxI/AAAAAAAAADY/-cTm3Q1KGNE/s400/logo_3d.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202423343723253522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de compartilhar que estarei hoje: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. tratando do tema Cobertura de qualidade em meio à violência estrutural: a força política da não-violência e a responsabilidade   &lt;br /&gt;    dos atores sociais e dos jornalistas, na disciplina e curso de extensão Jornalismo de Políticas Públicas Sociais, uma realização  &lt;br /&gt;    do NETCCON.ECO.UFRJ e da ANDI;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. e tratando, juntamente com Luciano Rocco, da revista Ocas, e Bianca    &lt;br /&gt;    Carvalho, da ONG Mundo Novo da Cultura Viva, do tema Solidariedade no &lt;br /&gt;    programa "Rio, a Cidade", apresentado pela jornalista Katia Chalita, diretora da TV &lt;br /&gt;    MULTIRIO-Empresa Municipal de Multimeios (www.multirio.rj.gov.br/portal &lt;http://&lt;br /&gt;    www.multirio.rj.gov.br/portal&gt; ), vinculada à Secretaria Municipal de Educação, &lt;br /&gt;    Prefeitura do Rio de Janeiro. Este programa será transmitido ao vivo pela TV &lt;br /&gt;    Bandeirantes (Canal 7/21 NET).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-4866836996073398021?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/4866836996073398021/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=4866836996073398021' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4866836996073398021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/4866836996073398021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/05/fora-poltica-da-no-violncia-e.html' title='Trato da força política da não-violência e a responsabilidade dos atores sociais  (na ECO) e da Solidariedade (Rio:a Cidade, na Multirio/Bandeirantes)'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDK4dq3TDwI/AAAAAAAAADQ/zr5zW_ShSbQ/s72-c/topbar_anyrio2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8584465900811480994</id><published>2008-05-09T05:42:00.009-03:00</published><updated>2008-05-13T20:16:48.752-03:00</updated><title type='text'>Evandro tratará do tema O Profissional de Comunicação no Front da Política no VII Encontro de Jornalistas em Assessoria de Comunicação-SJPMRJ</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMAAZ3iZI/AAAAAAAAACg/3jd_Nt1yfo0/s1600-h/associe.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMAAZ3iZI/AAAAAAAAACg/3jd_Nt1yfo0/s320/associe.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198926382838024594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCogrq3TDvI/AAAAAAAAADI/zKrItWaYQm0/s1600-h/VII+ENJAC.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCogrq3TDvI/AAAAAAAAADI/zKrItWaYQm0/s400/VII+ENJAC.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200004654365347570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O professor Evandro Vieira Ouriques tratará do tema O Profissional de Comunicação no Front da Política, no painel que dará início dia 17 próximo em Rio das Ostras ao VII Encontro de Jornalistas em Assessoria de Comunicação do Rio de Janeiro cujo tema deste ano é Assessoria de Comunicação e Relações de Poder, uma realização do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falarão no Encontro, que vai de 16 a 19 de maio, os seguintes especialistas: Cláudio Gama, diretor do Instituto Mapear, Jan Theóphilo, colunista do Informe O DIA, Aziz Filho, editor da sucursal Rio da revista IstoÉ, Cristina Vaz de Carvalho, editora regional do boletim Jornalistas &amp; Cia, Thaís Naldoni, editora-executiva do Portal Imprensa e apresentadora do programa Imprensa na TV, Marcelo Tavela, repórter do portal Comunique-se, Ivan Accioly, diretor da IAA Comunicação e Eventos, Bette Romero, diretora da Background Comunicação e Maurício Lara, jornalista e administrador de empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a Programação Completa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 a 18 de maio de 2008 no Vilarejo Praia Hotel – Rio das Ostras &lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação &lt;br /&gt;e Relações de Poder&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;16 de maio - (sexta-feira)&lt;br /&gt;16h – Recepção e credenciamento&lt;br /&gt;20h – Sessão solene de abertura &lt;br /&gt;21h – Jantar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;17 de maio - (sábado)&lt;br /&gt;07h às 10h - Café da manhã&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10h às 13h&lt;br /&gt;Painel 1&lt;br /&gt;O profissional de comunicação no front da política  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assessoria, consultoria e marketing em ano eleitoral. Planejamento e montagem da estrutura de campanha. A superestrutura e a candidatura sem recursos para comunicação. Interpretação das pesquisas. Reflexão sobre experiências históricas. Temas nobres e temas perigosos. Construção da imagem. A versatilidade nas adaptações de tática ou estratégia no decorrer da campanha. Relações com a mídia: repórter, editor e jornalista de imagem. Ocupação de espaços alternativos. O poder da internet. Montagem da pauta. A intervenção do jornalista nos programas eleitorais gratuitos. Relação com o marqueteiro. O limite entre a conveniência do discurso e a responsabilidade política. A defesa de idéias, movimentos e instituições. A relação entre o processo eleitoral e os interesses da cidadania.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PALESTRANTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Cláudio Gama, diretor do Instituto Mapear, antropólogo e mestre em Sociologia&lt;br /&gt;. Hayle Gadelha, jornalista, poeta,  publicitário e consultor de marketing&lt;br /&gt;. Jan Theóphilo, colunista Informe O DIA&lt;br /&gt;. Evandro Vieira Ouriques, jornalista, cientista político, terapeuta de base analítica e coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência / ECO/UFRJ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEDIADOR&lt;br /&gt;. Aziz Filho, editor da sucursal Rio da revista Isto É e atual Secretário-Geral da diretoria do SJPMRJ&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13h às 14h30min – ALMOÇO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;14h30min às 16horas&lt;br /&gt;Painel 2&lt;br /&gt;Quando o jornalista e o jornalismo são notícia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os veículos de comunicação que tratam o jornalista e o jornalismo como notícia: Como se desenvolveram e como contribuem para qualificação profissional. A imagem do profissional de comunicação. As especificidades do mercado. Qual o foco dos serviços oferecidos. Como as informações podem contribuir para a organização do mercado e para a reflexão sobre o fazer jornalístico. Como o assessor de comunicação se insere nesse universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTRANTES&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;. Cristina Vaz de Carvalho, editora regional do boletim Jornalistas &amp; Cia&lt;br /&gt;. Thaís Naldoni, editora-executiva do Portal Imprensa e apresentadora do programa Imprensa na TV &lt;br /&gt;. Marcelo Tavela, repórter do portal Comunique-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEDIADOR&lt;br /&gt;. Ivan Accioly – diretor da IAA Comunicação e Eventos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h às 16h45min – Painel 3&lt;br /&gt;Análise de Mídia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Bette Romero, jornalista, empresária e diretora da  Background Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h45min às 17h&lt;br /&gt;COFFEE-BREAK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h às 18h30min&lt;br /&gt;CONFERÊNCIA&lt;br /&gt;Comportamento dos assessores nas suas relações com o poder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.Maurício Lara, jornalista, escritor e administrador de empresas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h30min às 19h&lt;br /&gt;COFFEE-BREAK&lt;br /&gt;21h&lt;br /&gt;Jantar &lt;br /&gt;23h&lt;br /&gt;Festa de encerramento &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;18 de maio - (domingo)&lt;br /&gt;07h  às 10h - Café da manhã&lt;br /&gt;13h – Almoço&lt;br /&gt;16h – Retorno ao Rio de Janeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8584465900811480994?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8584465900811480994/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8584465900811480994' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8584465900811480994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8584465900811480994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/05/evandro-tratar-do-tema-o-profissional.html' title='Evandro tratará do tema O Profissional de Comunicação no Front da Política no VII Encontro de Jornalistas em Assessoria de Comunicação-SJPMRJ'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMAAZ3iZI/AAAAAAAAACg/3jd_Nt1yfo0/s72-c/associe.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8030107819179958424</id><published>2008-05-04T23:07:00.006-03:00</published><updated>2008-05-13T20:27:00.334-03:00</updated><title type='text'>Prof. Evandro mediará Seminário Mídia, Segurança e Direitos Humanos, uma iniciativa da SEDH e do UNIC-Rio, apoio ABI, NETCCON.ECO.UFRJ e UNESCO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SB5tKLEYuVI/AAAAAAAAABk/O-4t27z8pcU/s1600-h/60anosdireitoshumanos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SB5tKLEYuVI/AAAAAAAAABk/O-4t27z8pcU/s320/60anosdireitoshumanos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196711041569438034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMbAZ3iaI/AAAAAAAAACo/9sNyxH0_Uco/s1600-h/bandeira_home_gd.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMbAZ3iaI/AAAAAAAAACo/9sNyxH0_Uco/s320/bandeira_home_gd.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198926846694492578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMbgZ3idI/AAAAAAAAADA/8VtedvS0YgU/s1600-h/800px-Flag_of_the_United_Nations.svg.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMbgZ3idI/AAAAAAAAADA/8VtedvS0YgU/s320/800px-Flag_of_the_United_Nations.svg.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198926855284427218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SCZMbQZ3icI/AAAAAAAAAC4/0h6j6BOpdrQ/s1600-h/logo.gif"&gt;&lt;img style="float:left; 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O evento faz parte das comemorações do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, do 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e do centenário da ABI, festejado em 7 de abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seminário contará com as participações especiais do Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos; de Giancarlo Summa, Diretor do Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC) para o Brasil; e do Presidente da ABI, Maurício Azêdo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques será o mediador do debate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mídia, Segurança e Direitos Humanos” é uma iniciativa da UNIC-Rio e da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), com o apoio da ABI, do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da UFRJ e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura-UNESCO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados em participar devem enviar mensagem para o e-mail centenario@abi.org.br ou ligar para (21) 2220-3222. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação completa será a seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h&lt;br /&gt;Abertura do evento, com o jornalista Maurício Azêdo (Presidente da ABI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h15&lt;br /&gt;Exposição do Ministro Paulo Vannuchi (SEDH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h35&lt;br /&gt;Palestra introdutória de Silvia Ramos (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h&lt;br /&gt;Experiências concretas — André Luiz Azevedo (repórter da Rede Globo de Televisão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h15&lt;br /&gt;Experiências concretas — Ana Miguez (editora-executiva do jornal O Dia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h30&lt;br /&gt;Experiências concretas — Angelina Nunes (Presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e editora-assistente do Globo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h45&lt;br /&gt;A experiência internacional — Adauto Soares, coordenador interino do Programa de Comunicação e Informação da Unesco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h30&lt;br /&gt;Conclusão — Giancarlo Summa (Diretor do Unic Rio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador do Seminário: Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques (Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8030107819179958424?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8030107819179958424/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8030107819179958424' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8030107819179958424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8030107819179958424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/05/prof-evandro-mediar-seminrio-mdia.html' title='Prof. Evandro mediará Seminário Mídia, Segurança e Direitos Humanos, uma iniciativa da SEDH e do UNIC-Rio, apoio ABI, NETCCON.ECO.UFRJ e UNESCO'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SB5tKLEYuVI/AAAAAAAAABk/O-4t27z8pcU/s72-c/60anosdireitoshumanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-572977316935672014</id><published>2008-04-11T03:52:00.002-03:00</published><updated>2008-06-09T04:06:59.713-03:00</updated><title type='text'>Trocando e mediando Idéias no Viva Rio para abaixar a máquina entre fotógrafos do conflito urbano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUsWR2qqI/AAAAAAAAAF4/sh6U3oMrKvo/s1600-h/DSC_3525+copy.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUsWR2qqI/AAAAAAAAAF4/sh6U3oMrKvo/s400/DSC_3525+copy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209772727320619682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUsw-pAVI/AAAAAAAAAGA/jwlEnTt5ZMs/s1600-h/dormindo++apoiado.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUsw-pAVI/AAAAAAAAAGA/jwlEnTt5ZMs/s400/dormindo++apoiado.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209772734487789906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUtZOWGBI/AAAAAAAAAGI/fL8Tfb1gzEo/s1600-h/DSC_3517+copy.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUtZOWGBI/AAAAAAAAAGI/fL8Tfb1gzEo/s400/DSC_3517+copy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209772745291077650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUuTlbSjI/AAAAAAAAAGY/Ciadb5tWqdQ/s1600-h/image002%5B45%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUuTlbSjI/AAAAAAAAAGY/Ciadb5tWqdQ/s400/image002%5B45%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209772760957143602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ontem tive a oportunidade de mediar a mesa do Trocando Idéia do Viva Rio, organizado por Samira Rabelo, sobre o filme Abaixando a Máquina: Dor e Ética no Fotojornalismo Carioca, que trata das questões de quem fotografa nas áreas de conflito urbano em nossa cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesa foi composta pelos fotógrafos (da esquerda para a direita, na foto) Walter Mesquita, do Viva Favela, Nilton Claudino, Deise Lane, do Viva Favela, Domingos Peixoto, pelos diretores do filme Guillermo Planel e Renato de Paula, que nos honram sendo nossos alunos de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais, e por Wânia Corredo e eu. No centro da imagem está Samira Rabello, coordenadora do Programa de Voluntariado do Viva Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez foram tocados entre eles pontos importantes das tensões existentes entre a experiência dos fotógrafos que atualmente entram nas comunidades acompanhando a polícia e os fotógrafos das comunidades que os vêem entrando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importantes questões começaram a ser tratadas, como por exemplo o uso do colete e a leitura que as comunidades fazem deles quando portados pelos fotógrafos dos grandes jornais. Várias tensões, inclusive muito pessoais, foram expostas, de certa forma algumas resolvidas e outras ganharam perspectivas de encaminhamento. O diálogo se estabeleceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos continuar a aprofundar este processo na ECO no próximo semestre, dedicando-lhe uma das palestras de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais, lembrando fizemos o lançamento deste excelente filme como uma atividade externa deste nosso curso em dezembro passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carinhosa-mente, Evandro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-572977316935672014?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/572977316935672014/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=572977316935672014' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/572977316935672014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/572977316935672014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/04/trocando-e-mediando-idias-no-viva-rio.html' title='Trocando e mediando Idéias no Viva Rio para abaixar a máquina entre fotógrafos do conflito urbano'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SEzUsWR2qqI/AAAAAAAAAF4/sh6U3oMrKvo/s72-c/DSC_3525+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-289610796160484897</id><published>2008-03-31T17:30:00.005-03:00</published><updated>2008-05-24T20:38:03.917-03:00</updated><title type='text'>Oito Palestras em Abril no Eixo Rio-São Paulo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimy-2umKI/AAAAAAAAADg/bgtxYE73ZP4/s1600-h/sbp1gif.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimy-2umKI/AAAAAAAAADg/bgtxYE73ZP4/s400/sbp1gif.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204092764222822562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimy-2umLI/AAAAAAAAADo/NS3x118v8Qo/s1600-h/bras_65x109_reduzido.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimy-2umLI/AAAAAAAAADo/NS3x118v8Qo/s400/bras_65x109_reduzido.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204092764222822578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimzO2umMI/AAAAAAAAADw/GITm-Gx7wUY/s1600-h/brasao_latec_55_60.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimzO2umMI/AAAAAAAAADw/GITm-Gx7wUY/s400/brasao_latec_55_60.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204092768517789890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimzO2umNI/AAAAAAAAAD4/GO5xUWCDVbA/s1600-h/bg_top_01.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimzO2umNI/AAAAAAAAAD4/GO5xUWCDVbA/s400/bg_top_01.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204092768517789906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimze2umOI/AAAAAAAAAEA/eYNt6rel1F0/s1600-h/logoFNPJtranp-index.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimze2umOI/AAAAAAAAAEA/eYNt6rel1F0/s400/logoFNPJtranp-index.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204092772812757218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amigos e amigas, caros colegas, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho compartilhar que além de minhas atividades regulares em abril terei a oportunidade de realizar este mês as seguintes palestras no eixo Rio-São Paulo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 01 de Abril, na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica-SBPA: &lt;br /&gt;Palestra &lt;br /&gt;Evandro Vieira Ouriques: Mente Sustentável, Comunicação e a Voz Indígena;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 07, na UFRJ: &lt;br /&gt;Lições Africanas para a Igualdade na Diversidade: a Questão da Não-violência. &lt;br /&gt;Palestra de Mãe Beata de Iemonjá, Conceição Evaristo e Evandro Vieira Ouriques. &lt;br /&gt;Palestra integrante da Semana Martin Luther King, da Palas Athena com o apoio da UNESCO;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 08, no Viva Rio: &lt;br /&gt;Participação na Mesa-Redonda &lt;br /&gt;O Papel das Tradições Espirituais no Desenvolvimento Social do Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 10, No Viva Rio:&lt;br /&gt;Mediação da Mesa de Debates sobre o filme&lt;br /&gt;Abaixando a Máquina: Dor e Ética no Fotojornalismo Carioca&lt;br /&gt;de Guillermo Planel e Renato de Paula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 12, LATEC/Escola de Engenharia/UFF: &lt;br /&gt;Aula Inaugural com o tema &lt;br /&gt;A Economia Psico-Política da Comunicação na Cultura da Produção: a Questão do Espírito e dos Negócios, para os MBA’S de Desenvolvimento Avançado de Executivos em Gestão Ambiental, Gestão de Negócios, Gestão de Pessoas, Gestão de Empresas de Petróleo &amp; Gás; Gestão da Responsabilidade Social; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 15, na PUC.RJ: &lt;br /&gt;Palestra sobre &lt;br /&gt;Construção de Imagem e Voz Próprias na Culturalização da Economia, &lt;br /&gt;para a disciplina Trocas Profissionais da Professora Dra. Sandra Korman, do Curso de Especialização em Comunicação e Imagem do Dpto. de Comunicação Social da PUC.Rio de Janeiro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 17, na Revista Viração, São Paulo: &lt;br /&gt;Palestra sobre &lt;br /&gt;Mídia, Mente e Ação, &lt;br /&gt;que abrirá o programa Roda de Conversa na Vira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 18, no Colóquio da ANDI/Forum Nacional de Professores de Jornalismo, São Paulo: &lt;br /&gt;Palestra sobre Estratégias didático-pedagógicas para a inserção do agendamento social no ensino de jornalismo, no painel de mesmo nome coordenado por Guilherme Canela (ANDI), mediado pela Profª. Drª. Ivete Cardoso do Carmo Roldão (FNPJ), e também formado pelos Profs. Drs. Luiz Gonzaga Figueiredo Motta (UNB) e Prof. Dr. José Coelho Sobrinho (USP);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destas palestras, no dia 04 participarei na ABI do Encontro Preparatório-Rio do Forum Mídia Livre, que estou ajudando a articular e que ocorrerá na ECO em 8 e 9 de maio, no Dia 19, na PUC.SP, participarei da Reunião da Diretoria do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC.SP e no Dia 20, do 11º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, SP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-289610796160484897?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/289610796160484897/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=289610796160484897' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/289610796160484897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/289610796160484897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/03/fao-nove-palestras-em-abril-no-eixo-rio.html' title='Oito Palestras em Abril no Eixo Rio-São Paulo'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SDimy-2umKI/AAAAAAAAADg/bgtxYE73ZP4/s72-c/sbp1gif.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8785994553741765847</id><published>2008-03-28T23:55:00.002-03:00</published><updated>2008-03-29T00:00:12.921-03:00</updated><title type='text'>Palestras de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais em 2008/1</title><content type='html'>Equipe:  &lt;br /&gt;Coordenação: &lt;br /&gt;Profs. Evandro Vieira Ouriques (NETCCON.ECO.UFRJ) e &lt;br /&gt;Guilherme Canela (ANDI) &lt;br /&gt;Responsáveis na ANDI: &lt;br /&gt;Fábio Senne (fsenne@andi.org.br)&lt;br /&gt;Patrícia Posandon (posandon@andi.org.br)&lt;br /&gt;Monitora na UFRJ: &lt;br /&gt;Fabíola Ortiz (fabiola.ortizsantos@gmail.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana 1 (10/03): Interesse, Poder e Dádiva: a questão do domínio dos estados mentais &lt;br /&gt;e da generosidade na positivização da rede de comunicadores-cidadãos. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (NETCCON.ECO.UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 2 (17/03): A Violência que Acusa a Violência: a degradação de Si e do Outro &lt;br /&gt;através da Mídia. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Michel Misse (NECVU.IFCS.UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 3 (24/03): A Abordagem de Temas Sociais junto a Públicos Não-iniciados: o Caso &lt;br /&gt;dos Jornais de Grande Circulação e Distribuição Gratuita, &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. José Coelho Sobrinho (USP) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 4 (31/03): A desigualdade social no Brasil e os processos de formulação das &lt;br /&gt;políticas públicas sociais compensatórias. &lt;br /&gt;Palestrante: Leonardo Mello (Ibase) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 5 (07/04): Lições africanas para a igualdade na diversidade humana.  &lt;br /&gt;Palestrante: Mãe Beata de Iemonjá e Evandro Vieira Ouriques (NETCCON.ECO.UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 6 (14/04): O Paradigma do Desenvolvimento Humano como orientador da &lt;br /&gt;cobertura. &lt;br /&gt;Palestrante: Flavia Oliveira (O Globo)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 7 (28/04): Orçamento nacional: as possibilidades de intervenção e orientação &lt;br /&gt;para o social. &lt;br /&gt;Palestrante: Leonardo Mello (Ibase) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 8 (05/05): O desafio de aumentar a presença das políticas públicas na grande &lt;br /&gt;imprensa. &lt;br /&gt;Palestrante: Bia Barbosa (Intervozes) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 9 (12/05): A cobertura das políticas públicas na área da Educação no Brasil. &lt;br /&gt;Palestrante: Antônio Góis (Folha de S. Paulo) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 10 (19/05): Cobertura de qualidade em meio à violência estrutural: a força política &lt;br /&gt;da não-violência e a responsabilidade dos atores sociais e dos jornalistas. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (NETCCON.ECO.UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 11 (26/05): A Questão das Políticas Públicas Sociais e a Mídia Contra- &lt;br /&gt;hegemônica. &lt;br /&gt;Palestrante: Paulo Lima (Viração)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 12 (02/06): A Comunicação criada pela Periferia no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Augusto Gazir (Observatório de Favelas e ECO.UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 13 (09/06): O paradigma dos Direitos da Criança e do Adolescente: &lt;br /&gt;a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança e o Estatuto da Criança e do &lt;br /&gt;Adolescente. &lt;br /&gt;Palestrante: Wanderlino Nogueira Neto (ABONG, especialista em legislação protetiva da &lt;br /&gt;Infância e da Juventude, Direito Internacional Público e Políticas Públicas)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 14 (16/06): A Mídia e a Questão das Políticas Públicas Sociais no Brasil. &lt;br /&gt;Palestrante: Guilherme Canela (ANDI) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 15 (23/06): Mídia e violência. &lt;br /&gt;Palestrante: Sílvia Ramos (CESEC)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 16 (30/06): Jornalismo prospectivo e o futuro das políticas públicas sociais como &lt;br /&gt;pauta. &lt;br /&gt;Palestrante: Rosa Alegria (NEF – PUC/SP, NETCCON.ECO.UFRJ, Millennium/UNU)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8785994553741765847?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8785994553741765847/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8785994553741765847' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8785994553741765847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8785994553741765847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/03/palestras-de-jornalismo-de-polticas_28.html' title='Palestras de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais em 2008/1'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8958589416564667870</id><published>2008-03-28T23:52:00.001-03:00</published><updated>2008-03-28T23:54:06.428-03:00</updated><title type='text'>Palestras de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais em 2007/2</title><content type='html'>Palestras realizadas em 2007/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipe:  &lt;br /&gt;Coordenação: Profs. Prof. Evandro Vieira Ouriques (NETCCON.ECO.UFRJ) e Guilherme &lt;br /&gt;Canela (ANDI) &lt;br /&gt;Responsáveis na ANDI: Ana Néca (aneca@andi.org.br) e Fábio Senne &lt;br /&gt;(fsenne@andi.org.br) &lt;br /&gt;Monitora: Flávia Florentino &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana 1 (13/08): A Comunicação no Brasil, a violência estrutural e a responsabilidade &lt;br /&gt;dos jornalistas na cobertura das políticas públicas sociais.  &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (UFRJ) e Guilherme Canela (ANDI) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 2 (20/08): O audiovisual e as questões sociais. &lt;br /&gt;Palestrante: Márcio Schiavo (Comunicarte)  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Semana 3 (27/08): Comunicação para a Transformação Social. &lt;br /&gt;Palestrante: Nádia Rebouças (presidente da Rebouças &amp; Associados) &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Semana 4 (03/09): Orçamento nacional: as possibilidades de intervenção e orientação &lt;br /&gt;para o social. &lt;br /&gt;Palestrante: Leonardo Mello (Ibase) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 5 (10/09): Questões centrais do curso, avaliação e encaminhamento. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 6 (17/09): A continuidade e a avaliação de resultados de políticas públicas sociais &lt;br /&gt;no Brasil.  &lt;br /&gt;Palestrante: Mirela de Carvalho Pereira da Silva (Ipea)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 7: (24/09): Questões centrais do curso, avaliação e encaminhamento. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 8 (01/10): O paradigma dos Direitos da Criança e do Adolescente: a Convenção &lt;br /&gt;Internacional sobre os Direitos da Criança e o Estatuto da Criança e do Adolescente. &lt;br /&gt;Palestrante: Wanderlino Nogueira Neto (Procurador de Justiça aposentado) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 9 (08/10): O paradigma do Desenvolvimento Humano como orientador da &lt;br /&gt;cobertura. &lt;br /&gt;Palestrante: Flavia de Oliveira (O Globo) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 10 (22/10): Questões centrais do curso, avaliação e encaminhamento. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (UFRJ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 11 (29/10): A cobertura das políticas públicas na área da Educação no Brasil. &lt;br /&gt;Palestrante: Antônio Góis (Folha de S. Paulo)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 12 (05/11): Experiências pioneiras em Inovação Social no campo das políticas &lt;br /&gt;públicas. &lt;br /&gt;Palestrante: Lenart Nascimento (Petrobras) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 13 (12/11): A cobertura das políticas públicas de Desenvolvimento &lt;br /&gt;Socioambiental &lt;br /&gt;Palestrante: André Trigueiro (Globonews)  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 14 (26/11): Jornalismo prospectivo e o futuro das políticas públicas sociais como &lt;br /&gt;pauta. &lt;br /&gt;Palestrante: Rosa Alegria (NEF – PUC/SP, Millennium/UNU) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Semana 15 (03/12): Por uma cobertura de qualidade: possibilidades do vigor da &lt;br /&gt;responsabilidade dos atores sociais e dos jornalistas. &lt;br /&gt;Palestrante: Prof. Evandro Vieira Ouriques (UFRJ)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8958589416564667870?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8958589416564667870/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8958589416564667870' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8958589416564667870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8958589416564667870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/03/palestras-de-jornalismo-de-polticas.html' title='Palestras de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais em 2007/2'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-8422321275321747509</id><published>2008-03-21T12:30:00.002-03:00</published><updated>2008-03-21T12:31:39.536-03:00</updated><title type='text'>Posts em atualização</title><content type='html'>Queridos amigas e amigos,&lt;div&gt;os posts estão em atualização, todo o resto está em dia, grato por nos revisitarem em breve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carinhosa-mente, Evandro&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-8422321275321747509?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/8422321275321747509/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=8422321275321747509' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8422321275321747509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/8422321275321747509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2008/03/posts-em-atualizao_21.html' title='Posts em atualização'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112301657676918482</id><published>2005-08-02T17:39:00.000-03:00</published><updated>2005-08-06T21:30:32.670-03:00</updated><title type='text'>Comunicação e Esquizofrenia é o tema de minha aula no Curso de Formação em Orgonoterapia neste sábado, no Centro Reich de Estudos e Terapias</title><content type='html'>Neste sábado, das 9h às 10h30m, na palestra Comunicação e Esquizofrenia: uma abordagem comparativa entre a Teoria da Comunicação e as Teorias Clássica e Moderna do Duplo Vínculo tratarei das relações entre a (1) Teoria e a Pragmática da Comunicação, a (2) Teoria da Cultura e o (3) processo da Esquizofrenia no indivíduo e na sociedade, em especial na atialidade pós-moderna que vive na iminência do colapso esquizofrênico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto abordarei o tema: a partir das tendências contemporâneas de ponta do entendimento da Comunicação como sendo a própria Vida (campo não-dualista de manifestação energética de opostos complementares); da questão pós-moderna da fragmentação, da abolição do sujeito e da identidade; da questão da violência, das redes de diálogo-convivência e do resgate da confiança; e, assim, em conclusão, da possibilidade concreta do vigor de uma identidade complexa, aberta e múltipla, porém a um só tempo integrada, livre e surpreendente. Portanto, individual, social e ambientalmente vinculada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta aula faz parte do Curso de Formação em Orgonoterapia, coordenado pela Dra. Frinéa Souza Brandão, extraordinária psicoterapeuta, com uma longa e sólida tradição de mais de vinte anos de formação de terapeutas e psicoterapeutas, em seu Centro Reich de Estudos e Terapias, no Rio de Janeiro. Eu tenho a honra de fazer esta Formação e de começar a atender na Clínica deste Centro de Estudos a partir deste setembro. Maiores informações, 9205.1696.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112301657676918482?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112301657676918482/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112301657676918482' title='15 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112301657676918482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112301657676918482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/08/comunicao-e-esquizofrenia-o-tema-de.html' title='Comunicação e Esquizofrenia é o tema de minha aula no Curso de Formação em Orgonoterapia neste sábado, no Centro Reich de Estudos e Terapias'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112180448834835112</id><published>2005-07-19T17:02:00.000-03:00</published><updated>2005-07-19T17:21:28.356-03:00</updated><title type='text'>Abrirei com Gestão da Mente o 3o. Ciclo de Sustentabilidade do Laboratório e Mestrado em Tecnologia, Gestão de Negócios &amp; Meio Ambiente da UFF</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1346/539/1600/index_logo.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1346/539/320/index_logo.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Universidade Federal Fluminense-UFF, o Centro Tecnológico, a Escola de Engenharia, o LATEC - Laboratório de Tecnologia, Gestão de Negócios &amp; Meio Ambiente e o MSG - Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão acabam de me convidar para abrir o 3ºCiclo de Sustentabilidade, cujo tema central para este ano será “Espiritualidade nos Negócios”. Meu tema será: "Bons Negócios: Gestão da Mente e Gerenciamento Ético". O evento é para cerca de 200 pós-graduandos e ocorrerá no dia 20 de Agosto próximo, às 9 horas da manhã. Maiores informações 9205.1606 e www.latec.uff.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112180448834835112?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112180448834835112/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112180448834835112' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112180448834835112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112180448834835112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/07/abrirei-com-gesto-da-mente-o-3o-ciclo.html' title='Abrirei com Gestão da Mente o 3o. Ciclo de Sustentabilidade do Laboratório e Mestrado em Tecnologia, Gestão de Negócios &amp; Meio Ambiente da UFF'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112171299986657146</id><published>2005-07-10T15:37:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T15:56:39.876-03:00</updated><title type='text'>Prêmio Ethos de Jornalismo 2005 convida-me para sua banca julgadora</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1346/539/1600/selo_pej2005.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1346/539/320/selo_pej2005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Responsabilidade Social Empresarial, Sustentabilidade e Metas do Milênio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciente do desafio destas questões e visando construir uma sinergia entre os movimentos que trabalham neste sentido é que o Instituto ETHOS (www.ethos.org.br) elegeu Responsabilidade Social Empresarial, Sustentabilidade e Metas do Milênio como temas centrais do Prêmio Ethos de Jornalismo — Empresas e Responsabilidade Social, 5ª Edição, 2005. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições se encerraram no último dia 8, com 650 trabalhos inscritos das diversas mídias, entre estes, 129 de rádios comunitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Ethos considera que a mídia e os jornalistas são fundamentais para o aprofundamento dessa discussão e para a formação de uma nova consciência crítica que estimule iniciativas de interesse público em benefício do bem-estar da sociedade e do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para promover o crescimento desse debate, ampliando o alcance e a participação de diversos setores da sociedade, criamos a categoria Prêmio Estímulo Rádio Comunitária. Acreditamos que, pelas suas características e finalidade, esses veículos de comunicação podem contribuir para que os princípios e os valores da responsabilidade social empresarial e do desenvolvimento sustentável sejam disseminados para toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema da responsabilidade social empresarial vem conquistando cada vez mais espaço em nossa sociedade. A empresa socialmente responsável é aquela que mantém ou está empenhada em construir uma relação ética, transparente e solidária com todos os públicos com os quais se relaciona — comunidade; consumidores e clientes; fornecedores; governo e sociedade; meio ambiente; público interno; e valores, transparência e governança. Suas metas empresariais devem ser compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, o que significa que planeja a utilização dos recursos econômicos, ambientais e sociais de modo a preservá-los para as gerações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incorporar as práticas socialmente responsáveis à gestão cotidiana da empresa em todas as suas dimensões é um processo complexo, trabalhoso, que demanda tempo e exige revisão profunda na própria filosofia da organização, assim como uma reavaliação de procedimentos em todas as instâncias. As mudanças necessárias devem ser incorporadas ao planejamento estratégico e transformar-se em metas a serem atingidas. São, porém, indispensáveis para a construção da sustentabilidade da sociedade e dos negócios a médio e longo prazos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupada com a sustentabilidade do planeta e com os graves problemas que afetam a humanidade, em setembro de 2000, a ONU — Organização das Nações Unidas reuniu 147 chefes de Estado e de governo em Nova Iorque, na Cúpula do Milênio. Foi o maior encontro de dirigentes mundiais já realizado e teve como resultado a aprovação da Declaração do Milênio das Nações Unidas, referendada pelos 189 países membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela reflete a crescente preocupação com os graves problemas que afetam a sustentabilidade do planeta. Formada por um conjunto de oito objetivos a serem atingidos até 2015, refere-se à erradicação da extrema pobreza e da fome, acesso ao ensino básico universal, promoção da igualdade entre os sexos, redução da mortalidade infantil, melhoria da saúde materna, combate ao HIV/Aids e outras doenças, garantia da sustentabilidade ambiental e estabelecimento de uma parceria mundial para o desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento de Responsabilidade Social Empresarial encontra, nessa iniciativa da ONU, uma oportunidade para que as empresas incorporem à sua gestão estratégias que colaborem para o desenvolvimento sustentável e para a superação dos indicadores negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sustentabilidade global exige mudanças no comportamento de todos. As empresas comprometidas com a gestão socialmente responsável já começaram a fazer sua parte, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Estabelecer as metas que o Brasil precisa atingir e viabilizar seu cumprimento é uma tarefa ainda por realizar e para a qual a sociedade, especialmente as empresas, certamente têm bastante a contribuir. Os primeiros passos já foram dados e temos, nas Metas do Milênio, o rumo para onde avançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores informações no site do ETHOS: www.ethos.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112171299986657146?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112171299986657146/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112171299986657146' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171299986657146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171299986657146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/07/prmio-ethos-de-jornalismo-2005-convida.html' title='Prêmio Ethos de Jornalismo 2005 convida-me para sua banca julgadora'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170621224236886</id><published>2005-07-09T13:59:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T14:09:28.963-03:00</updated><title type='text'>Comunicação, Poder e Não-Violência é minha nova disciplina na ECO/UFRJ</title><content type='html'>Desdobrando a disciplina Construção de Estados Mentais na Mídia, oferecida com sucesso em 2004/2 e 2005/1, tive a oportunidade de criar a nova disciplina Comunicação, Poder e Não-Violência e a estou oferecendo a partir deste semestre.&lt;br /&gt;Eis a Ementa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO&lt;br /&gt;ESCOLA DE COMUNICAÇÃO&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO E LINGUAGENS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCIPLINA&lt;br /&gt;Comunicação, Poder e Não-Violência&lt;br /&gt;Prof. Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMENTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exercer Comunicação e Poder de maneira a que palavras éticas se transformem em ações concretas? Ou seja, como articular na teoria e na prática a conquista da Liberdade (o primado da invenção e da criatividade, portanto da Diferença) com a Vinculação Social (portanto o encontro da Semelhança)? De que maneira é possível que as conquistas pós-modernas da autonomia humana sejam compatíveis com a vigência de valores universais, exigidos para superar a violência (afirmação do sujeito feita na supressão do Outro) expressa na crise ecológica, na opção criminal (corrupção incluída) e na exclusão social? Em que a abordagem comparativa entre o pensamento gandhiano (o poder transformador da resistência não-violenta) e a epistemologia não-dualista (vedanta, ancestral e monista), de um lado, e o pensamento pós-moderno, de outro, contribue para esta meta, uma vez que de fato a percepção é o momento privilegiado do agir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trataremos assim da relação entre a Desobediência Civil Mental, que sustentamos (o pensamento e a vontade são o primeiro aparelho de captura), e o vigor da Experiência de Comunicação (livre, desinteressada, surpreendente e oposta à experiência de informação, do convencimento) e da Experiência de Poder (resgate da dimensão do político) no presente capitalismo midiático/cognitivo (mídia-mundo). Extremamente dinâmico, engendrado nas estéticas da comunicação -híbridas de ciência, informação, arte e psicologia- este capitalismo disponibiliza uma viril gênese maquínica de real e mesmo uma co-gênese físico-biológica do próprio ser vivo (bio-poder). Porém não fornece aos profissionais e cidadãos, por si mesmo, uma referência da Sociedade do Conhecimento) para lidarem com seus poderes pessoais, organizacionais, corporativos e políticos de maneira que seja possível, como a sociedade quer, superar o estado bárbaro que efetivamente está em cada um de nós, e construir a Sociedade do Conhecimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMARAL, Marcio Tavares d’.  Comunicação e Diferença. 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BADIOU, Alain. Para uma nova teoria do sujeito. Relume Dumará, Rio de Janeiro, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. 2003.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;_________________. Em busca da política. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________. Modernidade líquida. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. 1998. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASTRO JR., Osvaldo Agripino. Considerações sobre o processo de consolidação da cidadania brasileira. In GUERRA, Sidney (coord.). Direitos Humanos : uma abordagem transdisciplinar. América Editora. 2003. Pp. 153-181.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DERRIDA, Jacques e VATTIMO, Gianni, et alli. A religião. Relógio D’Água Editores, Lisboa, Portugal, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GALTUNG, Johan. Gandhi hoje: o caminho é a meta. Palas Athena, São Paulo, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GORITA, Marcos Alan. Notícias do crime, relatos da insegurança: os discursos da violência na cidade do Rio de Janeiro (1995-2000). Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, IFCS/UFRJ. 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUNER, Eduardo. A tragédia, ou o fundamento perdido do político. In Vita, Álvaro de &amp; Boron, Atilio A. (orgs.) Teoria e filosofia política. EDUSP e CLACSO. 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KANT DE LIMA, Roberto.  Prevenção e responsabilidade ou punição e culpa? Texto inédito. http://www.necvu.ifcs.ufrj.br/arquivos/texto%202%20prevencao%20e%20responsabilidade%20ou%20punicao%20e%20culpa_roberto%20kant%20de%20lima.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOPES, Maria Immacola Vassalo de (org.). Epistemologia da comunicação. Compós, Capes, ECA/USP, PUC/Rio e Edições Loyola. 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAFFESOLI, Michel. Elogio da razão sensível. Editora Vozes, Petrópolis, 2001. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIOTTI, Humberto. As paixões do ego: complexidade, política e solidariedade. Palas Athena, São Paulo, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATURANA, Humberto e Verden-Zoller, Gerda. Amar e brincar: fundamentos esquecidos do humano. Palas Athena. 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATTELART, Armand. História das Teorias da Comunicação. Edicões Loyola, São Paulo, 2003.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MELMAN, Charles. O homem sem gravidade: gozar a qualquer preço. Entrevistas por Jean-Pierre Lebrun. Companhia de Freud Editora, Rio de Janeiro, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISSE, Michel. Violência: o que foi que aconteceu? Jornal do SINTURF, ano XVII, n. 529, 2002.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;OURIQUES, Evandro Vieira (org. e ed.). Diálogo entre as civilizações: a experiência brasileira. ONU. Apoio UNESCO e Associação Palas Athena, et alli, através do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência/ECO/UFRJ. 2003. www.unicrio.org.br/biblioteca &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________. A Desobediência Civil Mental: a ação afirmativa na mídia e na política e a epistemologia não-dualista. Inédito. Projeto de Pós-Doutorado para o Programa Avançado de Cultura Contemporânea-PACC do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RONDELLI, Elizabeth. Mídia e violência: ação testemunhal, práticas discursivas, sentidos sociais e alteridade. In Comunicação &amp; Política. Vol. IV, no. 3, nova série, setembro-dezembro 1997. Centro de Estudos latino-americanos, Cebela. Rio de Janeiro. pp. 141-160 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOMÉ, Sobonfu. O espírito da intimidade: ensinamentos ancestrais africanos sobre maneiras de se relacionar. Odysseus Editora, São Paulo. 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STRONG, Marilee. The Bright Red Scram: self-mutilation and the language of pain. Virago Press, London, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRÍAS, Eugênio. Pensar a religião: o símbolo e o sagrado. In DERRIDA, Jacques, VATTIMO, Gianni et alli. A religião. Relógio D’Água Editores, Lisboa, Portugal, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAZ, Paulo. As esperanças democráticas e a evolução da Internet. Artigo escrito para a Compós, no prelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZIZEK, Slavoj. Bem vindo ao deserto do real! Boitempo Editorial, São Paulo, 2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170621224236886?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170621224236886/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170621224236886' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170621224236886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170621224236886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/07/comunicao-poder-e-no-violncia-minha.html' title='Comunicação, Poder e Não-Violência é minha nova disciplina na ECO/UFRJ'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170369031427442</id><published>2005-06-20T13:13:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T13:21:30.313-03:00</updated><title type='text'>Painel Direitos Humanos e Tradições Espirituais (20.06), organizado pelo MIR/ISER/Viva Rio terá a minha participação</title><content type='html'>Dia 28 de junho (terça-feira, às 18h) ocorrerá o Painel Direitos Humanos e Tradições Espirituais, organizado pelo Movimento Inter-religioso do Rio de Janeiro, o Instituto de Estudos da Religião e o Viva Rio e e que terá a participação do Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques. Maiores informações 9205.1696 ou no Viva Rio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170369031427442?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170369031427442/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170369031427442' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170369031427442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170369031427442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/06/painel-direitos-humanos-e-tradies.html' title='Painel Direitos Humanos e Tradições Espirituais (20.06), organizado pelo MIR/ISER/Viva Rio terá a minha participação'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170436635018423</id><published>2005-06-16T13:28:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T14:54:13.586-03:00</updated><title type='text'>Debate sobre o filme Uma Amizade sem Fronteiras, na comemoração dos 30 anos do ISER, será conduzido por mim</title><content type='html'>A convite de André Porto, abrirei e conduzirei o debate sobre o filme Uma Amizade sem fronteiras do Cineclube do MIR que acontece na Semana do ISER, no dia 24 de junho, a partir das 18h30. Trata-se de um filme extraordinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha Técnica&lt;br /&gt;Título Original: Monsieur Ibrahim et les Fleurs du Coran &lt;br /&gt;Gênero: Drama&lt;br /&gt;Tempo de Duração: 95 minutos&lt;br /&gt;Ano de Lançamento (França): 2003&lt;br /&gt;Site Oficial: www.sonyclassics.com/ibrahim&lt;br /&gt;Estúdio: France 3 Cinéma / ARP Sélection &lt;br /&gt;Distribuição: Sony Pictures Classics &lt;br /&gt;Direção: François Dupeyron &lt;br /&gt;Roteiro: François Dupeyron, baseado em livro de Eric-Emmanuel Schmitt &lt;br /&gt;Produção: Laurent Pétin e Michèle Pétin &lt;br /&gt;Fotografia: Rémy Chevin &lt;br /&gt;Desenho de Produção: Katia Wyszkop &lt;br /&gt;Figurino: Catherine Bouchard &lt;br /&gt;Edição: Dominique Faysse &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco&lt;br /&gt;Omar Sharif (Monsieur Ibrahim Deneji)&lt;br /&gt;Pierre Boulanger (Moses "Momo" Schmitt)&lt;br /&gt;Gilbert Melki (Pai de Momo) &lt;br /&gt;Isabelle Renauld (Mãe de Momo)&lt;br /&gt;Lola Naymark (Myriam)&lt;br /&gt;Anne Suarez (Sylvie)&lt;br /&gt;Mata Gabin (Fatou)&lt;br /&gt;Céline Samie (Eva)&lt;br /&gt;Isabelle Adjani &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopse&lt;br /&gt;Ibrahim Deneji (Omar Sharif) é o dono de uma mercearia em Paris, muçulmano, que fica amigo de Momo (Pierre Boulanger), um pobre garoto judeu de 13 anos. Após ser abanado pelo pai, Ibrahim decide por adotar Momo. Com o tempo os dois se tornam cada vez mais amigos, com o garoto aprendendo os ensimanetos do Alcorão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170436635018423?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170436635018423/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170436635018423' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170436635018423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170436635018423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/06/debate-sobre-o-filme-uma-amizade-sem.html' title='Debate sobre o filme Uma Amizade sem Fronteiras, na comemoração dos 30 anos do ISER, será conduzido por mim'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170053086819222</id><published>2005-06-14T12:10:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T12:28:50.916-03:00</updated><title type='text'>Gestão da Mente foi minha palestra na Conferência Internacional 2005 -Empresas e Responsabilidade Social, realizada pelo Instituto Ethos e PNUD</title><content type='html'>Marketing e Comunicação são temas de mesa de Conferência organizada pelo Ethos&lt;br /&gt;Lisandra Maioli&lt;br /&gt;10/06/2005&lt;br /&gt;http://www.setor3.com.br/senac2/calandra.nsf/0/D315450930DD83318325701C006B5D7E?OpenDocument&amp;pub=T&amp;proj=Setor3&amp;sec=REPORTER+S3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A comunicação tem um papel importante na comunidade no processo de formação de valores da sociedade. Ela dissemina valores, forma opinião, estimula ações, promove a cultura de uma nação. Refletindo sobre esses temas, o Painel "Comunicação ética e construção de valores para uma sociedade sustentável" procurou debater no último dia 8 de junho os impactos e a contribuição da comunicação empresarial na formação e disseminação de valores éticos de uma sociedade sustentável.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     Com palestra inicial do vice chairman da SustainAbility, Geoff Lye, a mesa contou com a mediação do gerente de Comunicação do Instituto Ethos, Leno F. Silva e com os debatedores: Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding; Evandro Vieira Ouriques, coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência e pesquisador da Escola de Comunicação da URFJ; Rosa Alegria, presidente da Perspektiva – Tendências, Cenários e Estratégias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O debate ficou em torno principalmente do marketing institucional e social praticado por empresas. Um acontecimento recente lembrado pela platéia e exposto por Guimarães foi sobre a proibição da veiculação da propaganda da Volkswagen que, segundo o próprio Guimarães "foi uma podução publicitária no mínimo ingênua. Mas a sociedade surpreendeu pedindo a retirada da propaganda. Minha avaliação em relação a esse acontecimento é positiva já que houve uma reação da sociedade", sorri.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Embora o foco do debate tenha sido a comunicação pela ótica do marketing, o jornalismo também foi questionado como prática social. Para o professor e também jornalista Evandro Vieira Ouriques, que defendeu a tese da Gestão da Mente nesse processo, "as pessoas, assim como as empresas, precisam voltar a pensar e a sentir por si mesmas. Esquecemos muitas vezes que o que vemos nos jornais são recortes da realidade e não a realidade em sua totalidade", alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O professor Vieira destacou ainda que, segundo pesquisa realizada por ele, a crise da solidariedade social acontece principalmente pelo descompasso entre a palavra e a ação: "Não há solidariedade se o ato ou a ação exclui a palavra que a fundou", explica lembrando que muitas empresas pregam responsabilidade social usando as ferramentas de marketing, mas por outro lado, não a pratica internamente. A solução, para ele, seria se a Comunicação fosse encarada "por uma visão mais holística, em que lembramos que somos seres incluídos em grupos, sejam nossas famílias, sejam a empresa na qual trabalhamos", explica o professor. "Quando entendermos que 'eu' e o 'outro', 'empresa' e 'público', são um só, não seremos mais ameaçados pela ânsia pelo lucro", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A presidente da Perspektiva, Rosa Alegria, concorda com o professor: "Precisamos desenvolver uma expressão crítica sobre como a comunicação empresarial, o marketing e o jornalismo têm sido praticados", indigna-se. Rosa diz sentir uma "urgência"  em relação a esse processo e defende que "a comunicação como um todo não tem que simplesmente mudar, precisa sim de uma grande transformação". Ela acredita que a solução é avaliar como a comunicação vê o ser humano: "Para se fazer ética na comunicação, é necessário se mudar a ótica que a comunicação vê o ser humano. E sempre pensar qual é o impacto que a comunicação das empresas têm sobre nós", alerta. Ela pede atenção para a responsabilidade de cada campanha finalizada, de cada matéria 'fechada': "Existe uma reflexão sobre o impacto da comunicação quando ela é desenvolvida? Avalia-se se o efeito nas pessoas é bom, positivo?", indaga para a platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Rosa defende que para se construir um futuro solidário e sustentável, é necessário se pensar qual é a imagem que a comunicação está construindo sobre o futuro. Para ela, essas imagens do futuro, que não têm sido construídas e sim destruídas pela comunicação, são fundamentais para uma mobilização da sociedade poder construir um futuro sustentável para seus filhos e netos. "Precisamos sair desse caminho de críticas e partir para o da celebração, jogando os holofotes para o que tem acontecido  de positivo, de importante, de solidário", elucida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Outra preocupação de Rosa é em relação a incentivo consumista que o marketing e a comunicação provocam no indivíduo: "Se analisarmos a palavra 'consumo' etimologicamente, percebemos que 'Com+sumo' significa 'fim' e o que precisamos nos lembrar é que a vida tem continuidade, o fim não é o sentido da vida", indigna-se. Para ela, tem-se praticado o que chamou de "Branding irresponsável", em que, segundo ela, o "eu" ser Humano tem sido reduzido a "mercado", resultando numa invasão de marcas e desconstrução de nossa própria identidade. Com essa reflexão, ela destaca ainda a importância da comunicação para construção de valores da sociedade: "Temos que refletir que não somos simplesmente um ser consumista e sim um ser pensante e social e nesse processo, a comunicação tem um papel fundamental", diz. "É importante culturalmente encontremos novas formas de olhar, transformar estes processos e ir além do que as empresas acham que o consumidor quer", completa Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Mas, segundo Rosa, a Comunicação em geral está passando por uma fase de angústia, o que pode ser positivo se isso levar alguns profissionais à reflexão sobre seu papel. Um exemplo positivo, para Rosa, é o trabalho realizado pela EthicMark que dedica um selo de ética para comunicações socialmente responsáveis. Outros exemplos citados por Rosa são: iPaz e Imagens e Vozes da Esperança, projetos realizados por comunicadores tão "indignados" quanto ela com a falta de ética praticada na comunicação. "Trata-se de um conjunto de jornalistas e profissionais da comunicação que estão se reinventando e dando possibilidades para a construção de uma comunicação mais ética e pensando na evolução da consciência", orgulha-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O vice chairman da SustainAbility, Geoff Lye, único não-brasileiro da mesa, elogiou a sinergia entre os debatedores e garante que tem uma visão otimista e positiva sobre os problemas enfrentados pela comunicação que, segundo ele é mundial: "O fato de em todos os lugares do planeta estamos nos reunindo para fazermos juntos essa reflexão já aponta que estamos buscando caminhos melhores permeados por valores bons", acredita. Ele destacou ainda que as empresas precisam ter parte nesse processo da busca da solução dos problemas que não só a comunicação está enfrentando como toda a sociedade: "A maioria ignora que faz parte do processo de mudanças, ma só assim seremos capas de agir", finaliza aplaudido pela platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência Internacional 2005 - Empresas e Responsabilidade Social, organizada pelo Instituto Ethos em parceiria com o PNUD- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, aconteceu neste mês de junho em São Paulo. Já na sétima edição, teve como tema central "Parceira para uma Sociedade Sustentável", dividido em plenárias, mesas-redondas, painéis temáticos, oficinas de gestão e exposição, além de atrações culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Ilustríssimo Senhor&lt;br /&gt;Evandro Vieira Ouriques &lt;br /&gt;evouriques@terra.com.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prezado Senhor, &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vimos pela presente compartilhar os diversos elogios que recebemos durante a Conferência Internacional 2005 - Empresas e Responsabilidade Social, que o Instituto Ethos promoveu em parceria com o PNUD. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta Conferência contou com a participação de cerca de 1200 pessoas e 84 palestrantes, com a cobertura de aproximadamente 160 jornalistas, sendo transmitida on line pelos sites do Instituto Ethos, Instituto Algar e pela rádio do portal Mega Brasil e, ao vivo, pela Rádio CBN.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A  sua participação  no Painel Temático  4 -Comunicação Ética e Construção de Valores para uma Sociedade Sustentável, contribuiu imensamente para esse resultado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agradecemos sua colaboração e esperamos contar com a sua contribuição em outras oportunidades.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paulo Itacarambi &lt;br /&gt;Diretor-Executivo &lt;br /&gt;Instituto Ethos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170053086819222?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170053086819222/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170053086819222' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170053086819222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170053086819222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/06/gesto-da-mente-foi-minha-palestra-na.html' title='Gestão da Mente foi minha palestra na Conferência Internacional 2005 -Empresas e Responsabilidade Social, realizada pelo Instituto Ethos e PNUD'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112171094136751953</id><published>2005-06-03T15:05:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T15:22:21.396-03:00</updated><title type='text'>Meu projeto de Pós-Doutorado é aceito pelo PACC/UFRJ: A Desobediência Civil Mental</title><content type='html'>Tenho a felicidade de informar que meu projeto de pesquisa de pós-doutorado foi aceito ontem pelo colegiado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea do Forum de Ciência e Cultura da UFRJ, coordenado por Heloísa Buarque de Hollanda. Estou profundamente grato a Heloísa, a todo o seu amor.&lt;br /&gt;E a minha esposa Estelitta, por estar tão decidida e carinhosamente junto a mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a síntese de meu projeto deste método que criei e sustento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto de Pesquisa&lt;br /&gt;Pós-Doutorado do&lt;br /&gt;Programa Avançado de Cultura Contemporânea&lt;br /&gt;PACC/FCC/UFRJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desobediência Civil Mental:&lt;br /&gt;A ação afirmativa na Mídia e na Política e a  epistemologia não-dualista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;Coordenador do Núcleo de Estudos Trandisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON/Escola de Comunicação/UFRJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A desobediência civil é reservada para aqueles que têm as qualificações necessárias. É só desta maneira, precisamente, que ela se torna o próprio oposto da desobediência criminal.”&lt;br /&gt;Johan Galtung &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu vou torcer pela paz/Pela alegria, pelo amor/Pelas coisas bonitas/Eu vou torcer, eu vou/Pelas coisas bonitas/&lt;br /&gt;Eu vou torcer, eu vou.”&lt;br /&gt;Jorge Benjor, na voz de Fernanda Abreu &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;Objetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aperfeiçoar o método Desobediência Civil Mental-DCM (conceito criado e sustentado pelo autor), de maneira a potencializar a sua eficácia em capacitar pessoas físicas e jurídicas (indivíduos, lideranças, redes, organizações, instituições e empresas), na inclusão social (resistir e criar), por meio do entendimento do mundo como construção mental, através da abordagem comparativa entre o pensamento gandhiano e o advaita vedanta com o pensamento pós-moderno: a percepção é o momento privilegiado do agir. E de que, portanto, pensamento e vontade (estados mentais ; programas mentais; mindware ) são o primeiro aparelho de captura, condição que atinge limite crítico quando se está mergulhado nas “estéticas da comunicação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este método começou a ser estabelecido no início dos anos 80, quando as novas tecnologias surgiram, e o autor criou em 1981, na Escola de Comunicação, o então Centro de Estudos Transdisciplinares de Expressão Visual e Muldimensional-CETEX, hoje o Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;Síntese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Desobediência Civil Mental, como operação psico-política de resistência, organização, mobilização e criação no -e a partir do- corpo-mente, em direção ao corpo coletivo, demanda um sentido de absoluta urgência nesta atualidade engendrada, como dito, nas “estéticas da comunicação”: pois elas, ao hibridizarem ciência, comunicação, arte e psicologia na formação da mídia-mundo, disponibilizam um potencial extraordinário de gênese maquínica sincronizada com gênese físico-biológica do ser vivo –biopoder- o que, no entanto, não fornece, por si mesmas, uma referência ética capaz de dar conta da dinâmica entre Liberdade e Vinculação Social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, como fazer para que a experimentação performática do e no lugar que se acredita vazio do sujeito, isto é, como fazer para com que o preenchimento oscilatório e paradoxal deste que “sou eu” em performance não suprima a afirmação do “outro”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito ainda de outra forma, que referência usar no momento exato da operação perceptiva durante o “tempo nenhum” da “ubiqüidade, da simultaneidade, da instantaneidade”  -quando o tempo dos vários canais e histórias simultâneas convergem, dilatados, bifurcados, “expandindo ou se contraindo e convergindo para um só ponto” - de maneira a que a tolerância (enquanto convívio com a Diferença) quando “se confronta o intolerante com a realidad que todos partilham como espaço vital, [levando-o] ao diálogo incansável e fazer-lo pensar nas contradições de sua posição (...) [para que seja possível] incluir a todos e respeitar um pacto social comum” ?  De maneira a que a percepção escolhida por um sujeito –físico ou jurídico- não implique na supressão da afirmação de outro sujeito, entendida tal supressão exatamente como a própria violência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o ser vivo resolva problemas, como é próprio de sua condição -adaptando-se ao meio, modificando-o ou modificando-se- ele necessita de uma referência que não é, nunca, de ordem tecno-lógica strictu sensu, por tanto da ordem da prótese, mas sim da ordem do conhecimento mental, de um quadro de referência mental, de um pensamento, mesmo que co-produzido maquinicamente, que lhe informe que decisão lhe garantirá a melhor qualidade de vida dentre as fornecidas por sua ontogênese, enquanto ser vivo, e pela “morfogênese das imagens sintéticas que se auto-produzem, fundando uma autopoiesis lógico-matemática, que depende de modelos pré-existentes mas também tem sua margem de invenção, nascida na interação máquina/operador” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a DCM trata de como a pessoa física e jurídica podem decidir a seu próprio favor onto e morfogeneticamente diante da força de “sujeito”, de “autor”, de “ator” que tem a imagem digital. De outra forma, como fazer para que sua decisão lhe seja favorável, entendendo-se como favorável a decisão que não lhe exponha às indesejadas e mortais conseqüências da crise ecológica, da exclusão social e da opção criminal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que a DCM se efetiva como ação afirmativa na Mídia e na Política através da utilização da epistemologia não-dualista, o que permite entender que a produção de Diferença só articula liberdade e vinculação social  (e assim escapa à captura) quando percebe igualmente a Semelhança , de maneira a que, por exemplo, redes de ativismo não sejam meras redes de interesse e que as indispensáveis alianças, também verticais, possam ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem-se como meta a re-construção e ressignificação de conhecimentos e valores para a capacitação (re-educação) das pessoas físicas e júridicas a partir delas próprias, de maneira a que elas se assumam como tais –sujeitos de si mesmas- em meio e para além do capitalismo midiático ou cognitivo; tornando-se visíveis -em primeiro lugar- para si próprios, ao responsabilizarem-se por seus destinos; e ao resistirem e responderem criativamente aos aspectos catastróficos da globalização econômica: em especial através da construção de uma Comunicação e de uma Mídia conscientes (o mesmo que não-violentas , entendendo que a Não-Violência covarde é pior do que a violência por causas justas ) e do fortalecimento das Redes de Ativismo (de Convivência, de revitalização da dimensão do político ).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112171094136751953?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112171094136751953/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112171094136751953' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171094136751953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171094136751953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2005/06/meu-projeto-de-ps-doutorado-aceito.html' title='Meu projeto de Pós-Doutorado é aceito pelo PACC/UFRJ: A Desobediência Civil Mental'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170773101031735</id><published>2004-12-16T16:14:00.000-02:00</published><updated>2005-07-18T14:28:51.020-03:00</updated><title type='text'>Aluna de Linguagem Gráfica aplica nossa percepção das relações entre Mídia, Ética e Estética e sua vida e de sua família mudam</title><content type='html'>Muitos são os depoimentos favoráveis à percepção e metodologia (desenvolvidas nos últimos 30 anos e consolidadas a nível de Mestrado e Doutorado) que uso para tratar das relações entre Mídia, Ética e Estética. &lt;br /&gt;Muitos destes depoimentos estão em meu arquivo.  &lt;br /&gt;Aqui está um deles, para mim especialmente estimulante, da aluna Renata Lehmann:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: "tatapots" &lt;tatapots@terra.com.br&gt;&lt;br /&gt;Date: Wed, 15 Dec 2004 00:26:22 -0300&lt;br /&gt;To: "evandroshaktishiva" &lt;evandroshaktishiva@terra.com.br&gt;&lt;br /&gt;Subject: Conclusão =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Evandro!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aqui é a sua ex-aluna mala, a Renata da EC1 2004-2, pra variar. Tudo bom? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Escrevo-lhe para dizer o quanto foi bom ter aula com você no meu primeiro período da faculdade. Pelo visto, não fui só eu que gostei. Sua participação no nosso amigo oculto é prova disso. Não abrimos a brincadeira para nenhum outro professor - não por mal, mas parece que a única pessoa que fez nascer em nós um sentimento de amizade aluno-professor foi você. Sempre há os que acham que quem se apega a algum professor, é puxa-saco... na nossa turma não foi diferente. Mesmo assim, posso te garantir que gosto de você de graça, e que por mais que soe como auto-propaganda, não é do meu perfil dizer que gosto das pessoas apenas para conseguir algo em troca. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estou enchendo sua caixa-postal mais uma vez - só que agora para dizer o quanto eu me tornei uma pessoa melhor depois de suas aulas. Obrigada por ser um cara tão doce e amável com seus alunos. Creio que dificilmente encontraremos outro professor tão amigo quanto você. Não sabia que poderia aprender tanto sobre a vida numa universidade...definitivamente sou uma pessoa mais tranquila, com menos "colapsos psicóticos".  Aprendi com você a ser um ser humano menos reto - a aceitar as diferenças do Outro e a nunca mais julgá-lo. Sempre há alguma coisa linda dentro de cada pessoa que , se temos a oportunidade de conhecer, somos realmente privilegiados. Porém, só seremos privilegiados se estabelecermos um "entre" com o &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outro. Aprendi a escutar mais do que falar; a sorrir mais do que reclamar e a gostar de mim do jeito que eu sou. Obrigada por tudo Evandro. Eu realmente espero que continuemos amigos e que, você e a sua família tenham na vida toda a paz e tudo de bom que há no mundo, pois vocês merecem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ah, e não sei se você vai ficar feliz com isso, mas saiba que você arranjou uma propagadora do mundo "Evandrístico". Tento semear nas pessoas o mesmo que você tentou semear nos seus alunos: mais paz de espírito e serenidade e menos corrupção humana, menos violência. Meu pai e meu namorado mesmo já são ótimos alunos =) O primeiro é arquiteto e o segundo, administrador. Mesmo não estando inseridos no mundo das ciências humanas, ficam completamente curiosos e interessados (além de boquiabertos) com as verdades e melhoras que a linguagem gráfica nos proporcionam =)  Meu pai já até roubou sua dissertação de mim para lê-la. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outra coisa: sou infinitamente agradecida a você também por me ajudar a ajudar (sem que eu percebesse) meu pai a parar de fumar. Antes eu não tinha paciência com ele, e não entendia que quanto mais grosserias e mais chantagens eu fizesse, menos estímulo ele teria para parar de fumar. Mas nunca tinha pensado o quão importante era dizer o quanto eu gostaria de abraçá-lo, e de ficar mais perto dele. E que o cheiro de cigarro dele somado a todas as minhas alergias e problemas de faringe só me afastava dele. Só me fazia ficar mais triste por não poder estar perto dele, que eu tanto amo. Eu nunca tinha dito a ele que o amava. Pois bem, falei isso já sem intenção nenhuma deconvencer, apenas como desabafo. Estabeleci um diálogo com ele, viramos amigos. Aprendi com você que a violência do ato de tentar forçar ou impor algo a alguém, só torna as coisas mais desagradáveis. Sem que eu percebesse, ele parou de fumar. Já está há 1 mês sem colocar um cigarro sequer na boca .  Um cara que fumou como uma chaminé desde os 13 anos de idade, e que agora tem 51, disse para &lt;br /&gt;mim que ele não sabia que eu gostava tanto dele assim, e que para ter o carinho da filha dele, e apenas isso, ele parou de fumar. Isso pra mim já valeu a vida inteira. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Acho que não preciso dizer mais nada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Muito obrigada por tudo, Evandro! Você é show de bola mesmo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um grande abraço cheio de boas vibrações para você e para sua família&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Renata Lehmann&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170773101031735?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170773101031735/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170773101031735' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170773101031735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170773101031735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/12/aluna-de-linguagem-grfica-aplica-nossa.html' title='Aluna de Linguagem Gráfica aplica nossa percepção das relações entre Mídia, Ética e Estética e sua vida e de sua família mudam'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-109400810654608154</id><published>2004-08-31T23:51:00.000-03:00</published><updated>2004-09-01T00:08:26.546-03:00</updated><title type='text'>A Ancestralidade, o Rim e o Umbigo: Reflexões Práticas no Inverno Anual e Civilizatório</title><content type='html'>Artigo de Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(escrito para a minha intervenção no trabalho Inverno-Ciclo das Estações pela Medicina Chinesa Antiga, dirigido pela Dra. Rose Souza, em 04.08.2004, na Associação Brasileira de Arte e Ciência Oriental, Rio de Janeiro, dirigida pelo Dr. Raimundo Sohaku)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me perguntam "Como cuido de mim ou de minha organização?", recomendo a construção de estados mentais não-violentos. Neste Inverno, a Dra. Rose Souza chama a atenção, em seu reconhecido trabalho, que esta Estação é, para a medicina chinesa antiga, o Tempo do Rim e da Bexiga. E que no Rim está armazenada a Ancestralidade, esta questão decisiva em minha vida e trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção de estados mentais não-violentos, o mesmo que estado de saúde, depende de que tenhamos nossa mente focada nos ensinamentos que advêm do fato concreto –inarredavelmente científico- de que temos ancestrais e que nossa interdependência para com eles precisa ser levada em conta. O que demanda um grande esforço, pois a economia psíquica pós-moderna se organiza ao redor da antecipação do futuro, ou seja, do que vem depois, do próximo objeto, da próxima conquista (seja de uma pessoa que assim se torna um objeto ou de qualquer outro objeto de consumo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente quando estive na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro  (1) para falar a respeito das relações entre a não-violência mental e a saúde psíquica e social, uma especialista presente comentou um fato extremamente sintomático. O Hospital da Aeronáutica/RJ -o antigo e belo Hospital Alemão, situado no Rio Comprido e entregue ao Governo Federal em 1942- passou recentemente por uma reforma de "modernização" e a pedra fundamental daquele histórico prédio simplesmente sumiu. Ninguém sabe onde está o fundamento. Não é à toa que a medicina alopata trabalha apenas o sintoma e desconhece a origem causal, pois ela só pode ser encontrada sempre a partir do passado, do fundamento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário desta tendência cada vez mais intensa hoje de valorizar apenas o "novo", a ciência prova exaustivamente que é apenas graças aos nossos ancestrais que temos existência. Graças à árvore da qual somos fruto: tanto a árvore genealógica mais diretamente humana, nossos ancestrais pré-históricos, quanto aos nossos impensáveis ancestrais biológicos, celulares. Recentemente o estudo do genoma humano, por exemplo, nos revelou insuspeitos e íntimos parentescos nossos com certos animais como o rato…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientificamente, somos uma grande família. Como seres vivos e como seres sociais, nós somos descendentes -por reprodução- não apenas de nossos antepassados humanos, como dito, mas, muito além, de ancestrais não-humanos e por isso muito diferentes e que remontam há mais de três bilhões de anos. As células eucariontes, por exemplo, que compõem a totalidade dos corpos humanos, surgiram por volta de dois a dois bilhões de meio de anos atrás… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as nossas células são descendentes, igualmente por reprodução, da célula particular que se formou quando um óvulo se uniu com um espermatozóide e nos deu origem (2). Não levamos em conta esta realidade em cada uma de nossas decisões, por exemplo. E é assim que ficamos doentes, desmemoriados do que somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as células de um indivíduo são portanto descendentes da célula particular que se formou quando um óvulo de sua mãe se uniu com um espermatozóide afeiçoado por ele. A ciência já sabe que o óvulo se relaciona com os espermatozóides que se aproximam dele e libera determinadas substâncias que amolecem a área de seu próprio envólucro que está justamente diante do espermatozóide pelo qual também se afeiçoou, selecionou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, o Princípio Feminino participa ativamente da concepção (3), ao contrário do que fala a versão patriarcal/machista ao exaltar aquele "único e bravo" que venceu, "por si só", todos os outros, e "penetrou" na "passiva fêmea"… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação entre estes opostos complementares, a oposição-fundamento Yin e Yang, é a origem de você, que me lê agora. E mais: você continua a ser e sempre será apenas relação, como fostes na origem. Uma origem que não está no passado. Que está agora, em cada célula sua, em cada percepção sua à palavra que falo, em cada gesto no qual escrevo para você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença, portanto, é a desconexão. É a perda da memória da Origem, esta que se manifesta na Ancestralidade. A Origem é assim esquecida e fica mentalmente separada do Ser Humano, que se pensa independente dela, de forma absoluta e última: Natureza separada de Cultura, Homem separado de Mulher, Vitória separada de Derrota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isto que "ser vitorioso" é dominar, humilhar, abandonar o outro, excluí-lo, para pateticamente querer cuidar "apenas de si", como se isso fosse possível. Como uma criança congelada na fase do "quero-porque-quero", quando pensa existir sozinha…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estatísticas da violência e da miséria de todas as ordens estão aí para comprovar este estado atual de infância generalizada (4). Que é exatamente o contrário da experiência de comunicação, da experiência de saúde, da experiência de democracia, aquela que ocorre entre, na relação efetiva entre células, orgãos, pessoas, culturas, civilizações (5). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doença é a não-comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso o Dr. Hélio Holperin vê em seu trabalho com a homeopatia a "relação íntima entre a doença, que é um comportamento celular, e o comportamento humano, que é o reflexo do nível de consciência de quem adoece" (6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, uma simples Olimpíada escolar existe apenas pela idéia de que poucos vão ganhar o "melhor" e a maioria vai ficar na pior, à espera de um dia ser "vitoriosa". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma péssima e sintomática pedagogia, que nos faz entender o ódio de uma torcida contra a outra, de uma corporação contra a outra, de uma religião contra a outra, enfim o ódio entre crianças, entre alunos, alunos e professores, pessoas, partidos, classes, religiões, corporações, traficantes, mendigos, amantes, e mesmo, de forma muitas vezes surda, amigos e familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É preciso que entendamos, se queremos estados mentais não-violentos (a cura) que a oposição é, sim, própria da Vida. E que ela exige que o indivíduo (o sujeito do ponto de vista ocidental) se afirme, como cada um de nossos ancestrais se afirmou para que estivéssemos aqui vivos. Mas trata-se de uma afirmação que não se faz na exclusão e supressão do Outro. Exclusão e supressão que é a violência. A doença. Sua origem? A perda do sentido de Unidade (7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a re-incorporação da Ancestralidade, através de metodologia própria para a lembrança mental e corporal, é o remédio que restabelece o vigor das redes que são as nossas famílias internas (celulares, orgânicas, emocionais, mentais, energéticas, enfim Chi manifesto) e nossas famílias externas (consanguinidade, vizinhança, comunidades, organizações, instâncias do Estado, corporações econômicas, mídia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, a maneira mais eficaz de avaliar a justiça e a bondade de um reino continua a mesma recomendada pelo clássico da mutação I Ching (8) e que, entendo, podemos aplicar também na avaliação do reino do corpo: percorrer todas as partes do reino para ver como as coisas realmente estão. Se os estados mentais do sujeito se movimentam em acordo ou desacordo com as qualidades formais e sensíveis dos orgãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença é portanto realmente falta de comunicação, como percebemos Dr. Raimundo Sokaku e eu nos anos 80, em uma de nossas sempre longas conversas a respeito das relações entre a Tradição e o vigor de uma Cultura de Saúde. Hoje, eu sustento que doença é a não-comunicação, na medida em que compreendida a lição de cada uma das doenças, ou seja as virtudes que precisam ser aprendidas, elas deixam de ser doença como maldição e passam a ser simplesmente irmãs, misericordiosa revelação dos ensinamentos que vêm da face mortal de nossa Mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última greve de fome de sua vida, Mahatma Gandhi tinha 78 anos. Era janeiro de 1948, aquele herói lutava pela Paz na Índia e no Paquistão, dilacerados, divididos e "independentizados". Aqueles que o iriam assassinar já tinham chegado a Nova Delhi. Cuidar do Mahatma era uma tarefa difícil, pois ele estava quase à morte, à beira da coma total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os representantes máximos de todas as forças políticas e religiosas decisivas da Índia e do Paquistão, e mesmo a do ex-Vice-Rei do Império das Índias -então já Governador-Geral da Índia e do Paquistão- estavam a sua cabeceira, convocados por ele a se entenderem. Sob a pena de Gandhi se entregar deliberadamente à Morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, tratava-se do destino de 400 milhões de seres humanos, e se ele estava no fiel da balança, era por estar focado na não-violência, no respeito à totalidade, na honra à Ancestralidade que exige a tolerância, o diálogo, o respeito mútuo, o encontro da semelhança que re-une os irmãos e as irmãs. Re-une a dispersa família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo uma magnitude que palidamente se percebe após centenas de páginas e muita meditação, Gandhi (9), a Grande Alma (este é o significado de Mahatma), apresentou bruscas crises de desespero -em momentos de muita intimidade- diante de alguns minutos de atraso na chegada de um item vital em seu código de higiene. Contrito com seu próprio paradoxo, assim ensinou: "Não nos tornamos verdadeiramente conscientes de nossas imperfeições (…) senão atravessando uma prova como o jejum" (10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória da ascendência sobre si, &lt;br /&gt;pelo exercício da memória de quem se é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que aquele que se reconhece como indivíduo, e começa a se instalar de forma densa quando o cordão umbilical é cortado, necessariamente precisa se reconhecer como responsável por si mesmo. E isso dá medo. E mais, dá pânico. Um pânico aterrador. "Estou sozinho" é um estado mental muito próximo ao de "fui abandonado", quando a Mãe é maldita. Agora vejam! O estado emocional (aqui o mesmo que estado mental) relacionado com o Rim é exatamente o medo, o pânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto o Rim nos fala que é para vencermos este medo infantil, que nos faz querer controlar compulsivamente o mundo, e que cresce até se tornar pânico generalizado, este estado mental que caracteriza os dias atuais, com sua violência, guerra, miséria e terror. Entre o Nascimento dado e a invernal e escura Morte certa, o ser humano tem muitas razões para ter medo e pânico, mas trata-se de um estado mental superável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, nossos ancestrais chineses nos ensinam que a virtude relacionada ao rim é a força de vontade. Exatamente a qualidade necessária para superar o pânico e construir estados mentais não-violentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com honestidade, sinceridade e integridade (atitudes recomendadas pelo Dr. Hélio como favorecedoras do Rim e Vias Urinárias [11]) precisamos manter na mente os ensinamentos da Ancestralidade. Esta chama que seria a de uma olimpíada adequada ao Terceiro Milênio: aquela em que se busca a vitória sobre o estado bárbaro que está dentro de cada um de nós (12); a vitória da ascendência sobre si, pelo exercício da memória de quem se é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensinamento esquecido do Umbigo:&lt;br /&gt;a memória dos Tempos e da Eternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos umbigos são a maior lição evidente de ancestralidade que temos inscrita em nossos corpos. Tão devocionalmente interessados e crentes na "potência" libertadora e criadora do ciberespaço por si mesmo, esquecemos de olhar para o nosso próprio umbigo e vê-lo como a tomada de conexão da rede da ancestralidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta rede que nos pluga à nossa mãe e pai, às mães e aos pais deles, e mais uma vez às mães e aos pais daqueles, e também, e dos outros mais, fios de hereditariedade que se encontram na memória dos tempos. Exatamente esta genealogia que precisamos ter em mente, e que ultrapassa a história humana e mergulha –na mesma proporção em que mergulhamos em nossos corpos os alimentos, a água e o ar- na inexorável e determinante história biológica da Vida e do Universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos entender que o Umbigo, ao contrário de nos inspirar apenas como egoístas, em verdade nos lembra da Mãe e esta do Pai, e este da Mãe, e enfim, e por começo, do Colar da Ancestralidade. Como o formado pelo oceano, praias e rios de hoje e de ontem nos quais repousam todos os grãos de areia. Como nós, humanos, queremos repousar dinamicamente em nossos corpos, em todas as nossas relações, por todas as nossas relações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutemos então neste Inverno a voz da Ancestralidade, da qual a Voz Indígena (13) nos fala de forma tão privilegiada. Pois ela é a nossa própria voz. A voz das verdades necessárias a cada um de nós e que só se revelam na medida exata de nosso esforço disciplinado. Do esforço de aprender a medicina -usando uma expressão indígena norte-americana- do Inverno. Deste Inverno não apenas no sentido do Ciclo Anual, mas também, e sobretudo, no sentido de Inverno Civilizatório, pois com certeza os ventos que ventam na epopéica Civilização Ocidental são agora invernais e escuros. Este é a aventura que se oferece a nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Tema apresentado no debate promovido pelo Serviço de Reabilitação da Polícia Federal/RJ, em 27.08.2004, a respeito da atual condição masculina, a partir das questões do filme Beleza Americana, que encerrou da série de dez encontros do projeto Reflexão para Homens da Polícia Federal. Faziam também parte da mesa (sob a responsabilidade do coordenador do referido Serviço, Sr. João Paulo Bezerra do Nascimento, agente da Polícia Federal, fisioterapeuta, acupunturista, e do Dr. Luiz dos Santos, psicológo): o Dr. Sebastião Luiz Rodrigues Moreira, homeopata, agente da Polícia Federal e presidente do Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal no Rio de Janeiro; e o Dr. Philippe Bandeira de Mello, psicólogo yunguiano e transpessoal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ver MATURANA, Humberto R. e VARELA, Francisco J. 2001. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. Palas Athena, São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. WILHEIM, Joanna. 2002. O que é psicologia pré-natal. Casa do Psicólogo. p.25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Refiro-me ao conceito de Lacan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Ver OURIQUES, Evandro Vieira (org.). 2003. Diálogo entre as civilizações: a experiência brasileira. ONU, Rio de Janeiro. Apoio institucional UNESCO, Viva Rio, MIR/ISER, CETCC/ECO/UFRJ e Associação Palas Athena. Este livro está disponível para download gratuito em www.unicrio.org.br, Biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.HOLPERIN, Hélio. 1999. A cura pelas virtudes, um redimensionamento da saúde e da cura. Pensamento, São Paulo. p.8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Ver OURIQUES, Evandro Vieira. 2002. Como o ser humano voltou ao lugar de onde nunca saiu: a Unidade Sagrada. In www.uri.org/rio2002, Ciclo Preparatório da Assembléia Global da United Religions Initiative, Mesa-Redonda Os Imperativos Ecológicos e a Mobilização da Sociedade. URI, Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro/ISER e Viva Rio. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8. Ver JULLIEN, François. 1997. Figuras da imanência: para uma leitura do I Ching, o clássico da mutação. Editora 34, Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Sobre o papel transmutador da entrega com propósito, é muito importante compreender a questão da ação desinteressada. Ler, p.ex.: OURIQUES, Evandro Vieira. 2004. Gandhi e a ética na mídia. In http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=291ASP021&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. LAPIERRE, Dominique e COLLINS. Larry. 1976. Esta noite a liberdade. Círculo do Livro, São Paulo. p.478. Trata-se de longo e muito interessante trabalho, apesar de mostrar-se escrito sob uma forte ótica européia e sobretudo pró-inglesa. No entanto, tendo em vista o reconhecimento que Gandhi faz em sua autobiografia de outras dificuldades pessoais, registro esta citação por ela exemplicar bem o caráter titânico da luta pela ascendência sobre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. HOLPERIN. 1999:49&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Refiro-me à expressão do sociólogo francês Michel Maffesoli: ver seu livro A razão sensível. 2001. Editora Vozes, Petrópolis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Ler OURIQUES, Evandro Vieira. 2004. A Voz Indígena. In http://www.rebelion.org/mostrar.php?tipo=1&amp;id=91. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-109400810654608154?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/109400810654608154/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=109400810654608154' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/109400810654608154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/109400810654608154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/08/ancestralidade-o-rim-e-o-umbigo.html' title='A Ancestralidade, o Rim e o Umbigo: Reflexões Práticas no Inverno Anual e Civilizatório'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-109400643710936413</id><published>2004-08-31T23:35:00.000-03:00</published><updated>2004-08-31T23:40:37.110-03:00</updated><title type='text'>Sobre a Ação Desinteressada em Gandhi e a Ética na Mídia</title><content type='html'>Artigo de Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Publicado em vários sites, entre eles Observatório da Imprensa, Consciencia.net, Revista NovaE, Comunique-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, em uma conhecida lista de discussão a respeito de éticae mídia, alguém qualificou Mahatma Gandhi e Dom Hélder Câmara de"falsos profetas", chegando a esta conclusão inquietante, e sintomática como procurarei mostrar, apenas avaliando dois pensamentos destes homens, que haviam sido gentilmente postados na lista por outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Hélder foi considerado "falso profeta" por ter dito algum dia que "o segredo para ser e permanecer sempre jovem, mesmo quando o peso dos anos castiga o corpo, é ter uma causa a que dedicar a vida". Isto foi considerado um sofisma, pois para se viver se precisaria saúde, e em relação a se ter uma causa para isto, foi recomendado cuidado, pois Hitler também "tinha, e bem definida, uma causa". Por sua vez, o crime de Gandhi foi ter dito, também um dia, que "a satisfação está no esforço e não no resultado final". Esse princípio, central no pensamento gandhiano, foi considerado uma "falácia", pois "em qualquer atividade o importante é o resultado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles foram assim sumariamente julgados e condenados em exatas 57 palavras, incluindo a assinatura da mensagem a qual analiso: tanto Gandhi, o homem prático que recusou os modelos simplificadores e criou uma ética operacional política que libertou os "intocáveis" e a Índia por meios não-violentos, fundando assim um novo regime político e um Estado, e pondo a pá-de-cal no Império Britânico; quanto Dom Hélder, o ganhador do exigente Prêmio Popular da Paz, defensor enérgico da Teologia da Libertação e da Não-violência durante a sombria Ditadura Militar brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflitamos um pouco sobre este caso. O que Gandhi -que nunca foi profeta, quanto mais falso- fez ao falar do desapego em relação ao resultado das ações, é negar o produtivismo, essa mentalidade doentia que, hoje de forma ainda mais intensa do que nos dias gandhianos, sincroniza os aspectos sombrios do capitalismo tardio com a irreferência da pós-modernidade, paradoxalmente referenciada no "livre" exercício de quaisquer desejos, cuja legitimidade é apenas a de sentí-los, e no dinheiro como equivalente geral, como Marx o denominava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em vigência hoje, sabe-se, é a mercantilização absoluta das relações, quando nos obrigamos a calcular o lucro que cada ação e cada relação nossa nos trará, para que o acumulemos, como se isto fosse felicidade. É esta mentalidade, precisamente, que fez com que a cultura de comunicação fosse sucedida pela atual cultura da informação, pois a experiência de comunicação é aquela da ordem da diferença, e portanto,  aquela que se produz apenas no entre, nas relações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura da informação, ao contrário, é exatamente a que se constrói no dirigir-se a, ou seja, é aquela a qual só interessam os resultados da atividade, que serão obtidos junto à audiência pela transmissão da informação dirigida a ela, da maneira a "mais eficaz possível". É daí que temos a cultura da eficácia, do produtivismo, e o entendimento da Comunicação não como communication mas apenas como communications, ou seja, apenas como meios de comunicação, meios de persuasão. (Im)puro convencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembramos como esta perspectiva interessa ao sistema, já que é ela que o sustenta ao garantir o esquecimento da experiência -sempre livre e desinteressada- da comunicação (pois nunca podemos saber onde as conversações nos levam) em prol da ação interessada no mundo, da transformação do mundo em mercado, do sujeito em consumidor e do pensante em idiota, seja lá qual for a cor de sua pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gandhi fala exatamente do oposto. Ele não age porque vai ganhar alguma com isso no sentido vulgar. Ele age porque este comportamento é da ordem da ética. É ético. E por ser ético, basta a si próprio, não necessitando de nenhum resultado "objetivo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém está entendendo estas rápidas considerações como mera divagação, o que é compreensível pela falta de hábito capitalista e pós-moderno de pensar, ainda mais com vagar, sublinho que do ponto de vista o mais pragmático que seja, é através do desapego dos resultados da ação que podemos eliminar, por exemplo, a correspondente frustação e depressão -um dos padrões psiquícos mais presentes na humanidade hoje- que teremos que incorporar e administrar se vivemos na expectativa do reconhecimento alheio para cada atitude nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Generosidade é outro nome deste desapego, que certamente é da ordem da solidariedade, aquela a qual o Forum Social Mundial, por exemplo, tanto se refere quando examina se um outro mundo é possível, ou nós quando trabalhamos para saber se uma outra comunicação é possível. Ou, a rigor, se a experiência de comunicação ainda é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precipitação deste julgamento infeliz me faz lembrar de todos os meus próprios julgamentos infelizes, que acabaram por me convencer, inclusive a partir do exemplo de pessoas extraordinárias como Gandhi e Dom Hélder, que se queremos ética, e consequentemente ética na mídia, devemos avaliar sempre de maneira profunda e vagarosa tudo o que se apresenta, começando por nossos desejos e idéias, pois, como se sabe, a superficialidade promovida pela velocidade extrema é exatamente pilar da cultura tecno-lógica. E acabamos sendo pensados e sendo sentidos pelo discurso que nos atravessa e que, pelo hábito e pela "objetividade apressada" em obter resultados com nossas atividades, terminamos tragicamente acreditando ser nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, em relação a Gandhi, por exemplo, sugiro para os que querem superar o jugo do Império Americano ("o estado de espírito bárbaro está em cada um de nós", citando Maffesoli), a leitura de O caminho é a meta, Gandhi hoje, de Johan Galtung (Editora Palas Athena, 2003). Ele é o pioneiro e renomado cientista social especialista em estudos para a paz e teoria dos conflitos, que atua nas universidades do Havaí, de Witten/Herdecke, de Tromsoe e na Universidade Européia da Paz, e fundador da Transcend (transcend.org),  e que já trabalhava pela paz na década de 70. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Gandhi fez, em essência, foi constituir uma moral pelo exemplo, aplicando à sua própria vida as reformas que pregou e conclamando os cidadãos a demonstrarem a capacidade política de se governarem, através do exercício diário do auto-domínio, estimulando o outro, através do exemplo, a modificar o seu comportamento: lutando, portanto, primeiro contra si próprio para dominar-se em relação à série infantil eu-quero-porque-quero (a lógica da sociedade de consumo) e dessa forma ganhar ascendência sobre si,  a maneira, aí sim, mais eficaz de nos livrarmos da obsessão do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-109400643710936413?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/109400643710936413/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=109400643710936413' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/109400643710936413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/109400643710936413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/08/sobre-ao-desinteressada-em-gandhi-e.html' title='Sobre a Ação Desinteressada em Gandhi e a Ética na Mídia'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170312894306900</id><published>2004-08-18T12:35:00.002-03:00</published><updated>2008-04-05T11:57:11.915-03:00</updated><title type='text'>Como o ser humano abandonou a Mãe Natureza e porque ele se vê obrigado a retornar ao lugar de onde nunca saiu: A Unidade Sagrada*</title><content type='html'>Artigo de Evandro Vieira Ouriques, Dr. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Este artigo foi escrito a partir de seu livro (dirigido ao público de diálogo inter-religioso leigo em assuntos acadêmicos),&lt;br /&gt;Yoga, Tradição e Ciência: um encontro revelador para os dias de hoje, publicado pelo NETCCON.ECO.UFRJ em 2001]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos compreender que a origem de toda a crise humana é apenas uma: o abandono da Mãe Natureza, por volta de 4000 a 3500 a. C.. Naquele momento, a sociedade humana teve a pacífica maneira matrifocal na qual vivia destruída por hordas bárbaras de invasores que adoravam deuses guerreiros. Eles destronaram as antigas deusas, rebaixando-as a esposas, filhas e consortes e implantaram, assim, uma nova concepção de mundo dominada pelos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é origem da crise: o desprezo pelo Princípio Feminino. O abandono do equilíbrio entre Shiva e Shakti; entre Pai e Mãe; entre Céu e Terra; entre Yin e Yang; entre Princípio Feminino e Princípio Masculino. É por isto que a superação da dor da Humanidade depende de nosso empenho em recuperarmos esta Unidade Sagrada, da qual a unidade espiritual das religiões é espelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É disto que vozes minoritárias sempre falaram no Ocidente, ecoando suas próprias tradições espirituais. Mas apenas com a instalação da crise, a partir do final do século XIX, estas vozes passaram a ser mais e mais ouvidas, ecoando também, então, as tradições espirituais do Oriente. Hoje chegamos ao limite. Dez anos após a ECO-92 estamos construíndo a ECO-Espiritual que é a Assembléia Global da URI e a Aldeia Sagrada, pois para resolver a crise ecológica, em verdade, precisamos resolver a verdadeira questão que é o resgaste da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que todas as avaliações feitas dos compromissos firmados na ECO-92 em relação ao desenvolvimento auto-sustentável são muito pouco animadores (1). A consciência ainda deficiente do ser humano insiste na destruição. Se abandonamos nossa Mãe como não brigarmos -até a morte- com nossos irmãos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que este quadro seja revertido precisamos mais do que ouvir, no sentido estrito, a Unidade Sagrada, da qual fala de forma privilegiada, por exemplo, a Voz Indígena (2). Precisamos por a Unidade Sagrada imediatamente em prática. Vigiar, de verdade, todo o nosso comportamento para que a nossa ação possa ser testemunha viva Dela. É disto que precisamos para revelar a Paz no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência mostra exatamente quando o patriarcado e a dominação masculina substituíram a ordem social mais antiga e mais harmoniosa (3). Muito mais do que mulheres em cargos de autoridade, o matriarcado significava ter o centro ético da organização psicológica e social fundado em valores culturais muito diferentes. Enquanto o patriarcado vive da imposição da lei, de uma ordem que se quer impor de for a para dentro, o matriarcado estabelece costumes, hábitos que vêm de dentro dos indíviduos para fora. Ou sejam, auto-organizatórios, porque lembram da Origem. Enquanto o patriarcado estabelece o poder militar, o matriarcado estabelece a autoridade espiritual, a autoridade ética. Enquanto o patriarcado encoraja o valor, a força e a perícia do guerreiro individual (endeusando a vitória e desprezando a derrota), a estrutura matriarcal estimula a coesão do coletivo. Valoriza não o heroísmo egóico mas a grandeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização Divina na Terra, Divina Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No matriarcado, a natureza e a fertilidade eram o coracão, a alma da existência. Toda a vida humana era impregnada por este diapasão. A dimensão sexual, por exemplo, era vivenciada como poder regenerativo, dádiva ou bênção do divino. A natureza sexual era inseparável da atitude espiritual. O ato sexual era oferecido à deusa, reverenciada pelo amor e pela paixão. Tratava-se de ato honroso e respeitoso, que agradava tanto à dimensão divina quanto a dimensão mortal, como vivência coesa e indistinta entre espírito e matéria. Realização divina na Terra. Tratava-se, assim, sem dúvida, de uma sociedade fundada na inseparabilidade. Na união inclusiva dos opostos complementares. E não na diáspora trágica em que vivemos hoje, em que exponenciamos sermos os perseguidores de nós mesmos, numa roda-de-fogo torturante e destrutiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Mãe Natureza começou a ser tratada como inimiga, separada de Mim, tratada como o Outro e não mais como o Mesmo, como ela e não mais como eu mesmo, iniciou-se a operação de esquecimento do Ser, assumindo-se a opção de que o ser humano é algo diferente dela. Algo que não pertence a ela, e que destina-se a dominá-la, subjugá-la, utilizá-la para seus próprios (do ego) interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constrói-se assim uma cultura auto-referenciada, antropocêntrica, fálica e consequentemente bélica, centrada na dominação e no uso exploratório de tudo aquilo que é nutriz, delicado, sensível, misterioso, incontrolável. É por isto que sexo só pode ser pornográfico e dinheiro só pode ser obtido por meios escusos. Todo o caráter prazeiroso e próspero da Mãe Terra, que a tudo criou, perdeu-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Separado, em sua fantasia, de sua Mãe, o ser humano optou por uma espécie de jardim de infância retrógado, no qual mantém-se, inapropriadamente, na inconsciência da realidade de sua própria existência. Temos então esta situação paradoxal: o ser humano rejeita sua essência, rejeita Brahman, rejeita todos os nomes do Inominável, rejeita a Consciência Cósmica; e como não pode fazer isto de fato, mas apenas de maneira fantasiosa, continua a necessitar dela como necessita do ar. É daí que nasce, por exemplo, a situação patética dos engarrafamentos nas vias de saída de todas as cidades do mundo às vésperas de feriados e finais de semana. Trata-se da nostalgia dramática em relação à natureza. Da mesma forma que a obsessão sexual, quando o corpo do outro é a única presença da Natureza em meio ao estéril ambiente construído apenas com a razão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fantasia da Separatividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mostra Pierre Weil, "toda a história da humanidade posterior a esta queda na fantasia da separatividade, consiste em uma luta silenciosa entre duas forças: as do desejo ligado a este fantasma que leva à Neurose do Paraíso Perdido e a da nostalgia inconsciente do estado de Sabedoria primordial da Consciência Cósmica não-dual. Todos os esforços dos grandes mestres de Israel e da Humanidade, de Moisés a Cristo, passando por Salomão, os Profetas, os Essênios, e os Terapeutas descritos por Philon de Alexandria, dos Rishis do Ganges aos Budas do Tibet, das Escolas da Tradição a Krishnamurti, Sri Aurobindo, Teilhard de Chardin, René Guénon, Gurdjieff, entre outros, assim como a psicoterapia em suas linhas mais avançadas como as de Jung, Maslow e Assagioli, destinam-se a restabelecer no homem a vivência da inseparabilidade da Consciência Cósmica" (4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosseguindo com Weil, "Freud, ao mostrar a existência de um inconsciente, no qual se encontram reprimidas certas pulsões instintivas fundamentais, abriu a porta para uma melhor compreensão daquilo que foi reprimido na história da humanidade. Como ele próprio diz "...a gênese das neuroses nos aparece sob a seguinte fórmula simples: o "ego" tentou abafar certas partes do "id" de uma maneira imprópria, ele malogrou e o "id" se vinga (...) sob a forma da reação patológica; é exatamente isso que Maslow nos demonstra. Neste caso, a fonte do maior sofrimento da humanidade é a repressão de tudo aquilo que estes valores intrínsecos representam: a Árvore da Vida..." (5), ou seja, a sabedoria primordial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo que nos diz a terceira carta do tarô, a Terceira Estação: A Imperatriz. Nas palavras de Rita Lee: "Estou no colo da Mãe Natureza. Ela toma conta da minha cabeça". É a perda deste comando que fez o mundo perder a cabeça. Nesta carta encontramos Deméter, a deusa grega da terra cultivada, em seu florido jardim, que sucedeu à deusa primordial Gaia, a Mãe Terra, uma vez que com a agricultura -o jardim florido- a Mãe Natureza começou a ter o seu papel reduzido, até ocupar apenas o lugar de matéria prima, recursos a serem utilizados para o objetivo da obtenção de lucro a qualquer custo. Segundo a cosmogonia grega, Gaia, a Terra, através de geração espontânea, dá à luz a Urano, o Céu, que é seu filho e seu amante. Das montanhas, olhando fixamente para baixo, para ela, ele fez cair a chuva fértil sobre as secretas fendas de sua mãe -sagrada eroticidade- e ela produziu grama, flores e árvores, e criou os pássaros e as feras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejeitando a Mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As evidências recentes da arqueologia, em especial as descobertas na Europa meridional e na Turquia, comprovam que a humanidade viveu durante milhares de anos em um estado de absoluta integração com a natureza, de onde extraía o seu alimento e proteção (6). Esses primeiros habitantes do nosso planeta viviam de acordo com as leis e os ritmos da natureza e reverenciavam essa força maior através do culto à deusa Mãe. Eram as sociedades matriarcais, estruturadas em um modelo econômico de propriedade solidária das riquezas produtivas e divisão igualitária dos bens de consumo. O trabalho era para o grupo -enquanto máxima expressão do indivíduo- uma vez que o que você faz não é para você mas para os outros, para o coletivo. Karma Yoga. Nelas, os mais velhos eram respeitados exatamente por serem os depositários, os livros-vivos nos quais estava gravada a Tradição: a experienciação da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existiam a propriedade privada, nem a neurose do ter substituindo o ser, como Erich Fromm já alertava há décadas e décadas atrás; nem as guerras de conquista, nem a dominação do homem pelo homem -aquisições culturais mais recentes da nossa história. Essas primeiras sociedades agrícolas viviam em colônias confortáveis e usualmente não-fortificadas. Produziam uma cerâmica muito elaborada. Elas eram basicamente pacíficas e não existia qualquer sistema de estratificação social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem vivia em uma relação de parceria e cooperação com a mulher. As mulheres geralmente permaneciam nas aldeias recolhendo frutos e grãos e cuidando das crianças da tribo, enquanto os homens saíam em bando para caçar. Com o passar do tempo, as mulheres começaram a perceber que as sementes que caíam próximo às suas habitações faziam surgir novos pés de frutos. Estava descoberto o cultivo da agricultura, que, segundo a mitologia grega, foi revelada à mulher pela deusa do trigo, Deméter, sabemos, a Imperatriz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tribos de então eram predominantemente nômades e tornaram-se, por volta de 9000 a.C, sedentárias passando a ter seu sustento através da colheita agrícola. Nesses tempos eram realizados intensos e complexos rituais religiosos para garantir a fertilidade da mulher e da terra, intimamente correlacionadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses rituais geralmente aconteciam na lua cheia -apenas uma das quatro fases cíclicas da lua, como a menstruação; ao contrário da fixidez do sol, masculino, sempre cheio. É importante sublinhar, e a medicina ayurvédica tem isso como central, que se o Sol é mais constante, atravessando um ciclo de energia a cada 365 1/4 dias, e nunca estando ausente durante o dia, a Lua às vezes está cheia e brilhante e em certos momentos completamente ausente. É ela quem governa, isto a ciência reconhece há muito tempo, as marés dos oceanos, e governa também os oceanos cósmicos, estes oceanos que são as águas da existência na tradição hindu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Feminino Come o Masculino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muitíssimo importante ressaltar o princípio, registrado por Joseph Campbell, "que ela (a Lua) engole o Sol no Oeste e volta a dar-lhe nascimento no Leste. E o sol atravessa o seu corpo durante a noite" (7). A metáfora tântrica é muito clara. No amor físico transcendental entre o princípio masculino e o princípio feminino é o feminino que engole, que é ativo. Como no amor tântrico, em que a mulher fica por cima, come o masculino -ao contrário da idéia comum do homem "comer" a mulher. O Sol, masculino só renasce após percorrer, por dentro, durante toda a noite, o corpo feminino. O masculino é engolido pelo que não controla, e renasce exatamente por se deixar ser engolido. Renasce por não temer o insondável. Não temer a morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe agora as pontas de seus dedos. Veja suas impressões digitais. Não existem outras iguais em todo o mundo. De onde vêm estas perfeitas espirais, presentes nas pontas de nossos dedos, presentes nas intocáveis galáxias de incalculável grandeza? Mistério. Como a espiral do DNA. Como a espiral de Kundaliní subindo por Sushuma, unindo as polaridades de Ida e Pingala. Como a da consciência em êxtase xamânico; em estado não-comum de consciência. Diga para você mesmo, sinceramente: "el camino no se hace al caminar"? Você sabia ontem o que você seria hoje? Não é uma surpresa para nós mesmos o que somos? Não foi assim que Indiana Jones, pressionado pelo fato de seu pai estar à morte, ao pisar no abismo viu surgir sob os seus pés a ponte que até então era invisível? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos rituais da lua cheia -até hoje os ciganos fazem isto, como a comunidade religiosa Trybo Cósmica o faz há 23 anos ininterruptos no Rio de Janeiro sob a proteção de Seu Tranca Rua - as mulheres gozavam do status de pontífices espirituais do poder doador e mantenedor da vida da grande Deusa Mãe, pois dramatizavam concretamente em seus próprios corpos os mistérios da natureza: gestação e geração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que os homens de então não tinham consciência de seu papel biológico no processo de concepção, e atribuíam a procriação aos ciclos rítmicos da natureza refletidos nas fases da lua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de um processo complexo, diversas variáveis atuaram no sentido da subjugação do princípio feminino e consequentemente das mulheres: o acúmulo da produção agrícola excedente permitiu que alguns grupos tornassem-se mais poderosos econômica e politicamente do que outros; o processo de fixação do homem à terra facilitou a gradativa percepção do seu papel no processo da procriação, o que gerou a reivindicação do direito de saber quem eram os "seus" filhos legítimos, a quem deixariam a sua herança material e espiritual, até então transmitida pela via matriarcal; e o hábito do pastoreio permitiu lidar com o sangue, abrindo caminho para a guerra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher, e claro, a Mãe Natureza, passou assim a ser propriedade do homem. Lembre dos bárbaros, tomando tudo e todos, a qualquer custo, para si. Sem qualquer critério. Apenas o da vontade de tomar para o próprio ego. Este é o clima. É a Queda, a Expulsão do Paraíso, o fim da Idade de Ouro. Os grupos econômicos mais poderosos, militarmente equipados, dedicados a expandir seus domínios sobre todos os que podem, anexam as suas terras e propriedades, escravizam seus habitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto está cientificamente comprovado, tendo ocorrido tanto na Europa como no Oriente Próximo e na Índia, onde as antigas sociedades agrícolas passaram a ser dominadas por cidades-estado e por impérios guerreiros. Violentos deuses celestes tornaram-se predominantes como vingativos emissários de trovões, inundações, secas e inanições. Qualquer semelhança com os dias atuais não é mera coincidência...: 1. a revista Veja já teve como manchete de capa "A Vingança da Natureza", atribuindo à Mãe Terra uma característica que é potencialmente do humano; 2. e filme Pearl Harbor reforça os papéis da mulher como uma idiota ou uma desesperada por homem e o do homem como um débil que coloca todos os seus sonhos a serviço da máquina de guerra sem fazer uma pergunta que seja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante compreender a dificuldade do ser humano em lidar com a ambiguidade da Mãe Natureza, pois ela é, ao mesmo tempo, bela, fértil, amorosa, nutriz, benevolente, generosa, mas é também selvagem, destrutiva, desordenada, caótica e mortal. Isto faz com o que o ser humano pareça estar ainda em sua juventude -parágrafos atrás falava de jardim de infância- magoado com o que considera a traição que sua Mãe lhe fez ao lhe dizer o não dos limites. A Mãe enquanto Hécate, Nêmesis e Kali (10) ainda não foi bem compreendida pelo ser humano, a não ser na essência das tradições espirituais e na ciência de ponta contemporânea. O Sol ser engolido pela Lua inconstante e só então poder renascer -o mistério da entrega à Mãe Divina- ainda é muito difícil para o homem. É compreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Profanação do Mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subjugação da Natureza é a face da externa do esforço interno de esquecer o Ser, deslocando o eixo de unificação psicológica para o ego. Para justificar isto, o aspecto feminino da divindade é relegado a uma posição inferior nas religiões. Nas histórias babilônicas sobre a criação, a deusa primordial Tiamat era o vazio sem forma, o útero negro e profundo de onde nasceu o universo; por si mesma, ela deu nascimento ao mundo. O deus Marduk foi, originalmente, seu filho. Mas depois tornou-se o deus criador, matando Tiamat, que passara a ser representada como o dragão (vejam bem) do caos. Marduk esmagou-lhe o crânio (a inteligência do feminino), dividiu seu corpo como se fosse uma ostra, e os ventos, a ele obedientes, varreram-lhe o sangue. Mas só dividindo-a em duas que ele conseguiu criar o firmamento do céu e o alicerce da terra (11). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mesma dependência em relação aquela que se quer subjugada está na tradição cristã, quando o Gênesis mostra que Deus, como Marduk, precisou da mãe primordial para dividí-la e criar o cosmos, separando a luz das trevas, o dia da noite, as águas superiores das inferiores, os céus da terra e a terra seca dos mares. E mesmo quando Ele se voltou para a criação das plantas, dos animais terrestres e das águas, criaturas do mar e pássaros, ele precisou dela que então, por sua ordem, os criou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação é, assim, no panteão masculino, uma atividade semelhante a da comunicação moderna, quando não temos contato direto com a realidade, que nos chega mediada pelos meios de comunicação, especialmente hoje, com as novas tecnologias da informação. Em terminologia teológica, este não é um modo direto, mas "mediato" de criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mãe Terra foi assim mortalmente atacada, tendo os seus símbolos -a mulher também- satanizados, encarnação do mal. As feiticeiras que o digam. Natureza e espiritualidade foram cindidos de forma abissal, primeiro pelas religiões patriarcais, e por fim pela última destas religiões, a ciência tecnomecanicista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reforma protestante no século XVI, com a supressão do culto à Virgem e a dessacralização do mundo natural foi decisiva neste processo. O homem passou ali a ser o único ser racional consciente em um mundo inanimado, a fonte de todas as deusas e deuses. O humanismo tornava-se uma religião. A negação do sagrado acabou por voltar-se contra o próprio homem. Porque apenas ele seria sagrado? Ele é apenas uma espécie a mais. A pretensa sacralidade da tecnologia arraigou-se na revolução científica do século XVII, germinada do fermento da Renascença e da Reforma: foi a destruição das restrições tradicionais ao conhecimento e o poder humanos. Ao saquear, violar, massacrar, infectar, escravizar, desalojar e destruir cultural e espiritualmente as populações do hoje México, Cortez, em carta ao rei da Espanha, que o pagou para esta missão, disse que seus companheiros não "estavam muito contentes com [as novas regras impostas pela Espanha] em particular com aquelas que os obrigavam criar raízes na terra; pois todos eles, ou a maioria deles, pretendiam lidar com essas terras como tinham feito com as primeiras ilhas que povoaram, a saber, exaurí-las, destruí-las e depois abandoná-las". Qualquer semelhança com o que se faz com as mulheres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ganância Material&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XVII a natureza morreu culturalmente tornando-se nada mais do que matéria inanimada em movimento: um sistema mecânico e controlado de maneira sempre igual, vale dizer sem surpresas, não mais pela Mãe, mas pelo Pai, Deus, agora no papel de engenheiro todo-poderoso. Como a natureza "funcionava" mecanicamente, aos poucos a própria figura de Deus se tornou desnecessária para a natureza, e no final do século XVIII ele desapareceu da visão científica do mundo, abrindo caminho à aceleração do ateísmo, que se desenvolvia aceleradamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi através destas operações paulatinas no campo simbólico que Mammon, o demônio da ganância comercial no Novo Testamento, passou a dominar o mundo que estava, então, profanado. É uma corrida movida pela força. Recordo-me que nos anos 70, no Rio de Janeiro, o famoso homeopata Dr. Bello distribuia um cartão em formato de coração, bordas e letras em vermelho dizendo: "Tudo é força mas só Deus é poder". Levei anos para compreender isto. É compreensível a confusão entre força e poder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revolução científica do século XVII ocorreu em um clima de pensamento permeado pela alquimia, pela magia, pelo misticismo e por um medo muito difundido da feitiçaria. A partir do século XVI ocorreu um crescente interesse por poderes mágicos, inclusive com a revitalização da tradição hermética. A célebre figura literária do Doutor Fausto resume esta busca pelo poder mágico e a venda da alma ao diabo em troca do poder. Fausto antecipou o nascimento da ciência mecanicista em quase um século, ao ser mago e incorporar ao mesmo tempo o desejo de possuir conhecimentos e poderes ilimitados. Ele foi tema de dezenas de peças literárias entre dramaturgia teatral, poemas, romances, etc., nos quais a crítica a este desejo estava presente refletindo a instabilidade da consciência humana naquela época, ainda com uma certa dimensão do sagrado preservada, e atravessou séculos, sendo que no século XIX ele já não era mais condenado por este desejo. Ao contrário o desejo pelo poder passou a ser considerado como bom, e não mau. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fausto, Frankenstein, Bacon e o Desejo do Desejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fausto em Goethe (1808) é isso: quando esgotado o prazo do contrato com o diabo, Fausto não seria enviado ao inferno conforme o contrato desde que ele não se cansasse jamais de sua busca sem fim pelo poder. A condição para não ir para o inferno é que ele jamais deixasse de permanecer insatisfeito. Exatamente o desejo do desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma linha de Fausto está o personagem Dr. Frankenstein, que também é impelido pelo desejo de possuir o poder divino, aliás, como os atuais biogeneticistas, e por isto é destruído. Como Frankenstein, criamos muitos monstros que estão para nos destruir. O mais terrível artefato tecnológico humano, a bomba de nitrogênio, que libera energia semelhante a do sol, é detonada usando como espoleta a fissão de um dos átomos mais pesados, o plutônio, assim chamado em homenagem ao deus do mundo subterrâneo, ou seja, o deus dos infernos. A bomba de nitrogênio, Sheldrake ressalta também isto muito bem, é um dispositivo de transmutação digno de seus ancestrais alquímicos, baseado no casamento entre o sol (nitrogênio) e a terra (plutônio). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste processo de incorporação do conceito de que a natureza não é viva, é muito importante o papel desempenhado por Francis Bacon, no início do século XVII, que foi advogado por instrução e profissão, o que o capacitou a ser Lord Chancellor -quem preside a Câmara dos Lordes- a maior autoridade da Inglaterra. Bacon estava consciente das proibições existentes em sua época em relação à ambição desmedida e ao medo, culpa e sentido de mal tradicionalmente associados a este desejo de poder ilimitado sobre o universo. Foi exatamente ele quem desatanizou esta atitude. Fez isto através de um argumento simples: o domínio sobre a natureza estava garantido na Bíblia, quando Deus deu a Adão o poder de nomear as criaturas, o que foi feito antes do nascimento de Eva. Assim Bacon fez parecer que o domínio tecnológico da natureza era apenas a recuperação de um poder já dado por Deus e não algo novo, produto da ciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, Bacon elaborou o argumento -Sheldrake chega a sugerir que talvez ele tenha feito isto apenas como um sagaz argumento de advogado- de que o conhecimento inocente da natureza -a atividade da ciência, que assim estaria além do bem e do mal- nada tem a ver com o conhecimento moral da vida, que é assunto para, nas palavras de Bacon, ser "exercido pela sadia razão e pela verdadeira religião". Para ele a ciência era "masculina por nascimento" e dela emergeria "uma raça abençoada de heróis e superhomens" (12). Este foi o ideal nazista e hoje é o ideal apregoado, paradoxalmente sem qualquer censura -ao mesmo tempo que só o nazismo continua a ser denunciado e perseguido- pela já citada bioengenharia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os membros da Royal Society inglesa, a nata científica de então, Robert Boyle censurou severamente "a veneração que os homens habitualmente têm em relação aquilo que chamam de natureza", pois isto "obstruiu e limitou o império do homem sobre as criaturas inferiores". Ele propôs que "em vez de se usar a palavra natureza, que se tomava por uma deusa ou por uma espécie de semidivindade, nós a rejeitássemos de todo" .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Sheldrake que esclarece: "Em retrospecto, podemos ver que ele [Bacon] estava errado. Pense, por exemplo, na atual devastação da floresta amazônica, que se tornou possível graças à tecnologia e à fé baconiana no direito do homem dominar a natureza. Uma sadia razão e uma verdadeira religião não estão hoje em evidência em lugar algum, e nada poderia hoje estar mais distante de nós do que o inocente exercício do direito, concedido ao homem por deus, de dar nomes às criaturas. Espécies incontáveis dessas criaturas estão sendo exterminadas, espécies que não chegam sequer a receber um nome, e que desaparecem desconhecidas." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que Bacon, em seu livro New Atlantis, de 1624, descreveu uma utopia tecnocrata na qual um sacerdócio científico tomava decisões para o bem do estado como um todo, e também decidia quais segredos da natureza deveriam permanecer secretos. O instituto de pesquisa de Francis Bacon chamava-se nada mais nada menos do que Casa de Salomão. Uma clara referência ao Selo de Salomão, presente no yantra de Sri Aurobindo -o triângulo para baixo cruzado com o triângulo para cima-, que significa alquimicamente a grande síntese ao nível da alma, pois nele os quatro elementos da natureza são reduzidos por processos anímicos de contração para apenas dois: o fogo (o ascendente) e a água (o descendente). O Selo é a grafia da comunhão e da transmutação dos elementos envolvidos, de maneira que sua água se torna sólida e seu fogo não queima, onde um elemento abraça o outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Grécia Animista, o Homem Verde e o Sol no Centro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É igualmente esclarecedor sabermos que se nas culturas antigas as cosmologias eram admitidas sem discussão, na antiga Grécia, pela primeira vez na Europa, os filósofos elaboraram uma sofisticada concepção da natureza na qual todos complexos aspectos da vida foram minuciosamente discutidos. Nossos antepassados foram os herdeiros desta concepção centrada no animismo. Para eles, a natureza era viva pois apresentava movimento incessante e regular, e por isso inteligente como um animal (palavra que deriva do latim anima, alma) imenso dotado de alma e racionalidade própria. Foi neste terreno sólido que a Idade Média desenvolveu as fantásticas catedrais góticas, nas quais há "colunas e abóbodas que lembram bosques sagrados, onde a vegetação irrompe por toda parte. Diabinhos, gárgulas, demônios, dragões e animais surgem em profusão; acima deles voam anjos. Repetidas vezes, aparece a misteriosa figura do Homem Verde, uma cabeça entrelaçada com vegetação, de cuja boca, às vezes feita de folhas, brotam galhos" .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prossegue Sheldrake:"A filosofia ortodoxa da natureza, ensinada nas escolas das catedrais e nas universidades, era animista; todas as criaturas vivas tinham alma. A alma não estava dentro do corpo; ao contrário, era o corpo que estava dentro da alma, e esta permeava todas as partes do corpo. (...) O intelecto humano não era separado das almas animal e vegetal; em vez disso, a mente racional estava ligada aos aspectos animal e corporal da mesma alma, que eram geralmente inconscientes. Em outras palavras, a alma humana incluía tanto a vida do corpo, os sentidos, as atividades corpóreas e os instintos animais" . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A revolução copernicana na astronomia, longe de destruir a antiga idéia de organismo cósmico, foi, na verdade, nela inspirada. Quando Copérnico propôs que o Sol, e não a Terra, era o centro do cosmos, ele assim o fez tanto pelo fato de a ordem geométrica das esferas parecer mais harmoniosa como em sua reverência mística pelo sol: "Quem, no nosso templo mais belo, poderia colocar esta luz num outro lugar, ou num lugar melhor do que aquele a partir do qual ele possa, de imediato, iluminar o mundo? Isso para não falar do fato de que alguns a chamam, adequadamente, de a luz do mundo, ou-tros a chamam de a alma, outros ainda de a governadora" (13). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copérnico, com o apoio de Kepler, um dos principais astrólogos de sua época, para quem também o Sol estava no centro, abriu o organismo cósmico na medida em que compreendeu que o cosmos não é um lugar fechado ao redor de um centro, mas infinito em todas as direções. Foi esta abertura que permitiu com seu desdobramento a substituição do modelo de cosmos vivo pelo modelo mecanicista, no qual o universo passa a ser visto como uma máquina, desprovido de espontaneidade, liberdade, criatividade, atado indefinidamente às "matemáticas leis de Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória desta visão se consolidou com René Descartes. Na França, em 1619, precisamente em 10 de novembro, ele, cujo nome marcaria o paradigma que está aí até hoje dominando -o paradigma cartesiano-mecanicista- concebeu os alicerces de uma nova ciência, que acreditava -pasmem- ter sido inspirada pela Mãe de Deus, pela qual três anos depois cumpriu a promessa de peregrinar até o santuário de Nossa Senhora de Loreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descartes e a "Eliminação" da Alma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descartes eliminou as almas da totalidade do mundo natural; toda a natureza passou a ser, no nível desta consciência limitada, inanimada, desprovida de alma, morta em vez de viva como ela é. Não é à toa a crise que vivemos. Mas isto não foi suficiente. A própria alma também foi retirada do corpo humano. Que se transformou então em mais um autômato mecânico, uma máquina como tantas outras. Apenas a alma racional, a mente permaneceu, alojada numa pequena região do cérebro: a glândula pineal. O que é muito interessante, pois desde aquela época até hoje a razão deslocou-se duas polegadas em direção ao córtex cerebral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assustadora idéia continua a mesma: para Descartes -e quantas vezes vemos as pessoas e a mídia dizendo a mesma coisa ainda hoje- havia uma espécie de "homenzinho controlador", a alma racional, que de dentro do cérebro controla a maquinária do corpo. E através dele controla todo o mundo. "Adeus" à Mãe Natureza. Ã origem. Não pode haver ataque mais frontal à essência das tradições antigas da humanidade e de todo o corpo de suas medicinas, por exemplo, e às conclusões da ciência de ponta contemporânea, do que este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A barbaridade foi instalada de tal maneira, sob este signo então "científico" da natureza morta, que os seguidores de Descartes afirmavam enfaticamente que os animais não sentem dor, e que o som de cachorro sendo espancado é tão morto quanto o som que sai de um orgão... Rupert Sheldrake lembra-nos que esta maneira de ver o mundo foi criticada desde que apareceu, como a reação dos vitalistas no século XVII no campo da botânica e da zoologia. Foi a partir da década de 20 deste século que a teoria mecanicista conquistou a sua atual supremacia no ambiente da biologia acadêmica, e hoje os cientistas se julgam mentes desencarnadas, totalmente impessoais, destituídos de emoção: "Ninguém jamais é visto fazendo algo; métodos são seguidos, fenômenos são observados e medições são feitas, de preferência com instrumentos. Tudo é relatado na voz passiva. Até mesmo as crianças aprendem esse estilo e o praticam em seus cadernos de laboratório": um tubo de ensaio foi apanhado..." (14). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, na vida real, os cientistas vivem em meio à lutas traiçoeiras por verbas, à espionagem industrial, à fraude científica, à manipulação da opinião pública. Este é o caso, por exemplo, da indústria de cigarro. Sempre souberam do câncer da estupidez mas até o fim negaram de pés juntos. Como se sabe, mesmo Isaac Newton sucumbiu ao ego e à disputa por prestígio e propriedade tendo passado anos discutindo com Gottfried Leibniz a respeito de qual dos dois foi o primeiro a inventar o cálculo infinitesimal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignorando tudo que não possa ser quantificado, Descartes forneceu a base filosófica para o ideal de desprendimento científico, ou seja, o desligamento da ciência em relação ao mundo vivo, a tudo que tem sentimento, som, odor, cor, surpresa, sutileza, classificadas como qualidades secundárias, pois "meramente subjetivas", que enquanto parcela da experiência corpórea não existem no mundo matemático objetivo, cognoscível por uma mente desencarnada. Foram os sucessos práticos deste tipo de ciência que lhe deram o prestígio vigente até hoje, pois realmente é uma via parcial de conhecimento (uma via que permite ao ocidental uma experiência parecida, dentro das devidas proporções, ao poderes quase mágicos desenvolvidos pelos yoguis e que os mestres dizem pouco ou nada valer na direção da verdadeira sabedoria). Entendida então como modelo de verdade absoluta, a ciência mecanicista estabeleceu este método, graças à física, como o modelo de desprendimento científico desejado por todas as áreas do saber inte-ressadas na "objetividade". É por isto que a economia consegue ser tão desumana e cruel, por exemplo. E que um sociólogo possa ser uma pessoa completamente desligada e contrária aos verdadeiros anseios e interesses da sociedade. E que um médico deixe a pessoa morrer por ela não ter dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sheldrake cita a exploração do velho Oeste americano como a aplicação exemplar deste modelo. Na década de 1860, com as estradas de ferro, precisou-se de carne e couro e os búfalos começaram a ser abatidos, até mesmo por mero "prazer". Para se ter uma idéia, apenas em dois anos, de 1872 a 1874, foram caçados mais de três milhões de búfalos. Em 1880, ou seja, seis anos após, não existiam mais búfalos, a não ser cerca de mil em reservas no final do século, que no início, pelos próprios cálculos mecanicistas, deveriam ser de trinta a quarenta milhões. Mas os índios não sofreram menos, como sabemos. Os índios das planícies foram os últimos a serem exterminados, sob o comando do general William Tecumseh Sherman, que na mesma década de 1860 traçou o seguinte plano em carta ao irmão: "Quanto mais pudermos matar neste ano, menos terão que ser mortos na próxima guerra, porque quanto mais desses índios eu vejo, mais convencido fico de que todos têm que ser mortos ou mantidos como uma espécie de indigentes. Seus atentados à civilização são simplesmente ridículos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora temos uma visão clara de como a Mãe Natureza foi profanada. Aí está a origem e a história do enraizamento desta concepção de mundo, desta filosofia. Que aparece claramente no discurso da mídia, pois ela trabalha é com a linguagem das tradições, apondo aos produtos e aos serviços que quer vender os valores profundos da vida -da Mãe Natureza- revelados pelas tradições espirituais da humanidade. E confirmados por uma determinada e avançada ciência. Amor, confiança, bem estar, amizade, beleza, cooperação (15)... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se continuamos a necessitar destes valores universais (16), e por isto profundos, não é melhor que os procuremos na sua verdadeira fonte? É por isto que a Mãe Natureza está de braços abertos. Para nos prover, nos consolar, nos abrigar, nos alimentar, nos fortificar, nos fazer nascer, nos transformar. Este abraço tão total -Unidade Sagrada- do qual sempre lembramos quando abraçamos as pessoas amadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O uso da expressão Unidade Sagrada é uma referência ao grande Gregory Bateson e seu livro Una Unidad Sagrada, pasos ulteriores hacia una ecología de la mente. Editorial Gedisa, Barcelona, Espanha, 1993. Ele termina esta obra afirmando, -com o qual concordo plenamente e meu trabalho é uma contribuição para esta ecologia da mente- que “la monstruosa patología atomista en el nivel individual, en el nivel de familia, en el nivel nacional y en el nivel internacional –la patologia de las ideas erróneas en la cual vivimos- únicamente puede, en última instancia, corregirse en virtud de un enorme descubrimiento de esas relaciones que en la naturaleza hacen la belleza de la naturaleza” (op.cit., p. 303). Este artigo foi originalmente escrito para a mesa Os Imperativos Ecológicos e a Mobilização da Sociedade, que coordenei dentro do Ciclo Preparatório da Assembléia Global da United Religions Initiative 2002 (www.uri.org/rio2002), da qual fui o consultor de conteúdo e articulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Ao avaliar o cumprimento dos compromissos firmados na ECO-92, os grandes fóruns governamentais e não-governamentais Rio+5 e Rio+10 (este último realizou-se em Johanesburgo exatamente a partir do dia seguinte do encerramento da Assembléia Global da URI no Rio de Janeiro em agosto de 202) pouco teve a comemorar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Ver o artigo A Voz Indígena, que fiz para a mesa-redonda de mesmo nome e publicado no site http://brazil-brasil.com/content/view/127/ e em vários outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Recomendo fortemente a leitura de O Renascimento da Natureza -o reflorescimento da ciência e de Deus, de Rupert      &lt;br /&gt;     Sheldrake, Cultrix, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) Grof, Stanislav. Psicologia do Futuro. Lições das Pesquisas Modernas de Consciência. Heresis, Niterói, 2000. p.29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) Weil, Pierre. A Neurose do Paraíso Perdido. Cepa, Rio de Janeiro, 1987. p.34. &lt;br /&gt;  Sheldrake (op.cit.), p.29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(6) Campbell, Joseph. O Poder do Mito. Palas Athena, SP, 1990. p.177.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(7) De acordo com Gheerbrant&amp;Chevalier (Dictionaire des Symboles, Robert Laffont/Jupiter, Paris,1988), Hécate possui os dois aspectos da Mãe Natureza. Fertilidade, germinação, proteção da navegação e da pesca, prosperidade, eloquência, vitória, purificação; e ao mesmo tempo é a deusa dos espectros e dos terrores noturnos, dos fantasmas e dos monstros aterradores, mestra em feitiçaria. Nêmesis está associada à agricultura e dela depende a fertilidade ou não da Terra e consequentemente a sobrevivência humana. E Kali é a deusa do hinduísmo que destrói as ilusões. Ela dança sobre Shiva, o deus da Consciência, quando ele dorme, ou seja, quando a inconsciência está ativa e do seu corpo surge outro corpo igual, Shava, em sânscrito exatamente inconsciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8) Sheldrake (op.cit.), p.30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9) Sheldrake (op.cit.), p.50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(10) Idem, p.53.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(11) Idem, p.54.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(12) Idem, p.56.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(13) Ib., p.57-58.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(14) Idem, p.63.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(15) Para o melhor entendimento desta questão da ascenção contemporânea da demanda das qualidades da Mãe é absolutamente vital o estudo da obra dos biólogos Maturana e Varela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(16) Ver o Programa de Educação em Valores Universais da Associação Palas Athena, por exemplo através do artigo ROIZMAN, Laura Gorresio. Valores que não têm preço. In OURIQUES, Evandro Vieira (org.). Diálogo entre as Civilizações: a Experiência Brasileira. ONU. 2003. pp 181-189.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170312894306900?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170312894306900/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170312894306900' title='29 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170312894306900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170312894306900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/08/como-o-ser-humano-abandonou-me.html' title='Como o ser humano abandonou a Mãe Natureza e porque ele se vê obrigado a retornar ao lugar de onde nunca saiu: A Unidade Sagrada*'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170517317691793</id><published>2004-07-18T13:43:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T13:46:13.193-03:00</updated><title type='text'>A Voz Indígena</title><content type='html'>Artigo de Evandro Vieira Ouriques &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O II Cumbre Continental de los Pueblos Indígenas de las Américas, em Quito, e a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência-SBPC, Brasil, pela primeira vez com a participação oficial de povos indígenas, ambos em 2004, nos estimulam a entender -mais do que nunca- que vivemos um momento decisivo para a questão indígena em todo o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aprofundamento brutal da crise gerada pelo materialismo, e a consequente re-valorização dos sistemas de entendimento e de ação concreta fundados no amor e no brincar , no diálogo, na cooperação e no respeito à ancestralidade cultural e biológica , a situação sócio-histórica indígena e a contribuição de sua cultura para a Humanidade passam a ocupar um lugar determinante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinante porque escutar a voz indígena -que clama em todo o mundo por respeito, de maneira dramática- é escutar a voz indígena que está dentro de cada um de nós mesmos. Esta voz que nos fala do fundo de nossa consciência. Do fundo de nossa mente e de nosso coração, a respeito de nossa origem. Que nos identifica como uma só família -irmãos e irmãs. Partes da Totalidade. De uma totalidade sem totalitarismos. Totalidade aberta, livre e surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje esta consciência está quase esquecida, pois é uma outra lógica de "irmandade", a Big Brother, que articula apenas interesses  egóicos de pessoas, comunidades, nações e corporações na atual e excludente globalização financeira neo-liberal. Todos (des)afinados na unidimensionalidade do desespero e da ignorância do individualismo competitivo e destrutivo. Motivados pela vã esperança e pela ardilosa ilusão do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante perceber que a consciência de sermos uma só família, unos na totalidade das múltiplas manifestações, não é um pensamento. Não é uma idéia. Não é uma produção do raciocínio, no sentido de um monarca que governa sozinho, como a razão patriarcal e cartesiana faz na maneira ocidental de viver. Mas a consciência é o resultado da vivência profunda, em todas as dimensões, da experiência de se estar vivo. No mínimo o resultado da experiência real de se ter corpo, emoção, mente e espírito. É somente esta vivência multidimensional que nos permite descobrir a unidade da diversidade. Descobrir e agir com a consciência de que fazemos parte do Todo. Como nos ensina a voz indígena, o Planeta não nos pertence. Fazemos parte dele. E, isto, muda tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conexão com a origem permite superar os conflitos, sejam eles na psiquê, então para além da mera procura da satisfação dos desejos mesmo quando eles, manifestação do ego, desvinculam o social; no inter-relacionamento pessoal, com o retorno da existência de fato do outro, que deixa assim de ser apenas o alvo de nossa manipulação; na economia, que passa a ser solidária; na política, que ressuscita como o lugar da construção da democracia verdadeira; na sexualidade, que re-ganha o sentido sagrado, realização divina na Terra; no diálogo inter e intra-religioso, que mostra finalmente que todas as religiões são sempre interpretações culturais de uma realidade espiritual/carnal última que ultrapassa os egos dos religiosos e todos os nomes e todas as exclusividades de salvação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja em Chiapas, no México, seja na dimensão escalatória do aterrador conflito do Oriente Médio, ou nas mais de 80 guerras em anadamento em todo o mundo, só há uma saída, por mais que nossa soberba queira complicar e recusar a existência de uma causa primeira e última para a crise: lembrarmo-nos, na ação, de nossa origem comum, que nos define como parte da totalidade, ela que é capaz de qualificar eticamente cada uma de nossas decisões de maneira a que elas produzam a coesão que falta nos dias de hoje, quando a voz indígena procura se fazer ouvir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutemos esta voz, pois ela é a nossa própria voz. Dentro de cada um de nós, gravado em cada uma de nossas células e na raiz de todas as nossas civilizações fala a consciência indígena a respeito de sermos filhos de uma mesma Mãe . Pois, em verdade, quando, em ato de fé e de pura lógica, mergulhamos no encontro do que leva os vários nomes de Deus e da Deusa, do Silêncio, da Mutação e da Energia Universal, re-encontramos necessariamente nossos irmãos e irmãs indígenas em sua consciência de que a Natureza é viva . De que nossa Mãe primeira é a Terra. De que o princípio feminino tem importância decisiva, e é a partir dele que foram construídas as concepções cósmicas que estão no âmago original de todas as tradições espirituais antigas da Humanidade. Este âmago é a Mãe Universal, da qual toda mulher é uma manifestação terrena, uma manifestação do aspecto gerador e sedutor do sagrado mistério que sustenta e, continuamente, cria o mundo. Big-Bang que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde as mais elaboradas cosmovisões as mais modestas práticas telúricas, já no neolítico e mesmo no paleolítico , encontramos sempre a mesma intuição central em relação à Mãe, que se repete como tema condutor: ela é a matriz. Ela é. A "Senhora do Lugar". Fonte de todas as formas vivas, de guardiã das crianças e matriz para a qual vão os mortos para que nela repousem, se regenerem e renasçam, de alguma forma, graças ao seu caráter santo . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Devo pegar uma faca e rasgar o seio de minha mãe?", disse no final do século XIX um chefe da tribo Wanapum, em território hoje norte-americano, diante da pressão de uma cultura masculinamente dominante para que cultivasse e buscasse minerais no corpo de sua Mãe. "Então," prosseguiu ele, "quando eu morrer, ela não me tomará em seu seio para que eu repouse. Você me pede para escavar o chão procurando pedra! Posso escavar sob a sua pele à procura de seus ossos? Então, quando eu morrer, não poderei entrar em seu corpo para renascer. Você me pede para cortar grama e fazer feno e vendê-lo, e ficar rico como os homens brancos! Mas como eu ousaria cortar os cabelos de minha mãe?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isto que constatamos em todo o mundo um grande crescimento da organização das culturas indígenas. A crise que vivemos é claramente o resultado da perda do sentido do Sagrado por nossa cultura, que tem como fundamento básico o esquecimento do esquecimento do Ser . Esquecendo o Ser esquece-se a voz indígena, pois é ela a primeira na Humanidade que fala da harmonização com ele: a Origem das Origens. Não é à toa que nossa civilização percebe a Natureza como morta, como uma mera fonte de recursos econômicos, bem como a seus filhos igualmente mortos, não mais sujeitos mas objetos, como tudo o mais, mal respirando, apenas consumidores e não mais vivos, na qualidade de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este quadro é que faz com que haja uma reação a esta obscuridade tremenda, e todos os sistemas de entendimento que percebem a natureza como viva passam hoje, necessariamente e cada vez mais, por um grande ressurgimento. Da atual sociedade drogada, adita do desejo do desejo, para a sociedade sagrada. Este é o caso destacado das tradições indígenas, pois elas "são a memória viva do tempo em que o ser caminhava com a floresta, os rios, as estrelas, e as montanhas no coração e exercia o fluir de si", como diz Kaká Werá Jecupé, o tapuia nascido em São Paulo e que criou o Instituto Arapoty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Trezentos Milhões Falando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é tão especial para a voz indígena, sob as mais variadas maneiras, que até mesmo os setores dominantes da sociedade a procuram ouvir. Ou pelo menos deixar que a ouçam um pouco. Este é o caso da canonização de Juan Diego em 30 de julho de 2002. Pela primeira vez na história das Américas um indígena foi canonizado. O beato Juan Diego, um índio mexicano de origem chichimeca, cujo nome indígena original era Cuauhtloatzin, a quem o Vaticano reconhece que Nossa Senhora de Guadalupe apareceu várias vezes, teve sua santidade reconhecida em cerimônia celebrada pelo próprio Papa no México. Isto certamente é mais uma sincronicidade na direção do respeito à voz indígena dentro da tradição cristã. Ainda mais quando se sabe que a Virgem de Guadalupe é exatamente a Santa Padroeira das Américas, continente no qual foram lamentavelmente executados milhões e milhões de indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É este mesmo México que apresenta ao mundo a luta extraordinária da Frente Zapatista de Libertação , que quer que o governo reconheça os direitos dos povos indígenas daquele país. Vale lembrar que somente em se tratando dos astecas, que à época da chegada de Hernán Cortez eram uma civilização altamente sofisticada com 25 milhões de pessoas, o massacre resultou em 24 milhões de pessoas assassinadas em menos de um século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que ter realmente um cuidado muito especial com a questão indígena, pois estamos falando de povos cuja presença em suas terras, na maioria das quais foram expulsos, se remonta a tempos imemoriais. Presentes desde o Círculo Ártico às Américas, África e Ásia, calcula-se que hoje são cerca de 300 milhões de pessoas que vivem em mais de 70 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase sempre estes povos se encontram entre as populações mais vulneráveis e marginalizadas destes países. Isto se dá exatamente em função de que a civilização dominante se construiu matando dentro de si mesma a voz que fala da origem comum de todos e de tudo, com suas leis de amor, de diálogo e de cooperação. De respeito à Totalidade. É por isto que a exclusão econômica e social relegou os indígenas ao nível mais baixo de todos em termos sanitários, profissionais e sociais e os expôs e expõe a um enorme sofrimento. Se construímos uma civilização que tem como fundamento principal abolir o sentido de cooperação, que é a dinâmica própria da manutenção do sentido da totalidade, da harmonia cooperativa, é claro que são os indígenas que pagam o preço maior: a loucura, o suícidio, a prostituição, o alcoolismo, as doenças, a desagregação pessoal e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que o tapar ouvidos à voz indígena destrói inclusive a maioria daqueles que ocupam as posições econômicas, políticas e sociais privilegiadas, pois eles são em verdade excluídos de si mesmos, de suas próprias essências, como nos mostram a corrupção, as drogas caríssimas, o crime organizado, o comportamento doentio que enche os consultórios terapêuticos, o dia-a-dia e os noticiários de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em verdade se aqueles que estão no poder mundano, e nós mesmos com o nosso poder mundano, fossem(os) conectados com o Sagrado, este que nos fala da origem comum e de suas leis, que nos fala da dimensão espiritual , eles (nós) seri(í)am(os) pessoas benéficas, que saberiam(os) se(nos) conduzir e assim conduzir(mos) seus povos, tais como soberanos (pois cada um de nós é ou poderia ser soberano em sua própria vida) justos e bondosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, uma das maneiras mais eficazes de avaliar a justiça e a bondade de um reino, pós-moderno que seja, é fazer o que a sabedoria antiga chinesa nos recomenda no I Ching: percorrer todas as partes do reino para ver como as coisas realmente estão. E percorrer os reinos atuais, aliás o reino economicamente globalizado atual, é constatar a existência de algo profundamente equivocado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que se chama de desenvolvimento econômico, movido pela opção unidimensional do poder humano ignorante da existência da Totalidade, envolve e atinge a todos sem levar em conta a especificidade de suas múltiplas histórias, de suas culturas, de suas línguas, de suas tradições, de suas necessidades e prioridades. Corta, sumariamente, todos os seus projetos de vida, vínculos econômicos, culturais e espirituais que são a essência da identidade do humano. Reduz-se tudo e todos ao jugo do lucro e da obtenção de poder. Com isto faz-se qualquer coisa que o ego queira, como se não existisse uma ordem provinda de uma dimensão não-humana, pré-cultural, que a tudo criou, sustenta e transforma. Esta ordem que, sem totalitarismos, dá coesão psíquica e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentavelmente esta maneira ignorante de organizar a vida humana é trans-cultural e trans-étnica e vem destruindo as pessoas e os povos em todos os continentes, sejam eles habitados por brancos louros de olhos azuis, quanto negros de pele brilhante, quanto amarelos, mulatos, caboclos e de qualquer outra matiz de pele ou interna. Quanto mais próxima a cultura está consciente da origem comum mais este sistema lhe reserva um lugar de sofrimento. É fácil entender agora porque os indígenas estão na mais baixa escala social. Eles pagam o preço de serem a memória viva da Natureza enquanto viva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Voz que Cresce &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade é tão extrema que o sistema da ONU, sobretudo nas duas últimas décadas, tem procurado sintonizar-se diretamente  com este interesse cada vez maior pela voz indígena. Neste sentido é que tem havido uma presença crescente de representantes indígenas em fóruns internacionais, como no Grupo de Trabalho das Nacões Unidas sobre as Populações Indígenas, orgão da Subcomissão sobre a Promoção e a Proteção dos Direitos Humanos, e naturalmente no Grupo de Trabalho sobre a Declaracão dos Direitos dos Povos Indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos avanços mais significativos dos últimos tempos em termos internacionais foi a decisão tomada em julho de 2000 em relação à constituição de um Fórum Permanente das Nações Unidas para os Povos Indígenas, como orgão do Conselho Econômico e Social das Nações Unida (no qual no entanto ainda não temos um representante brasileiro) e que vem a ser o mais alto fórum já criado na ONU para cuidar deste assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indígenas vêm lutando muito pela inclusão da denominação Povos Indígenas nos documentos oficiais, pela ratificação fundamental do Convênio 169 da Organização Internacional do Trabalho-OIT, que reconhece seus direitos no campo do Trabalho, pela abertura de espaços de participação em todos os níveis de decisão que lhes atingem, de cotas e inclusão da questão indígena nos Conselhos, nos Ministérios, nos organismos internacionais, pela demarcação e homologação das terras indígenas. Enfim, um sem número de lutas, pois praticamente tudo lhes foi negado uma vez que o paradigma Ocidental, como vimos, construiu-se na exata medida da proporção com a qual matou em si mesma a consciência de fazer parte de um todo, mergulhando na fantasia da separatividade. Esta destrutiva ilusão que os estados diferenciados de consciência , uma tecnologia espiritual tão utilizada nas culturas ancestrais -com ou sem as plantas sagradas (enteógenos)-, ajudam a superar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dimensão brasileira, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB consagrou a Campanha da Fraternidade de 2002 exatamente aos povos indígenas, com o tema "Por uma terra sem males". Mesmo que sejam procedentes críticas a esta Campanha, por seu acento explícito na Catequese, como se pode ver em vídeo preparado pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, e veiculado na Rede Globo, quando os índios que aparecem são convertidos e aparecem todo o tempo em uma missa, sabemos que setores significativos da Igreja Católica são de fato progressistas e efetivamente estão dedicados a que se escute a voz indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincronicamente a esta situação, por incrível que pareça, a população indígena no Brasil vem crescendo muito nas últimas duas décadas. Se nos anos 80 tínhamos cerca de 260 mil índios, na virada do milênio eles já eram aproximadamente 350 mil, e hoje a Fundação Nacional do Índio os estima em 540 mil, distribuídos em 206 nações indígenas localizadas em todos os estados da Federação, à exceção apenas do Piauí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que chama muita atenção neste quadro demográfico é que para cada cidadão urbano brasileiro que nasce hoje estão nascendo três índios. Isto é impressionante, pois traz, na medida em que assumamos a nossa parcela de responsabilidade no processo, uma enorme contribuição para que o Brasil e a Humanidade re-conecte com a Natureza enquanto viva, pois como diz Ailton Krenak, coordenador do Centro de Pesquisas Indígenas, do povo Krenak de Minas Gerais, "muitas comunidades indígenas, mesmo tendo sofrido enormes mudanças no aspecto mais aparente de sua cultura, especialmente no tocante à "cultura material" (que é representada nos adornos, objetos de uso ritual, ou domésticos)" mantêm "a força mais sutil da alma" e "sua herança mais ancestral permanece. Mesmo que transmutada, (ela) continua alimentando a identidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Resgate do Princípio Feminino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundamento organizador básico desta identidade resgatada é a identidade do princípio feminino, como falei no início. Como os indígenas estão na escala mais baixa da sociedade por sua cultura ser estruturada de forma geral sob o princípio feminino, as suas mulheres estão mais abaixo ainda, exatamente por serem a sede direta deste princípio abominado em nossa sociedade. Que mãe deixaria seus filhos morrerem à míngua em nome de ter isto ou aquilo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amiga e indígena Eliane Potiguara , que incorpora o feminismo e o socialismo em sua pauta de luta, afirma que "é preciso resgatar as funções que a mulher indígena desempenhava antes do processo colonial, quando era venerada e tinha a última palavra na discussão dos problemas políticos. (…) Aos olhos da sociedade, as mulheres indígenas estão abaixo da última das camadas da sociedade. Indígenas, pobres, discriminadas, excluídas, invisíveis, mão-de-obra escrava em plantios de cana-de-açúcar, algodão e outras culturas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Quando estão próximas à mineradoras, são objeto sexual de garimpeiros ou mineradores, como relatam muitas histórias que já ouvimos dos ianomâmis, em Roraima. Nas cidades, empurradas por alguma razão social e política de sua nação, tornam-se prostitutas nas grandes cidades, objetos de tráfico internacional de mulheres, empregadas domésticas ou operárias mal remuneradas. Urge um trabalho de conscientização nas aldeias contra a violência doméstica e sexual, contra o estupro, o assédio, o alcoolismo que resultam nas violências interpessoais, nas intrigas, nos distúrbios psicológicos, nos suicídios." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliane faz coro com quem acredita que Governo e ONG's devem implantar um programa imediato de defesa dos direitos reprodutivos e de saúde integral. Para ela, isto é urgente "nas nações que mais sofreram os resultados maléficos da neo-colonização, como os povos ressurgidos e os quilombolas", e chega a dizer que "para compreender os negros temos que compreender os índios pois os negros são os índios da África." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela está com toda a razão neste ponto. Essas nações têm consciência de sua identidade mas precisam de apoio em todos os sentidos, seja do apoio que vem de dentro delas mesmos, seja do apoio que venha da sociedade nacional e internacional, por exemplo através de uma organização como o Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro/ISER  e a United Religions Initiative-URI (www.uri.org).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Perdão e a Mãe Universal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem está atento à questão indígena sabe que o diálogo inter-cultural e inter-religioso com eles enfrenta muitas vezes hoje uma espécie de movimento quase separatista em relação à todas as outras culturas defendido por parte de lideranças das populações originárias. Esta posição é muito presente e obriga uma estratégia especial. Muitos deles expressam constantemente sua revolta, pois existe um ressentimento muito profundo, que é perfeitamente compreensível. Ainda mais quando se leva em conta a enorme e variadíssima contribuição da cultura indígena para a Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito fácil perceber a importância indígena. Já procurei mostrar aquela que é, para mim a mais importante de todas: ter o princípio da Natureza enquanto viva como o estruturador de suas cosmovisões. Pois é a partir desta conexão com a Mãe Universal que eles, por exemplo, descobriram o algodão, para o qual criaram todas as técnicas de colheita, fiação, tecelagem e tintura mais tarde importadas pelos europeus; foram eles também que descobriram o chocolate; e o milho, que era cultivado nas três américas, com cada povo com seus híbridos favoritos, que atingem dezenas de variedades, formatos, cores, sabores, nutrientes, entre eles o milho azul (hoje, no entanto, o milho é uniformizado pela indústria agro-pecuária no mundo todo); o amendoim também, original da costa brasileira; o tabaco, que os europeus transformaram de um costume medicinal e cerimonial em um vício mortal; a própria batata, que no início foi banida pelo clero pois não era mencionada na Bíblia; o tomate também; a mandioca que, apesar de venenosa em seu estado cru, já era depurada do ácido cianídrico pelos índios; e a seringueira, que deu origem à borracha e dispensa comentários acerca de sua importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem entre nós não conhece feijão, abóbora, pepino, chuchu, batata-doce, berinjela, alcachofra, pimentas, abacate, abacaxi, caju, mamão, maracujá, banana e cana-de-açúcar, por exemplo? Pois é tudo descoberta indígena. Trabalho indígena. Cultivo indígena. As várias ervas medicinais, para dar mais um exemplo, cujas fórmulas indígenas foram aperfeiçoadas pelo homem branco, compõem mais de três quartos de todas as drogas de origem vegetal conhecidas. Com exceção de algumas rubiáceas [espécies], nos lembra o holoterapeuta e etnobiólogo Rogério Favilla , não há nenhuma espécie utilizada na farmacopéia moderna cujas propriedades já não fossem conhecidas pelos índios. E ainda há muitas outras espécies que são desconhecidas pelo homem civilizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o amigo Favilla quem esclarece: "Aos nativos pré-colombianos devemos, entre inúmeras coisas, a rica herança etnobotânica que revolucionaria a dietária e a farmacopéia comparativamente precária dos europeus colonizadores e de suas matrizes desde época das navegações. Não apenas apresentaram aos pasmos europeus as plantas em si, como o milho, o tomate, a batata, o tabaco, o cacau, a mandioca, o inhame, o feijão, o caju, a batata-doce, o abacate, o pepino, a berinjela, o abacaxi, o palmito, e tantas outras hoje presentes nos pratos de todo o mundo (dos que tem acesso aos alimentos, é claro), mas também ensinaram como cultivá-los e prepará-los adequadamente. Ao contrário dos que pensam serem os nativos criaturas obtusas, a arte do cultivo e melhoria genética através da cuidadosa seleção das linhagens e de técnicas sofisticadas de plantio e adubagem foi plenamente desenvolvida pelos ameríndios." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito interessante lembrar que, além disso, temos um exemplo arquetípico da importância indígena. Arquetípico porque diz respeito a sede do Império atual: os Estados Unidos. Quando os colonos patriarcas ingleses desembarcaram do Mayflower lá, tiveram suas vidas salvas pelos nativos, que os ensinaram como caçar o abundante peru, pescar o salmão e as trutas, e a plantar e estocar o milho. Foi esta sabedoria que permitiu que eles sobrevivessem ao primeiro inverno. Até hoje este momento decisivo é anualmente relembrado pelos EUA no importante feriado, e olha que eles são raros, de Thanksgiving Day. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do alto de toda esta sabedoria a um só tempo humilde e por isto poderosa, os indígenas estão hoje diante do desafio de exercer uma das mais desafiadoras posições do crescimento humano, espiritual: a do perdão, e mais, da pura compaixão. Ao passo que as culturas responsáveis por esta barbaridade precisam compartilhar o mundo servindo o sagrado na voz indígena e os ajudando em tudo, de maneira a que eles, guardiões da Terra-Mãe, possam liberar a nossa re-integração à Mãe Divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construindo uma Cultura de Cura e Paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da contribuição indígena para a construção de uma cultura de cura e de paz, as plantas sagradas ocupam um lugar de grande destaque, pois as capacidades medicinais e/ou curativas delas são capazes realmente de promover resultados brilhantes, mesmo em pessoas habitualmente afastadas de sua natureza original e de suas inalienáveis arqui-relações com o reino vegetal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma questão muito importante mesmo, da qual tratarei especificamente em outra oportunidade . No entanto, sublinho que a tradição indígena ensina que a utilização dos processos curativos das plantas deve sempre ser movido pela consciência, no caso pela consciência das leis cósmicas. Isto nos interessa quando queremos escutar a voz indígena, visto que muitas pessoas buscam todo tipo de infusões, poções, elixires, etc., mas não conseguem encontrar a cura, pois não querem reconhecer e corrigir os próprios erros que contribuíram para o surgimento de seus males. Ou seja, modificaram o nível de consciência que têm, e que gera dieta prejudicial, problemas afetivo-emocionais, hábitos errados de higiene, vícios, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a voz indígena, como para todas as tradições espirituais antigas da humanidade, a verdadeira cura é um processo totalmente dependente da conduta e do comportamento psíquico do indivíduo, que se não for condizente com a normalidade fluente da natureza só gerará resultados frustrantes, até mesmo com o uso das plantas de poder. Precisamos mudar a nossa compreensão do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É desta forma que a voz indígena vive um momento decisivo de sua história. Que ela sirva de inspiração a todos os encontros que cada vem mais vêm ocorrendo no mundo a respeito dela. Exatamente porque a Humanidade vive um momento decisivo de sua história. Como Pierre Weil  esclareceu, a busca constante de felicidade que caracteriza o ser humano confirma a presença de uma memória enterrada no âmago de sua existência. A memória de um estado de plenitude sem obstáculos e de êxtase permanente. É deste estado que nos fala a Voz Indígena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;……………………..&lt;br /&gt;Este artigo (escrito originalmente em 2002 para o Ciclo Preparatório da United Rligions Initiative Global Assembly, tem 17 notas disponíveis para o interessado) está publicado em vários sites, no Brasil e na América Latina, entre eles:&lt;br /&gt;http://www.rebelion.org/mostrar.php?tipo=1&amp;id=91&lt;br /&gt;http://www.uri.org/rio2002/port/frame_ciclo.htm&lt;br /&gt;http://www.consciencia.net/cidadania/ouriques01.html&lt;br /&gt;http://brazil-brasil.com/content/view/127/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dele foi incorporado ao estudo É possível re-aprender a Sabedoria da Mãe, afagar a Terra, transformar a Realidade: o Modelo de Comunicação Cosmodinâmico e Multi-interativo e a questão do Diálogo, com o qual o autor concluiu o citado livro Diálogo entre as Civilizações: a Experiência Brasileira (www.unicrio.org,br, Biblioteca), que organizou e editou a convite da ONU em 2003, com o apoio institucional da UNESCO, da Associação Palas Athena, do Viva Rio e da UFRJ, através do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON/ECO/UFRJ, que criou e dirige na Escola de Comunicação desde 1981.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170517317691793?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170517317691793/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170517317691793' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170517317691793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170517317691793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/07/voz-indgena.html' title='A Voz Indígena'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112170594683977272</id><published>2004-06-18T13:49:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T13:59:06.840-03:00</updated><title type='text'>Trato da Construção de Estados Mentais Não-Violentos na Mídia em disciplina criada para o Curso de Jornalismo da UFRJ</title><content type='html'>Acabo de criar a disciplina Construção de Estados Mentais Não-Violentos na Mídia no Curso de Jornalismo da ECO/UFRJ. &lt;br /&gt;Esta é a Ementa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCIPLINA&lt;br /&gt;A construção de estados mentais não-violentos na mídia&lt;br /&gt;Prof. Evandro Vieira Ouriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMENTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia não-violenta é aquela que se afirma na integração das conquistas pós-modernas da autonomia do profissional (o primado da invenção e da criatividade) com a vigência de valores universais que garantam a vinculação social, sem totalitarismos. Examinaremos a não-violência no sentido do cientista político Johan Galtung, sempre lembrando, com Gandhi, que a não-violência covarde é pior do que a violência por causas justas. Entende-se que a gestão da informação e do conhecimento dependem de uma mudança da economia psíquica do sujeito e das empresas em relação à questão da liberdade socialmente responsável (“o estado de espírito bárbaro está em cada um de nós”), através da desobediência civil mental. O que interessa, portanto, é a investigação e a prática de uma certa autonomia do papel do profissional, da linguagem e das audiências em relação ao sistema e aos dispositivos de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. OURIQUES, Evandro Vieira. 2004. A desobediência civil mental: Gandhi, Comunicação e Democracia. Inédito. &lt;br /&gt;2. ________________________ (org. e ed.). 2003. Diálogo entre a civilizações: a experiência brasileira. ONU. Apoio da UNESCO e da Associação Palas Athena, entre outras. &lt;br /&gt;3. GALTUNG, Johan. 2003. O caminho é a meta: Gandhi hoje. Palas Athena. &lt;br /&gt;4. MATTELARD, Armand e Michele. 2003. História das teorias da comunicação. Edições Loyola. &lt;br /&gt;5. MATURANA, Humberto e Verden-Zoller, Gerda. 2004. Amar e brincar: fundamentos esquecidos do humano. Palas Athena.&lt;br /&gt;6. MCGOLDRICK, Annabel and LYNCH, Jake. 2000. Peace Journalism: How to Do It? October. http://www.transcend.org/&lt;br /&gt;7. MELMAN, Charles. 2003. O homem sem gravidade: gozar a qualquer preço. Entrevistas por Jean-Pierre Lebrun. Companhia de Freud Editora, Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;8. ZIZEK, Slavoj. 2003. Bem vindo ao deserto do real!: cinco ensaios sobre o 11 de setembro e datas relacionadas. Boitempo Editorial, São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112170594683977272?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112170594683977272/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112170594683977272' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170594683977272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112170594683977272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/06/trato-da-construo-de-estados-mentais.html' title='Trato da Construção de Estados Mentais Não-Violentos na Mídia em disciplina criada para o Curso de Jornalismo da UFRJ'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153579.post-112171153373566412</id><published>2004-04-15T15:24:00.000-03:00</published><updated>2005-07-18T15:36:02.920-03:00</updated><title type='text'>Evandro Recommends A New Epistemological Perspective for Peace in the Essentially Masculine and Emblematic Crisis of Middle East</title><content type='html'>Article by Evandro Vieira Ouriques, Dr. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Strategy recommended by the author, as Member of the Global Lookout Panel of the Millennium Project of the American Council for the United Nations University, for the construction of Peace Scenarios in the Middle East. &lt;br /&gt;2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedicated to Lia Diskin, a Great Soul in Peace Action.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“What may appear as Truth to one person, will often appear as untruth to another person.  But that need not worry the seeker. When there is an honest effort it will be realised that what appears to be different truths are like apparently different countless leaves of the same tree.”&lt;br /&gt;Gandhi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “The authority of a world democratic order simply cannot be built on anything else but the revitalized authority of the universe.”&lt;br /&gt;Vaclav Havel .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Not one of you is a believer until he loves for his brother what he loves for himself.” &lt;br /&gt;Islam. Forty Hadith of an-Nawawi 13. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“We are members one of another.”&lt;br /&gt;Christianism. Bible, Ephesians 4.25. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“When he [a certain heathen] went to Hillel, he said to him, "What is hateful to you, do not do to your neighbor: that is the whole Torah; all the rest of it is commentary; go and learn." &lt;br /&gt;Judaism. Talmud, Shabbat 31a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abstract&lt;br /&gt;This article shows why the Peace demands an epistemological change only possible throught educational, therapeutical and media multileveld actions (strategical organizational planning included) based on the re-valorization of the Feminine Principle. Under the pressure of globalization, the State is changing only throught the lost of its maternal aspect (protection and social benefits), while its paternal aspect (control power) grows tremendously.  Peace construction -and the planning of it- becomes more effective with the use of the occidental participatory epistemology (the article’s focus), connected with the philosophies of India, as the epistemology of the advaita philosophy and the political theory of Gandhian’s  Satyagraha and Sarvodaya.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We must to change our epistemological fundamentals to obtain peace. Peace is the process of to do one, of to do unity. For this we need universal values such as nonviolence, truth and the unity of all life. Including the Prince of Wales, president of The Prince of Wales International Business Leaders Forum, recognizes that “the free market will not on its own build a society free of hunger, ill health and insecurity.” And he recommends the “building [of] a sense of partnership within society (…) and [to] bond people together in a common endeavour” .  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But how we can do this if the Western hegemonic desconstructivist epistemology insists, to prevent totalitarisms, on the total impossibility of any essence and any unity? This is the reason for which the epistemology is always , and specially now, the central question to understand the fundamentals of peace and to define the strategical planning of the institutional actions that constructs it. UNESCO understands that XXI’s Education must begins from the learning of how we know –from the knowledge of the knowledge . Many people and instituitions are more and more conscious that the crisis is a epistemological crisis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edgar Morin said that “la connaissance ne peut être considérée comme un outil ready made, que l’on peut utiliser sans examiner sa nature. (…) la connaissance de la connaissance doit-elle apparaître comme une nécessité première qui servirait de préparation à l’affrontement des risques [psychiques et culturelles] permanents d’erreur et d’illusion, qui ne cessent de parasiter l’esprit humain” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As UNESCO says, Education “shall be directed for the full development of the human personality” . The empiric evidences of sociological and psychologycal researches shows clearly the consequences of mental and emotional pertubations (noises of Communication) . When Middle East people sits to dialogue, they sit with their unconscious epistemological fundamentals, and with the emotional consequences of their mind position, their mind asana.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So, we need special educational and therapeutical integrative methods to facilitates the process when we are institutionally constructing peace. In the specific case of Middle East, that is necessary, for example, to the groups that discusses the supply of water (Water Works) available to both, the action of the religious leaders (Open City) to solve the Jerusalem problem, and the spreading of the grass roots peace movement (Dove). We must be conscious that the crisis is only epistemological. All the groups envolved with the peace dialogue were tragically traumatized by their individual, educational and social histories. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We must to consider this when we are planning ours peace actions. As Humberto Maturana says, “all that a human being does, takes place in a relational ground defined by his or her emotionning in the moment of doing it; This is also the case in the act of reflection” . So, the better peace action to do is to develop organizational and institutional strategic plannings with this in mind. Reliatory acts must stop, for example. But how? To do peace we are always talking about pardon and self-pardon, comprehension, compassion, vidya , the most difficult human conquest. But, as Hegel suggested, “a civilization [the same with a person, I say] cannot become conscious of itself, cannot recognize its own significance, until it is so mature that it is approaching its own death [or the death of a phase of the own individual life, I say]” . The Middle East is the emblematic approach of the death of the present civilization, of the present epistemological fundamental of our personalities, movements, institutions, companies and organizations of all kinds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To solve this challenge we must a personal and institutional multileveled action through Education and Therapy, based in the immanent intelligence of Nature , as it is understanding by the integrative tendence of Western Philosophy an by the ancestral wisdom, as we will see here. This is very difficult because it demands a psychologycal change, a internal change of the person or of the personality of an institution or organization . Only throught this we can superate the pervading sense of a separate ego irrevocably divided from the encompassing world and the consequent unresolved psychologycal and social trauma of violences.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Middle East is the emblematic tragedy of a globalized perspective based over the epistemological divorce between Culture and Nature, subject and object, Masculine Principle and Feminine Principle. This is the only reason of the tragedy -the dominant dualism of the modern and post-modern mind: man and nature, mind and matter, self and other, experience and reality, man and woman, riches and poors, whites and blacks, groups and others, israelis and palestinians. In religious terms, this situation is directly related with the patriarchal point of view of three abrahamics religions: Judaism, Islamism and Christianism. That is why I recommended, since the 1st Round, a complex of integrative educational and therapeutical actions to re-valorizate the feminine aspect of divinity in the Middle East imaginary . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE WORLD AS A MENTAL CONSTRUCT&lt;br /&gt;AND THE CULTURE AS AN EXPRESSION OF THE NATURE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To better understand this complex subject it’s basic to remember the figures of Copernicus, Descartes and Kant. As Richard Tarnas says, “the cosmological estrangement of modern consciousness initiated by Copernicus and the ontological estrangement initiated by Descartes were completed by the epistemological estrangement initiated by Kant: a threefold mutually enforced prison of modern alienation”.&lt;br /&gt;When Copernicus have displaced the human being from the cosmic center and Darwin relativizated it in the flux of evolution, the human species start to spins adrift. Once the axis mundi of the cosmos, human being change himself, throught his own consciousness, in “an insignificant inhabitant of a tiny planet revolving around an undistinguished at the edge of one galaxy among billions, in an indifferent and ultimately hostile universe”. Nature is hostile, so we must to fight against it, control it, dominates it inside or outside us: Culture against Nature.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descartes and the subsequent scientific developments does the same. All this efforts constructs a schism between the personal and conscious human subject and the impersonal and unconscious material universe “revealing a world devoid of spiritual purpose, opaque, ruled by chance and necessity, without intrinsic meaning.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That is what we observe in the archetypical structure of the media’s language and daily common sense. Humanity lives a tragic paradox: at the same time it lives in a world that it conceives intrinsically hostile, where “its soul has not felt at home”, and, all the time, and in all products and services that it consumes, it looks for the qualities of love , trust, friendship, tenderness, solidarity, poetry, ecstasis, transcendence. One by one of the qualities that human dominant epistemology says that does not has foundation in the empirical universe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In this scenario, Kant's recognition of the human mind's subjective ordering of reality emerges like the central argument of the shift from the modern to the postmodern conception of reality. This epistemological position will be, since Kant, the host of all subsequent philosophical, scientific, political, economical and social developments. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Tarnas brilliantly synthetized for us, “the consensus is decisive: The world is in some essential sense a construct. Human knowledge is radically interpretive. There are no perspective-independent facts. Every act of perception and cognition is contingent, mediated, situated, contextual, theory-soaked. Human language cannot establish its ground in an independent reality”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This epistemological position has dominated the XX Century and our Western universities. Then, all the explanations of the universe, life and political, economical and social organization have been systematically "cleansed" of all spiritual qualities, desconstructing all the great traditional explanations. This is the epistemology that for the past three centuries the Western mind has considered intellectually justifiable. “In Ernest Gellner's words, ‘It was Kant's merit to see that this compulsion [for mechanistic impersonal explanations] is in us, not in things’." And "it was Weber's to see that it is historically a specific kind of mind, not human mind as such, that is subject to this compulsion."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOW, WHEN AND WHERE &lt;br /&gt;THERE IS NO DIFFERENCE BETWEEN DIFFERENTS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the important conquest of the desconstrutivism finishes when it assumes itself as the absolute and the "realistic" perspective. As the only “real” experience of the world, in which the original consciousness of undifferentiated organismic unity with the Feminine Principle -a participation mystique with Nature- has been outgrown, disrupted, and lost. That is no more non-human laws. Today, even the human laws are disrespected as we saw in Kosovo, in Irak, in ours daily lives. The only law is the law of power, the desire for power, that talks about itself as the absolute nature of man.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But when one really pratices the desconstructivist method he needs to desconstruct the desconstructivism itself, as a logical consequence of itself. And one can find, for example, the epistemological system of the integrative Western philosopy and the advaita (non-dualist) philosophies of India. This another epistemology operates at the same time with diversity and unity. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For the Tantra, for example, there is only consciousness. The life we live is the direct result of the level and kind of our consciousness. That is the same that Kant and Nietzsche said -the world is a construct. But with a essential difference. The individual making decision’s process has in this epistemology, a reference: the ultimate reality. Then, the tantric social group tends to have an accurated sense of partnership: Brahman and its ethics, the Dharma, that re-unify the individuals throught their liberty. The individual process of re-connection with the matrix of being is the process of the conquest of freedom. Freedom, in this epistemological context, is to do the better that you can. The quality of the “better you can do” appears to you, to your family, friends, work, groups, societies, media, humanity. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is a comlete paradox for Western hegemonic philosophy: a primordial no-human law that lives within the human liberty, because it is all, it is the Unity. This epistemology allows an entrance in time and history coherent with the enchantment of the cosmos. A total immersion in an ethical world, in which that is no contradiction between the individual liberty and the ultimate reality.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;West desconstructivism is looking for the experience of complete liberty since many centuries. In this sense, the Sri Vidya philosophy of the South of India is very important. The goddess Lalita Mahatripurasundari is the central one of this tradition -the School of Auspicious Wisdom- a branch of Sakta Tantrism. This tradition is proeminent in the South of India, and has many variants on its theme, but (and this is absolutely decisive to epistemology and so to the construction of peace) none claim to be different than the others. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In this epistemological context we have, all the time, the union of the multi-differents, of the multi-apparent, of the n opposites. Diversity reveals itself only as singularity. The goddess Lalita is everything, including the Trimurti, the triple quality of ultimate reality simbolized in hindu tradition by Brahma, Vishnu and Shiva -all of them created by Brahman- and she is too the interdependence and the union of Siva (Masculine Principle) and Sakti (Feminine Principle) . She is too, at the same time, one of the wives of Shiva, Shiva, everything and the dissolution of everything.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The goddess Lalita's physical appearance completely changes with the cycle of her fifteen Nityas (the complete lunar cycle) or eternities. For each phase of the moon (Nitya), the goddess has a different appearance, a different name, a different mantra and a different yantra, but through all the Nityas -as the moon remains itself-  she remains ever faithful to her true self. &lt;br /&gt;This is another, certainlly more sophisticated and much more comprehensive epistemological perspective for the relation between diversity and unity, subject and object. The goddess Lalita is, at once, (1) the knower, (2) the process of knowing, and (3) the object of knowledge. To the Sri Vidya tradition these three categories do not differ from one another but are all one and the same. Once the knower begins the process of knowing, that knower becomes the object of knowledge: when one realizes the epistemological perspective of non-duality of this triad, and realizes that She/He is the knowledge for which She/He is searching, She/He gains a glimpse of the Absolute throught the dissolution, the desconstruction of herself. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE PARTICIPATORY EPISTEMOLOGY AND&lt;br /&gt;THE CONSTRUCTION OF PEACE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“At the same time that the Enlightenment reached its philosophical climax with Kant, the integrative epistemological perspective began to emerge in West with Goethe and was developed by Schiller, Schelling, Hegel, Coleridge, Emerson, and articulated within the past century by Rudolf Steiner. All these thinkers haven a fundamental conviction that the relation of the human mind to the world was ultimately not dualistic, but participatory”, says Tarnas. That is the appropriate epistemology to construct peace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If we study the ancient Western cultures, like the indigenous perspectives, we find the same epistemology, lato sensu. Like Kantian epistemology, these perspectives organizes itselves in the same way: all human knowledge of the world is, in some sense, determined by subjective principles. For the advaita philosophy of India, once more, reality does not exist: only consciousness exists.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In this participatory conception, as Tantra teachs, these subjective principles            -subjectivity as the ground of liberty- are an expression of the world's own being, and, with Tarnas, “the human mind is ultimately the organ of the world's own process of self-revelation. In this view, the essential reality of nature is not separate, self-contained, and complete in itself, so that the human mind can examine it "objectively" and register it from without. Rather, nature's unfolding truth emerges only with the active participation of the human mind. Nature's reality is not merely phenomenal, nor is it independent and objective; rather, it is something that comes into being through the very act of human cognition. Nature becomes intelligible to itself through the human mind”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That is the epistemological reason for Nature pervades everything, and the human mind in all its fullness is itself an expression of Nature's essential being. Culture is a expression of Nature. Rather, “the world's truth realizes itself within and through the human mind”. Tarnas remember that “this participatory epistemology is not a regression to naive participation mystique, but it is the dialectical synthesis of the long evolution from the primordial undifferentiated consciousness through the dualistic alienation. It incorporates the postmodern understanding of knowledge and yet goes beyond it”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Since 1969 I am constructing, at Academy, conceptual and operational instruments to go beyond this epistemological crisis and, since 1992, specifically with methods to surpass it throught the re-valorization of the Feminine Principle. We must do that, because Western Philosophy has been, archetypically, a masculine phenomenon that affected with its male perspectives all human thought, feelling, behavior, relationship, sexuality, religion, science and social theory. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Since the barbarians invasions about circa 4000 BC, when the matrifocal  organization was destroyed, all the major languages of the Western tradition have personified our species, as we know, with words that are masculine in gender: anthropos, homo, l'homme, el hombre, l'uomo, o homem, chelovek, der Mensch, man, humanity. As Tarnas says, “the ‘man’ of the Western tradition has been a questing masculine hero, a Promethean biological and metaphysical rebel who has constantly sought freedom and progress for himself, and who has thus constantly striven to differentiate himself from and control the matrix out of which he emerged. This masculine predisposition in the evolution of the Western mind, though largely unconscious, has been not only characteristic of that evolution, but essential to it.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That is the origin of all the human crisis, and, of course, the origin of the emblematic Middle East crisis: the Western impulse to create an autonomous rational human self, separated from the primordial unity with Nature, from the Mother Principle. That is a disaster, because when we murdered our Archetypical Mother it is obvious that we can murder our brothers and sisters, with weapons or/and with subtle agressive interpersonal relationship, and with politics and economics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The failure of the social cycle of ONU conferences during the 90’s, and of other decisive international attempts, as the Summit of the Americas in Monterrey, in January 2004, have announced the present escalade of the terrorism of all orders: psychical, economical, political and social . The Millennium Development Goals (MDGs) are endangered, and available estimates suggest that for all countries to meet the MDGs by 2015, at least US$ 50 billion a year in additional ODA would be needed. But the last report of the World Commission on the Social Dimension of Globalization, established by the International Labour Organization (ILO) in February 2002, remember that perhaps humanity will have only US$ 16 billion by 2006 -this still leaves over two-thirds of the total to be met, even if all commitments are honoured . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our crisis is, in fact, the result of the great patriarchal nomadic conquests in Greece and of the genaral Levant over the ancient matrifocal cultures, as I said, and is perfectly visible in the West's patriarchal religion beginning from Judaism, as we can see, for exemple, in the Judaeo-Christian and Babilonic denial of the Great Mother Goddessas. To obtain the independent individual ego and the self-determining human being, the masculine epistemology has repressed the Feminine Principle: only man is a conscious intelligent being. The woman, the body, the “no-civilized”, the Nature and the Cosmos are blind, no-intellingent, no-alive and so purely mechanistic. “God is dead” and we live on an absolute isolation. Like enemies in the field of struggle. Like enemies in the Middle East. Atomized, soulless and self-destructive, projectively identified as “other”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So, the crisis is an essentially masculine crisis. Its resolution is been constructing in the great emergence of the feminine in our culture, in the re-emergence of the integrative tendance of Western philosophy and of the ancient wisdom, in the desconstruction of the desconstrutivism, in the emergence of the right hemisphere of the brain and in the emotional and spiritual intelligences. I demonstrated systematically  how the media virtually uses all the values of the feminine to qualify its products because the human being needs unconsciously rediscover and re-unite itself with the mystery of life, of nature, of soul: rediscover the Sacred Unity, as Gregory Bateson shows in a pioneer way. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WHEN THE MIND WAS DEVELOPPED UNTIL REACHING ITS FURTHEST LIMITS, THE EPISTEMOLOGY IS THE QUESTION AND THE INTEGRAL COMMUNICATION IS THE SOLUTION.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To solve this paradox in the field of Communication and Culture, I created, in 2001, the Model of Integral Communication, having the Being as the reference point -as foundation’s foundation. Instead of emissor and receptor, the human is, within this new model, a multi-creative channel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The basis of Communication is the duality: Silence and Speech, Presence and Absence, Feminine and Masculine, Black and White, Forms and Colors, Estability and Movement, Newness and Redundancy. The apparent duality is the language of Nature. So, this new Theory of Communication shows why Communication is much more than media: it is the proper language of Nature, of the Universe. It is all, and we and all are within it. We are, totally, and only, itself. Epistemology is the question, Integral Communication is the solution. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The paradigm of the Model of Integral Communication is, of course, the integral or integrative paradigm. It is, at the same time, a conceptual and an operational domain, that originates new educational and therapeutical methods and gives occidental epistemological support to the ancient and not yet hegemonic epistemologies of humanity. It operates ethics producing communion, peace on the community. In this sense, I have demonstrated, in 1992, with Life, Geometry and Society , my Master on Communication and Culture/FURJ, the importance to Communication and Politcs of the force of the affective field (Psycology) as decisive for the construction of the consciousness (formation of the public included, of course). And, overall, how the media constructs its values throught euclidean and chaos geometries, including the writing, understood as the design of the oral language, the design of mind, itself the design of the world, the human dimension.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the Model of Integral Communication the ego shows up as the origin of the crisis, marked by the imperium of the desire and struggle for power throught the antecipation of the future, instrumented by the technology. For Marcio Tavares d’Amaral, Dr., brazilian philosopher and psychoanalist, philosopers and thinkers need meditation when they want to think under the pressure of the globalizaded philosophy. That is the importance of meditation processes. We know that time is the central question for the great historical spiritual traditions as well to actuality . We must operate conscious that eternity is the way out for the violence of forms, the way out of the absence of ethics. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Only with the presence of the Being in our decisions making process we can modify society's future . This is done starting from universal values. That is the precise goal of my work with integrative methods for strategic organizational and personal development. This epistemology and its educational and therapeutical methods contributes -in a decisive way- to dilute resistances to the Being found in people through the development of the mind until reaching its furthest limits (Jnana Yoga, in hinduist terms). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The reunion with Feminine Principle can now occur on a new and profoundly different level from that of the primordial, ancestral unconscious unity. The long evolution of human consciousness has prepared it to be capable at last of embracing the ground and matrix of its own being freely and consciously. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This, as Tarnas synthetized so well, “is visible not only in the rise of feminism, the growing empowerment of women, and the widespread opening up to feminine values by both men and women, and not only in the rapid burgeoning of women's scholarship and gender-sensitive perspectives in virtually every intellectual discipline, but also in the increasing sense of unity with the planet and all forms of nature on it, in the increasing awareness of the ecological and the growing reaction against political and corporate policies supporting the domination and exploitation of the environment, in the growing embrace of the human community, in the accelerating collapse of long-standing political and ideological barriers separating the world's peoples, in the deepening recognition of the value and necessity of partnership, pluralism, and the interplay of many perspectives. It is visible also in the widespread urge to reconnect with the body, the emotions, the unconscious, the imagination and intuition, in the new concern with the mystery of childbirth and the dignity of the maternal, in the growing recognition of an immanent intelligence in nature, in the broad popularity of the Gaia hypothesis. It can be seen in the increasing appreciation of indigenous and archaic cultural perspectives such as the Native American, African, and ancient European, in the new awareness of feminine perspectives of the divine, in the archaeological recovery of the Goddess tradition and the contemporary reemergence of Goddess worship, in the rise of Sophianic Judaeo-Christian theology and the papal declaration of the Assumptio Mariae, in the widely noted spontaneous upsurge of feminine archetypal phenomena in individual dreams and psychotherapy. And it is evident as well in the great wave of interest in the mythological perspective, in esoteric disciplines, in Eastern mysticism, in shamanism, in archetypal and transpersonal psychology, in hermeneutics and other non-objectivist epistemologies, in scientific theories of the holonomic universe, morphogenetic fields, dissipative structures, chaos theory, systems theory, the ecology of mind, the participatory universe -the list could go on and on. As Jung prophesied, an epochal shift is taking place in the contemporary psyche, a reconciliation between the two great polarities, a union of opposites: a hieros gamos (sacred marriage) between the long-dominant but now alienated masculine and the long-suppressed but now ascending feminine.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But there is a tremendous challenge to achieve this reintegration of the feminine: we must undergo a sacrifice, we must undergo the death of our proper ego. And help the interested people and organizations to do the same. It is for this reason that I strongly recommend the concentration on programs of Education and Therapy to the construction of peace. A millenarian tradition of repressed feminine has caused tremendous and tragical traumas on human personalities. That is the origin of the circle of retaliatory acts. The Western and its emblematic Middle East mind must be help on its willing to open itself, because in reality is incredible difficult to change the established beliefs and feellings about itself, the world, and the pseudo enemy. This is the real act of a heroe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To go beyond the current situation, it is absolutely necessary a heroic act of imagination to see through and overcome our unconscious shadow, epistemologically based, to freely choose to enter into a fundamentally new relationship of mutuality, when the enemy is not a enemy but a brother and a sister, sons of the same Mother and the same Father. We need a Mother Nature not objectified like the “other”, controlled, denied, hummiliated and exploited, but fully understood and respected, because it is all, it is ourselves, the source and the goal of its ethical immanent presence -Dharma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This epistemological position can construct the great change. As Tarnas, I consider that the “stupendous Western project should be seen as a necessary and noble part of a great dialectic, and not simply rejected as an imperialist-chauvinist plot. Not only has this tradition achieved that fundamental differentiation and autonomy of the human which alone could allow the possibility of such a larger synthesis, it has also painstakingly prepared the way for its own self-transcendence. (…) It brings an unexpected opening to a larger reality that cannot be grasped before it arrives, because this new reality is itself a creative act.” In fact, we are living today the death of modern man, the death of Western man. The end of "man" is now at ours consciousness and so at our hands. Man is a epistemological concept that must be overcome, and fulfilled, “in the embrace of the feminine”. Only when humanity can find a no-gender name to itself it will be free.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Budhist tradition says, “this world of men, given over to the idea of "I am the agent," bound up with the idea "another is the agent," understand not truly this thing; they have not seen it as a thorn. For one who looks at this thorn with caution, the idea "I am the agent" exists not, the idea "another is the agent" exists not” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In emergent strands of Western integrative thought, the relation between truth and action or truth and humanity has become decisive. Action needs to be guided individually and collectively by truth. “Truth and Love -ahimsa- is the only thing that counts. Where this is present, everything rights itself in the end. This is a law to which there is no exception” , teachs Gandhi. &lt;br /&gt;Appendix&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Truth and Peace: &lt;br /&gt;now, only the feminine principle will assure &lt;br /&gt;the dialogue in the Middle East. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By Evandro Vieira Ouriques, Dr.&lt;br /&gt;Strategy Recommended to the Millennium Project in the &lt;br /&gt;2nd Round of Millenium Questionnaires, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is imperative to overcome the contemporary obscurantism of the Feminine Principle, both in the Jewish and Islamic traditions, as they are very often professed. This emblematic conflict is not a coincidence. It is basically a conflict between two (Judaism and Islamism) of the three world monotheist religions, with the intervenience of the third one (Christianism) of its, in which the central fundamental is masculine. In fact this conflict -it is the failure of the Patriarchal system. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This can be overcome in a two-way process: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Education based on the Feminine Principle values that -with compassion, solidariety, protection and unconditional love- established that we are all brothers and sisters, stimulating the permanent self-knowledge. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Emotional and spiritual re-education, throught Therapy based too on the Feminine Principle, of people, organizations and populations. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Selected Actions&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. (4.16)   Honor international commitments in good faith.&lt;br /&gt;b. (6.13)   Include the teachings of Buddha, Hindu principles of tolerance and the &lt;br /&gt;                Gandhian ideas of Ahimsa and Non-violence in the school curriculum in             &lt;br /&gt;                Israel and Palestine.&lt;br /&gt;c. (6.15)   Inculcate a mindset of co-existing in spite of differences by educating the &lt;br /&gt;               younger generation on the need for tolerance and unconditional love. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Diagnosis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I reinforce what I have recommended in the First Round of this study: the Lack of Confidence is the key-feeling of the crisis conflict based on the suppression of the “Other”. This lack occurs throught the follow integraded levels:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. The Confidence in the Other &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the most immediate level of the crisis, we find the lack of confidence in the other person or other groups, moved by the follow stractural conception:"he does not understand me and I am right". It is the lack of skill to communicate. As Life is only a Communication Field, this attitude breaks up the psychic and social cohesion. Statistics confirm that. Even well successful actions to construct peace scenarios -at the cost of much work, hopes and resources during the 70’s, 80’s and 90’s- are facing now a scaring reality: social tragedy has grown. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. The Self-Confidence &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a deeper level, we have the lack of self-confidence.  The desorientation, the social and psychic unsafety, depression, agression, corruption, are all symptoms of disease, of the lost of the capacity of to do Unity. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Confidence in Life &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a much deeper level, there is the lack of confidence in Life. The lack of confidence in the force that created itself. That is what Sagans Cosmic Calendar shows. It is like a child that feels rejected by his Mother. Lonely, insecure, and feeling guilty and revengeous.  However, we are Nature´s sons and daughters (14-15 billion years of big Bang versus circa 80 thousand years of Homo Sapiens), manifestations of universal energy, as it is demonstrated by Physics. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. The permanent presence of the religious aspect in the negotiations &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The implementation of Truth as a pre-condition for the peace-building, reconnecting persons, organizations and institutions with the Sacred Unity (Gregory Bateson), surpassing the oblivion of the Being´s oblivion (Heidegger). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Due to the fact that there is only consciousness in the consciousness of Totality, I strongly recommend NOT to leave out the religious aspect in the negotiations moments. Because in this aspect leaves the exact reason of this emblematic conflict. If we don´t comprehend this complex theme, Peace will never be reached!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Agents Involved &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All people in all moments of their lives, in all their relationships, specially those who have more spiritual, emotional and material resources and work with Education, Therapy and Media. Those are the one who will have more contributions to be given now.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teachers must be supported and helped by governaments. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Tactics &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mobilization in all possible fields, maintaining self-transformation to eliminate  mistaken information of an antropocentric and patriarchal past, in favor of matrifocal thoughts and actions, in which ego is no more a guidance of decision making. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consider that the perpetuation of a unfare regime depend on cooperation, obedience and consent from people, groups and populations. The agressor feeds the victims submiting them to him. The path to change this relationship is self-education to not to cooperate with injustice, to not cooperate with indignity, to not cooperate with humiliation. We must create non-violent cells for resistance (Gandhi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBSERVAÇÃO: tendo em vista o grande número de notas deste estudo elas estão disponíveis sob pedido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153579-112171153373566412?l=evandrovieiraouriques.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/feeds/112171153373566412/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153579&amp;postID=112171153373566412' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171153373566412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153579/posts/default/112171153373566412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://evandrovieiraouriques.blogspot.com/2004/04/evandro-recommends-new-epistemological.html' title='Evandro Recommends A New Epistemological Perspective for Peace in the Essentially Masculine and Emblematic Crisis of Middle East'/><author><name>Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11514105561322509388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_Ol5Y_AcqfxQ/SE3c9Cq4UpI/AAAAAAAAAGg/mamA3uI0ZLM/S220/Evandro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
